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Aquisição expande a área do projeto em 124%, totalizando 2.822 hectares e criando um corredor mineralizado de 11 km com teores de até 19,4% de carbono grafitizado.

Informe avaliou o potencial de grafita natural flake na Província Grafítica Bahia-Minas com dados geológicos, geoquímicos e geofísicos, gerando um mapa de favorabilidade para exploração e atração de investimentos.

Brasil tem depósitos de classe mundial de minerais críticos, como 94% das reservas globais de nióbio e um terço das de terras raras, mas apenas 30% do território está adequadamente mapeado.

Evento de 6 de novembro em Belo Horizonte reúne executivos de mineração para debater transição energética, valorização de rejeitos, tecnologias e desafios geopolíticos do setor.

Benefício fiscal de 60 anos permite a empresas mineras abater despesas com prospeccao como despesas operacionais, estimulando descoberta de novos depositos e reduzindo tributacao.

O país também é o maior detentor global de nióbio (94%), segundo colocado em grafita (26%) e terceiro em níquel (12%), conforme levantamento do Serviço Geológico do Brasil.

Levantamento cobrirá 20 mil km² na região sudeste do estado, mapeando ouro, cobre, níquel, fosfato, grafita e terras raras com resolução de 250 metros entre as linhas de voo.

Mapa identifica 114 pontos de indícios do mineral, além de 14 ocorrências e 4 minas ativas na Província Grafítica Bahia-Minas, revelando áreas de maior favorabilidade no Complexo Jequitinhonha.

Mapa integra dados de 39 ocorrências de grafita na Província Grafítica Ceará Central para guiar exploração mineral na região.

Projeto abrange 32 municípios no sudoeste baiano e inclui potencial de exploração de lítio, alumínio, grafita, urânio e ferro, posicionando-se como primeiro vale de commodities lançado no Brasil.

Primeira norma brasileira para o material busca padronizar nomenclatura, manipulação e uso em produtos industriais, abrindo caminho para um mercado projetado em mais de US$ 1,4 bilhão até 2025.

Investimento será realizado em três fases, com capacidade máxima de 50 mil toneladas anuais de concentrado esperada para 2027/28, sem necessidade de construção de barragens.

Mineradora canadense receberá a produção comercial da Mina de Santa Cruz no quarto trimestre de 2023, com planos de expansão para até 50 mil toneladas anuais de concentrado na Fase 3.
