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White paper alerta para riscos de desabastecimento e propõe cinco pontos-chave para transformar a cadeia de baterias em um modelo circular, garantindo resiliência diante da crescente demanda global de veículos elétricos.

O feito, conduzido por dez anos pelo professor Frank Crespilho, já está em testes industriais e promete transformar o Brasil de fornecedor de matéria-prima em produtor de tecnologias de armazenamento de energia.

Usina híbrida de 6 MW com potencial de expansão para 20 MW combinará energia solar, térmica e armazenamento em baterias, gerando economia de até 15% em custos e redução de mais de 23% nas emissões de carbono.

Evento de 6 de novembro em Belo Horizonte reúne executivos de mineração para debater transição energética, valorização de rejeitos, tecnologias e desafios geopolíticos do setor.

Honraria celebra o modelo pioneiro de Lítio Verde desenvolvido pela empresa no Vale do Jequitinhonha, que opera com zero barragens, zero químicos nocivos e zero carbono.

Recondução de Ana Cabral prevê expansão de capacidade de 270 para 520 mil toneladas anuais de concentrado de óxido de lítio com a construção de segunda planta greentech em Minas Gerais.

Colaboração entre as empresas usa tecnologia de extração por solvente para recuperar lítio de alta pureza a partir de eletrodos triturados, atendendo aos rigorosos padrões de fabricantes de materiais catódicos ativos.

A tecnologia usa campos elétricos controlados e armadilhas de elétrons para aumentar a durabilidade, reduzindo resíduos e sendo aplicável a qualquer tipo de bateria, do smartphone até satélites.

A parceria com a Stryten Energy visa criar uma cadeia de suprimentos doméstica para eletrólito de vanádio e componentes de baterias de fluxo nos EUA, fortalecendo a segurança energética do país.

Investimento de US$ 48 milhões garante fornecimento de 100 mil toneladas anuais de concentrado de espodumênio por 10 anos do Projeto Shaakichiuwaanaan, que será processado pela gigafábrica da PowerCo em St. Thomas.

Projeto estruturante reunirá 27 empresas e receberá R$ 68,8 bilhões em recursos para alcançar a independência tecnológica na produção de células de íons-lítio em três anos.

Fabricante planeja investir três bilhões de reais no nordeste do Brasil para uma fábrica com unidade de processamento de fosfato de lítio e ferro, almejando conclusão em menos de dois anos.

Estudo estima o depósito em até 40 milhões de toneladas métricas, quase o dobro da maior reserva atual, e a mineração pode começar em 2026.

O investimento faz parte de um plano de gastar entre 25 a 30 bilhões de dólares em novos projetos no Brasil, Canadá e Indonésia nos próximos dez anos, com foco na produção de materiais para baterias de veículos elétricos.

Crescimento impulsionado pela demanda global por baterias para veículos elétricos elevou o faturamento de R$ 120,5 milhões em 2020 para R$ 668,1 milhões em 2022.

Segundo a BNEF, a demanda por metais para energia limpa aumentará cinco vezes até 2050, mas o setor enfrenta obstáculos como risco-país elevado, esgotamento de reservas e falta de investimentos.
Iniciativa foi apresentada em Davos e conta com participação de empresas como Tesla, BASF, Glencore e Umicore, coletando dados sobre proveniência de materiais, composição química e desempenho ambiental em toda a cadeia de valor.

Investimento vai expandir a linha de óxidos de nióbio com capacidade total de 3.000 toneladas/ano, posicionando a CBMM no mercado de baterias de carregamento ultrarrápido.

Mineradora canadense receberá a produção comercial da Mina de Santa Cruz no quarto trimestre de 2023, com planos de expansão para até 50 mil toneladas anuais de concentrado na Fase 3.

Planta HPAL em Sorowako processará limonita para produzir até 60 mil toneladas anuais de MHP, insumo para baterias de veículos elétricos, com compromisso de neutralidade de carbono até 2050.

Unidade em Schwarzheide processará massa negra de baterias usadas e começará a operar no início de 2024, gerando 30 novos empregos e reduzindo a dependência de matérias-primas mineradas.

Empresa finlandesa fundada em 2016 por ex-desenvolvedores da Nokia/Microsoft reforçará o portfólio de eletrificação e tecnologia de baterias de íon-lítio para veículos subterrâneos autônomos.

O S&P/TSX Battery Metals Index rastreará empresas canadenses produtoras de cobre, níquel, cobalto e lítio, com Teck Resources e First Quantum Minerals entre os cinco maiores constituintes do benchmark.

Acordo prevê fornecimento de até 46 GWh anuais de materiais de cátodo a partir de 2030, com capacidade de abastecer 500 mil veículos elétricos por ano.
