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Descarbonização
Mais notícias e artigos sobre DESCARBONIZAÇÃO

A empresa brasileira acelera o processo geológico de captura de carbono usando pó de rochas silicatadas em solos agrícolas e está expandindo sua atuação para os Estados Unidos.

Estudo explora a mineralização de carbono como rota permanente de armazenamento de CO₂ em rochas máficas e ultramáficas, com destaque para o potencial da Bacia do Paraná.

A descarbonização exige redesenho operacional, eletrificação e investimentos intensivos em capital, com rotas distintas para mineração e siderurgia conforme infraestrutura e custo de energia de cada operação.

Recertificação atesta redução de 33% nas emissões de CO₂ entre 2017 e 2025, com emissões totais de 37,37 milhões de toneladas de CO₂ equivalente auditadas pela BVQI do Brasil.

Estratégia 2030 prevê transformação de práticas com redução de 80% nas estruturas de barragens em nível de emergência desde 2020 e foco em metais para a transição energética.

Zero Carbon Logistics opera o veículo que pode evitar até 30 mil kg anuais de emissões de CO2 em relação a caminhões movidos a diesel.

O setor emite 3,5 vezes abaixo da meta global e integra a Taxonomia Sustentável, com chapas laminadas selecionadas como produto-piloto do Selo Verde Brasil.

Parceria prevê participação societária no Complexo Eólico Serra do Tigre, que entregará 45 MW médios de energia limpa a partir de 2027, apoiando a meta da mineradora de reduzir emissões em 30% até 2032.

O projeto estabelece nova rota de beneficiamento para alcançar concentrado premium com teor de ferro superior a 68%, ampliando a capacidade produtiva para cerca de 5,5 milhões de toneladas por ano de pellet feed.

Navio será entregue a partir de 2029 e faz parte de um contrato de 25 anos com a Shandong Shipping, reduzindo emissões de carbono em cerca de 90% comparado ao óleo combustível pesado.

Fabricantes chinesas como SANY e XCMG expandem no Brasil com preços até 28% menores que marcas tradicionais europeias, capturando mercado de eletrificação de caminhões pesados.

A Índia aumentou importações de carvão por via marítima em 9% em fevereiro, impulsionada pela demanda siderúrgica e pela previsão de crescimento de 9% na produção de aço bruto para 2026.

Segundo o Global Energy Monitor, o país ainda conta com 291 GW de capacidade licenciada ou em construção, mesmo com a energia solar pronta para ultrapassar o carvão em 2026.

Primeira etapa converteu cinco fornos de espera em Barcarena, reduzindo emissões de CO2 em 17% comparado ao GLP e aumentando a eficiência operacional da produção de vergalhões.

Desenvolvido em parceria com a Petrobras, o documento apresenta mapa estratégico das regiões brasileiras com maior potencial para captura e armazenamento geológico de CO₂.

Cerâmica e siderurgia lideram migração com 3,3 milhões de m³/dia cada, enquanto Petrobras, Galp e Edge dominam 67% do mercado em expansão.

Retomada do Minha Casa, Minha Vida e investimentos em infraestrutura impulsionaram o crescimento, revertendo quedas dos anos anteriores.

Levantamento aponta geração de 3 milhões de novos empregos e economia de R$ 47,77 milhões anuais ao SUS com a incorporação estratégica dessas iniciativas no setor.

Testes ocorrem no Complexo de Mariana com biodiesel B30 e B50, que podem reduzir emissões em até 35%, além de nova fase com caminhão elétrico de 72 toneladas na mina de Capão Xavier.

A empresa desenvolveu parceria com startup australiana MCi Carbon para implementar a tecnologia de carbonatação mineral em suas instalações, reduzindo emissões em 310 mil toneladas de CO₂ no último ano.

Bionow, joint venture entre as duas empresas, vai produzir o insumo a partir de eucalipto certificado, com entrada em operação prevista para o final de 2027.

Pesquisa aponta que China, Austrália, Alemanha e Nova Zelândia reduzem emissões enquanto economias crescem, mas esforços globais ainda são insuficientes para atingir as metas do Acordo de Paris.

Brasil precisa transformar intenção em execução para conquistar protagonismo global, combinando rigor técnico, digitalização de processos e integração entre dimensões econômica, ambiental e social.

Parceria prevê testes de motor flex em laboratório até 2027, com potencial para elevar o percentual de etanol/biodiesel na matriz combustível das operações ferroviárias.

Estudo apresentado na COP30 aponta cinco pré-requisitos para o setor reduzir suas emissões próprias e apoiar a descarbonização da cadeia global do aço através da transição energética.

Parceria busca reduzir até 99% das emissões de carbono da frota, com testes de caminhão a GNV na rota entre Mariana e o Terminal Fazendão.

Relatório do Instituto Brasileiro de Economia Circular mostra que práticas circulares podem reduzir de 15% a 50% as emissões de CO2 do setor até 2030.

Estudo "Tracking the Trends 2025" identifica inteligência artificial, transformação digital e reconfiguração da liderança como imperativos para mineradoras enfrentarem incertezas geopolíticas e demandas por descarbonização.

Documento analisa como a indústria do alumínio pode equilibrar metas climáticas ambiciosas com desafios de competitividade e custos de energia, projetando aumento de 40% na demanda até 2030.

Evento realizado em São Paulo reuniu dezenas de palestras sobre medição digital de furos, controle de vibrações e novas tecnologias de desmonte, consolidando-se como principal encontro da cadeia de explosivos e fragmentação no País.

