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Programa abrange até 39,4 milhões de ações (5% do total) e será financiado com fluxo de caixa das operações, reforçando retorno aos acionistas.

Operação inclui as minas Aurizona, RDM e o Complexo Bahia, marcando a entrada da CMOC no segmento de ouro no Brasil com 5 bilhões de onças de ouro contido em recursos.

Recorde anual foi impulsionado pelas operações em Greenstone (que superou o trimestre anterior em 29%) e pela produção estável em seus demais ativos no Canadá, Nicarágua e Estados Unidos.

Subsidiária do grupo chinês CMOC desembolsará US$ 900 milhões no fechamento previsto para o primeiro trimestre de 2026, com pagamento contingente de até US$ 115 milhões vinculado à produção um ano depois.

Patrocinadora do seminário internacional promovido pela Polícia Federal e IBRAM, reafirma seu compromisso com compliance e rastreabilidade mineral para combater ilicitudes na cadeia do ouro.

Produção do terceiro trimestre atingiu recorde de 236.470 onças consolidadas, e a companhia reafirma projeção anual de 785.000 a 915.000 onças para 2025.

Programa oferece capacitação gratuita para mulheres maiores de 21 anos, residentes na região, com promessa de contratação para as melhores alunas na mineração local.

A primeira extração ocorreu em 14 de setembro de 2025, com a planta de processamento atingindo 47% da capacidade nos primeiros 15 dias e a meta de alcançar 2,5 milhões de toneladas por ano no segundo trimestre de 2026.

Acordo reduz o passivo em 75% e inclui desconto de 75% na dívida de US$ 23 milhões junto à Equinox Gold, com amortização entre 4 e 10 anos a 2,5% ao ano.

Transação inclui Mina Pan, Projeto Gold Rock e Projeto Illipah, com fechamento previsto para o quarto trimestre de 2025, sujeito à aprovação regulatória.

Darren Hall, ex-CEO da Calibre Mining, assume o cargo substituindo Greg Smith, fundador da empresa.

Estudo sobre técnica de pré-corte em desmontes de acabamento estimou economia de aproximadamente 60 milhões de dólares ao longo da vida útil da mina Riacho dos Machados.

Fusão com Calibre Mining adicionou duas minas canadenses de longa vida útil ao portfólio, e a mina Valentine deve iniciar produção no final de agosto.

Operação criou produtora diversificada com minas em cinco países, incluindo Greenstone e Valentine no Canadá, que a tornará segunda maior produtora de ouro do país.

Projeção é pró-forma com a incorporação da Calibre Mining, prevista para fim de junho, refletindo desafios operacionais em Greenstone no Canadá.

A companhia fechou acordo para adquirir 100% da Calibre Mining, criando uma produtora diversificada de ouro com operações em cinco países nas Américas.

Vice-presidente de Finanças foi escolhida por impulsionar transformações estratégicas e pelo projeto de gestão de contratos que economizou quase R$ 10 milhões.

A combinação criará uma produtora diversificada com potencial para mais de 1,2 milhão de onças de ouro anuais em cinco países das Américas.

Parceria com FIEMA e SENAI-MA visa qualificar mão de obra para expansão da mina Aurizona em Godofredo Viana, que operará até pelo menos 2037.

Consolidação de Fazenda e Santa Luz formará o novo Complexo Bahia, enquanto na Bahia a empresa inicia desenvolvimento de portal subterrâneo em Aurizona com previsão para final de 2025.

Mina em Barrocas, Bahia, estenderá vida útil até 2033 e deverá recuperar 683 mil onças de ouro ao longo do período.

Reservas aumentaram 142% e agora totalizam 763 mil onças de ouro contido, com exploração focada também nos depósitos CLX e Canto 2.

Termo de Compromisso Preliminar obriga mineradora a contratar auditoria independente em 30 dias para avaliar bombeamento de efluentes e impactos ao rio Ribeirão e ao reservatório Bico da Pedra.

Programa com duração de 10 meses envolve 20 fornecedores de diferentes regiões e busca qualificar 100% da cadeia de suprimentos em cinco anos.

Produção recorde no trimestre reflete o aumento progressivo da Mina Greenstone, que começou a produção comercial em outubro, e a companhia estima entre 590 mil e 675 mil onças para o ano todo.

Mineradora participa da testagem rápida de 100 funcionários para detecção da doença, integrando positivos ao Programa de Doenças Crônicas e garantindo acompanhamento médico.

Investimento de R$ 900 milhões deve estender a vida útil da mina até 2037, com exploração de depósitos satélites e lavra subterrânea programada para 2028.

Conversão de nota de US$ 130 milhões pela MDC resultará em receita bruta de aproximadamente US$ 140 milhões para a empresa reduzir passivos.

Empresa mobilizou oito mil pessoas em quatro países por meio da campanha Ride to Greenstone, beneficiando sete instituições sociais no Canadá e cinco no Brasil.

