O desempenho superou as expectativas, embora o cenário siga afetado por incertezas externas e pela política monetária contracionista, com taxa básica de juros de 15% ao ano, o maior nível desde julho de 2006.
A receita líquida total da indústria caiu 5,6% na comparação interanual mesmo diante da expansão das exportações que no mês de agosto exerceu papel relevante como amortecedor da desaceleração doméstica.
O setor de bens de capital registrou faturamento de R$ 26,716 bilhões em julho de 2025, mas fechou o mês com déficit de US$ 1,635 bilhão devido ao aumento das importações.
Apesar do crescimento de 9,9% da receita líquida do setor de bens de capital em junho de 2025 em relação ao mesmo mês de 2024, o mercado interno registrou queda de 11,4% em relação a maio e as exportações não compensaram totalmente essa retração.
A receita líquida interna somou R$ 21.645 milhões no oitavo mês e ficou estável com o mesmo mês do último ano, enquanto o consumo aparente totalizou R$ 36.820 milhões em agosto