Notícias e artigos sobre
Bens De Capital
Mais notícias e artigos sobre BENS DE CAPITAL

Importações superaram exportações em US$ 1,609 bilhão no mês, enquanto emprego recua 0,8% e setor acumula queda de faturamento de 13,9% nos cinco primeiros meses do ano.

Setor registrou faturamento de R$ 21,3 bilhões em abril, com quedas significativas tanto em máquinas nacionais quanto importadas, sinalizando enfraquecimento disseminado do investimento produtivo.

Receita alcançou R$ 299 bilhões, mas o segundo semestre enfrentou desaceleração com queda de 2,8% no último trimestre ante 2024, refletindo o impacto da política monetária restritiva e do protecionismo norte-americano.

A queda de 3,4% em comparação com outubro de 2024 reflete a desaceleração do mercado doméstico impactado pela política monetária contracionista e pelas tarifas dos EUA, apesar do crescimento acumulado no ano.

Vendas internas crescem 18,2% e chegam a R$ 20 bilhões, enquanto exportações enfrentam pressão nos mercados norte-americano e europeu.
Consumo doméstico de máquinas caiu 10,7%, com retração tanto em equipamentos de fabricação nacional (-13,2%) quanto importados (-7,2%), sinalizando maior cautela nos investimentos do setor industrial, agrícola e de infraestrutura.

Exportações caíram 4,8% enquanto importações cresceram 8,6%, ampliando o déficit comercial em 21,9% na comparação anual.

Receita no semestre cresceu 14,8%, mas associação prevê desaceleração no segundo semestre com expansão de 7,9% para todo o ano, pressionada pelo aperto monetário e redução da demanda norte-americana.

Faturamento do setor cresceu 13,1% em março ante o ano anterior, impulsionado por forte demanda interna, embora as exportações tenham avançado apenas 2,6%.

Receitas líquidas somaram R$ 22,9 bilhões em fevereiro, com destaque para o crescimento de 21,6% no mercado doméstico, enquanto exportações caem 10% por enfraquecimento para América do Norte.

Crescimento é puxado pela receita líquida (32,3%) e consumo aparente (37,6%), enquanto setor gera 400,2 mil empregos com 74,9% de capacidade instalada utilizada.

Receita interna cresceu 6,5%, enquanto o déficit comercial atingiu US$ 1,3 bilhão em outubro, impulsionado pelo aumento de 32,4% nas importações.

Receita interna ficou estável, mas exportações caíram 35,4% e o déficit comercial chegou a US$ 1,6 bilhão, com redução de 394 mil empregos.

Receita líquida interna sofreu queda de 11,4% em comparação a julho de 2023, enquanto as exportações cresceram 14,2% no mesmo período.

No primeiro semestre, setor registrou faturamento de R$ 122,8 bilhões, queda de 16,4% sobre 2023, com redução de 1,3% nos postos de trabalho.

Exportações caíram 20,5% e importações cresceram, ampliando o rombo para US$ 1,492 bilhão e reduzindo os postos de trabalho em 1,6%.

Receita interna caiu 31,7% em abril, enquanto exportações cresceram 22,7%, mas não foram suficientes para compensar a queda geral e o aumento no déficit comercial.

Receita interna caiu 28,1% e déficit comercial atingiu US$ 1,4 bilhão em março, com saldo do trimestre prejudicado por queda de 21,3% no faturamento total.

Faturamento do setor caiu 21,7% em janeiro de 2024, com importações crescendo mais que as exportações e utilização de capacidade em apenas 71,1%.

Receita líquida interna caiu 15,4% e emprego recuou 0,5% no ano, enquanto as exportações cresceram 14,6% em relação a 2022.

Receita interna caiu 20,8% no período, enquanto exportações subiram 11,7%, reduzindo o déficit comercial em 22,1% versus setembro de 2022.

Receita líquida interna recuou 8% e consumo aparente caiu 5,7% no mês, enquanto exportações cresceram 16,3%.

A receita líquida interna caiu 13,5%, enquanto o setor fechou julho com 392,7 mil pessoas empregadas e 74,9% de utilização da capacidade instalada.

Receita líquida interna recuou 13,9% no período, enquanto importações cresceram 14% comparado ao primeiro semestre de 2022.

Máquinas e equipamentos fecham o período com receita interna retraída em 14,3%, enquanto exportações crescem 23%.

Faturamento de R$ 91,7 bilhões revela retração da demanda interna e aumento nas exportações de máquinas e equipamentos.

Receita interna recuou 5,8%, enquanto as exportações cresceram 24,2% em relação a março de 2022.

Consumo aparente caiu 10,1% no período, enquanto déficit comercial atingiu US$ 1.095 milhão.

Receita interna caiu 7,4% e o consumo aparente recuou 8,3% no mesmo período, enquanto importações cresceram 11,8%.

Estudo da Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração projeta alta de 27% nas vendas totais de equipamentos neste ano, com destaque para pás carregadeiras, escavadeiras e retroescavadeiras.

Receita líquida interna caiu 12,4% no mês, mas setor manteve criação de empregos com acréscimo de 3,7% em postos de trabalho.

Déficit comercial chegou a US$ 9,3 bilhões acumulados, impulsionado pelo aumento de 13,2% nas importações ante o mesmo período de 2021.

Receita líquida interna caiu 12,9% no mesmo período, enquanto as importações cresceram 27,5%, ampliando o déficit comercial do setor.

A receita interna caiu 5,9% em comparação com julho de 2021, enquanto as exportações cresceram 20,8% no período.

Receita líquida interna caiu 4,8% no semestre, enquanto exportações cresceram 29,2% e emprego avançou 8,4%.

Setor acumulou faturamento de R$ 122 bilhões nos primeiros cinco meses de 2022, com exportações crescendo 31,7% e emprego expandindo 8,9% no período.

A receita interna recuou 10,6% e o consumo aparente chegou a R$ 28.229 milhões, enquanto exportações cresceram 18,1%.

Receita interna recuou 9,6% em março comparado ao ano anterior, refletindo a desaceleração dos investimentos produtivos nos segmentos dependentes do consumo das famílias.

Importações cresceram 26,7% e superaram exportações, resultando em déficit de US$ 829,78 milhões no mês.

As vendas externas alcançaram US$ 7.453 milhões, enquanto as importações ficaram em US$ 17.443 milhões.

As exportações renderam US$ 911.06 milhões, um crescimento de 46,9% quando comparado a setembro de 2020.

Faturamento foi de R$ 20.205 milhões em agosto de 2021, um aumento de 25,6% na comparação com o mesmo mês do último ano.

A receita líquida interna somou R$ 13.108 milhões no sétimo mês, incremento de 10,9% sobre julho de 2020.

No primeiro semestre de 2021, o faturamento alcançou R$ 100.2 bilhões, um crescimento de 40,3% sobre o mesmo período de 2020.

Nos cinco primeiros meses de 2021, o faturamento alcançou R$ 80.843 milhões, um crescimento de 39,2% sobre o mesmo período de 2020.