Vendas de 115.423 onças no trimestre geraram receita de US$ 26,6 milhões, mas desafios geotécnicos em Aurizona e a transição para a mina de Tatajuba impactaram os resultados operacionais.

Iniciativa da Mineração Fazenda Brasileiro contempla 23 associações em três municípios baianos com investimentos em educação, saúde e geração de emprego, totalizando R$ 442 mil na 17ª edição do programa.

Empresa patrocina capacitação de 1.200 horas para fortalecer conselhos de direitos em 12 municípios mineiros, incluindo Porteirinha e Riacho dos Machados.

Guidance da empresa para 2024 aponta produção entre 660 mil e 750 mil onças, com custos de lixiviação entre US$ 1.340 e US$ 1.445 por onça.

Executiva com 23 anos de experiência em mineração e metalurgia comandará 360 funcionários diretos e mais de mil indiretos na mina MASA, reforçando o compromisso da canadense com diversidade de gênero no setor.

O incidente na cava de Piaba levou à paralisação temporária da lavra, mas a produção continua com minério estocado e a empresa planeja acelerar atividades na cava de Tatajuba para compensar possíveis impactos em 2024.

Prorrogação de seis meses em ambas as notas conversíveis visa aliviar a pressão financeira enquanto a mineradora avança na conclusão da mina Greenstone, que deve fundir ouro ainda neste trimestre.

Contribuição referente a royalties minerais e impostos somou R$ 79,3 milhões em 2023, crescimento de 12% ante o ano anterior, distribuído entre cinco operações em três estados brasileiros.

Empresa espera produzir entre 660 mil e 750 mil onças de ouro em 2024, com o projeto Greenstone programado para primeira produção no primeiro semestre.

Investimento beneficiou 14.537 pessoas em 13 municípios, com destaque para projetos exclusivos voltados ao público feminino e educação ambiental nas escolas públicas.

As operações brasileiras da empresa produziram 296.800 onças em 2023, com o projeto Greenstone previsto para primeira produção no primeiro semestre de 2024.

Receita de US$ 285 milhões, enquanto o projeto Greenstone avança 93% em conclusão, com início de operações previsto para o primeiro semestre de 2024.

Operação incluiu exercício total da opção de compra adicional de US$ 22,5 milhões, com taxa de conversão de US$ 6,30 por ação e vencimento em outubro de 2028.

No período, a companhia produziu 260.408 onças de ouro na primeira metade do ano, com receita de US$ 506 milhões e EBITDA ajustado de US$ 128 milhões.

Empresa encerrou o trimestre com fluxo de caixa operacional de US$ 195,4 milhões e guiance de 555 mil a 625 mil onças para 2023.

A mineradora reforça caixa mediante dois acordos de pré-pagamento: US$ 140 milhões com sindicato de credores e potencial de mais US$ 50 milhões com a Sandbox Royalties, garantindo liquidez para financiar sua participação na Mina Greenstone.

Parceria com a Enel Brasil vai fornecer energia das usinas eólicas Cumaru I e Cumaru V, gerando economia de até R$ 40 milhões anuais e redução de 70% nos custos energéticos das operações.

Recursos serão direcionados principalmente para a construção do projeto Greenstone, que deve iniciar a produção no primeiro semestre de 2024.

Produção de 150.439 onças no quarto trimestre e caixa de US$ 200 milhões marcam encerramento financeiramente forte, apesar de pressões operacionais durante o ano.

Tecnologia RIL (Resina em Lixiviação) viabilizou projeto que estava paralisado desde 2014, permitindo produção de 100 mil onças anuais na unidade baiana.

Conclusão da descaracterização do Lago III, realizada entre 2021 e 2024, cumpre exigência legal de eliminação de barragens construídas com método a montante.

Venda realizada no mercado de Toronto arrecadou C$ 70,4 milhões e reduziu a participação acionária de cerca de 17,88% para menos de 10% da empresa.

Oferta de até US$ 100 milhões será realizada progressivamente na TSX e NYSE American até 21 de dezembro de 2024, com recursos destinados a expansão produtiva e aquisições.

Produção atingiu 143.615 onças no terceiro trimestre de 2022, impulsionada pelo desempenho de Mesquite e entrada em produção comercial de Santa Luz no Brasil.

Retomada ocorreu após negociação com comunidade de Mezcala e retirada de bloqueios que interrompiam a produção há meses.

Substitui Christian Milau, que deixa a empresa após conduzir duas fusões e três aquisições que transformaram a companhia em produtora multi-minas diversificada.

Investimento de US$ 103 milhões inaugura primeira planta brasileira a usar resina no processo de lixiviação de ouro, com meta de produzir entre 70 e 90 mil onças do metal em 2022.

Aprovação permite retomada integral da operação em meados de julho, após paralisação de oito meses causada por atrasos nas autorizações ambientais.

Suspensão motivada por atrasos em autorização ambiental para alteamento da barragem de rejeitos, com expectativa de retomada em até dois meses após aprovação.

Marca alcançada durante toda a fase de construção da mineradora, com cerca de 1,6 mil pessoas no pico das obras.