A fusão com a Teck Resources criará um novo líder global em mineração, com o Brasil reforçando sua posição estratégica através de operações premium como o Sistema Minas-Rio e a integração dos recursos da Serra da Serpentina.

Parceria com a ComBio permitiu substituir combustível fóssil por biomassa de eucalipto, gerando economia média de US$ 7 milhões/ano e mais de 315 mil créditos de carbono certificados.

Investimento de R$ 67 bilhões até 2030 busca eliminar barragens, reduzir emissões e implementar mineração circular nos complexos operacionais do Estado.

Evento em Santarém reunirá lideranças empresariais e representantes do governo para debater descarbonização, minerais críticos e governança socioambiental na região amazônica.

Estudo aponta que a reciclagem de sucata, apesar de reduzir emissões em até 80%, não é suficiente sozinha e exige complementação com rotas primárias inovadoras como hidrogênio verde e captura de carbono.

Estudo prevê que fatores como tensões geopolíticas, políticas climáticas incertas e volatilidade das commodities condicionarão o fluxo de capital na próxima década.

Iniciativa busca engajar toda a cadeia de fornecedores na redução das emissões indiretas (Escopo 3), que representam 78% do total de gases de efeito estufa da siderúrgica.

Investimento de US$ 5,7 bilhões inclui beneficiamento de minério, construção de ramal ferroviário de 120 km e plantas siderúrgicas, posicionando a Bahia como referência na produção de aço verde com tecnologia que reduz emissões de CO₂ em até 99%.

Mineradora investiu US$ 790 milhões em pesquisa e desenvolvimento no último ano, mantendo 12 hubs inovadores e 365 projetos ativos em seu portfólio.

A Reserva JORC Inaugural de 201 milhões de toneladas abrange apenas 12% da área total do projeto, deixando amplo espaço para expansão com zonas de alto teor como Tamoyo ainda não incluídas na estimativa.

Mudança amplia atuação da empresa para todas as etapas do ciclo mineral, desde pesquisa até lavra, com expectativa de gerar renda e emprego na Bahia.

Plano estratégico prevê também redução de 50% na captação de água subterrânea na unidade de Luís Eduardo Magalhães até 2025 e plantio de 1.200 hectares de floresta de eucalipto até 2026.

Receita de R$ 7,5 bilhões no segundo trimestre foi impulsionada pelo crescimento de 3% em volume de vendas globais de cimento, que atingiram 9,3 milhões de toneladas.

Gerdau recebe a certificação pela terceira vez consecutiva, enquanto Galvani Fertilizantes obtém o Selo Prata por sua estratégia de descarbonização e redução de emissões.

A refinaria expandiu a capacidade de produção de 1,6 para 6,3 milhões de toneladas anuais e reduziu emissões de carbono em 1,4 milhão de toneladas com projetos de descarbonização.

Plano de Ação (2025-2026) reforça cooperação estratégica em mineração sustentável e estimula proteção de inovações tecnológicas em extração, automação e inteligência artificial.

Teste de campo de 12 meses na mina Aitik da Boliden na Suécia avaliará o desempenho do caminhão e a transição para fontes alternativas de energia como bateria elétrica ou célula de combustível de hidrogênio.

Colaboração estratégica busca desenvolver modelos preditivos de IA para otimizar a cadeia de suprimentos de terras raras pesadas desde a exploração até o processamento.

A parceria com a universidade britânica desenvolve perovskitas à base de Nióbio com quase 100% de seletividade para converter CO₂ em monóxido de carbono em processos siderúrgicos.

Memorando reúne dez mineradoras signatárias com compromisso de compartilhar desafios comuns e colaborar em ações para impulsionar oportunidades sustentáveis no setor.

Setor projeta ultrapassar 35% de substituição térmica até 2030, com investimentos de R$ 4 bilhões em adequações nas fábricas para alcançar neutralidade climática.

Parceria com a Simpress neutralizou as emissões compensando com o plantio de 1.759 árvores nas operações brasileiras da empresa entre julho de 2024 e março de 2025.

Recursos virão em forma de financiamento para desenvolvimento de tecnologias limpas e circulares, com foco em hubs de hidrogênio de baixa emissão de carbono a serem selecionados em chamada pública.

Operação ocorreu em Pilbara, demonstrando a viabilidade técnica e segurança do abastecimento de amônia ZNZ (emissão zero a quase zero) em alto-mar, pavimentando caminho para combustível marítimo descarbonizado.

Investimento de R$ 1,3 bilhão permitiu converter 13 equipamentos para gás natural, substituindo completamente o óleo combustível e antecipando a meta de reduzir 35% das emissões da refinaria em 2025.

Célula de testes com a Cummins e Komatsu busca adaptar caminhões fora de estrada para operar com até 70% de etanol, potencialmente reduzindo em 70% as emissões de CO2 do transporte de minério.

O empreendimento, com capacidade de 432 MWp e investimento de até R$ 1,5 bilhão, tem potencial para abastecer 350 mil habitantes e gerar cerca de 3 mil empregos diretos e indiretos.

Previsão da Agência Internacional de Energia mostra que a China lidera com quase metade das vendas globais, enquanto mercados emergentes na Ásia e América Latina crescem acima de 60%.

Executivo da CBL alerta que o setor mineral terá que fazer contas e repassar custos à sociedade, mas questiona se consumidores estão dispostos a pagar pela transição energética.
