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Faturamento recorde foi impulsionado pela valorização do ouro e cobre, que compensaram a queda nos preços do minério de ferro, maior commodity do setor.

Ouro e cobre puxam expansão, mas minério de ferro recua; exportações crescem 21,5% em valor, impulsionadas por preços internacionais, enquanto volume cresce apenas 0,9%.

Crescimento puxado principalmente pelo ouro (+65%) e cobre (+50%), enquanto o minério de ferro registrou leve retração de 2,2% no período.

Minério de ferro, ouro e cobre responderam por 74,1% da produção mineral brasileira em 2024, arrecadando R$ 5,97 bilhões em royalties.

Minério de ferro respondeu por 64,2% do faturamento total (R$ 43,9 bilhões), com exportações alcançando US$ 8,1 bilhões até março.

Empresas como Kinross (Paracatu/MG), Lundin Mining (Chapada/GO) e Ero Copper (Caraíba/BA) destacam-se na produção de ouro, cobre e minerais estratégicos, com planos de expansão nos próximos anos.

Faturamento chegou a R$ 53,9 bilhões, enquanto o recolhimento de tributos caiu 30%, impactado por taxas municipais e estaduais e pela falta de recursos na ANM.

Faturamento recuou 11% e arrecadação de tributos caiu 10,5%, enquanto Mato Grosso, Minas Gerais e Pará enfrentaram as maiores quedas entre os estados produtores.

Ouro, níquel e cobre lideraram comercialização no Estado, com Itagibá, Jacobina, Barrocas e Santaluz respondendo por mais da metade da produção mineral.

Os embarques alcançaram 198.290 toneladas com destino a Canadá, China, Finlândia e Polônia, volume 66% superior ao ano anterior.

Mina de Quellaveco, no Peru, foi responsável pela expansão, produzindo mais de 80 mil toneladas no trimestre.
Ouro, cobre e níquel foram os minerais que mais impulsionaram a arrecadação de CFEM em 2022, com destaque para os municípios de Jacobina, Itagibá, Jaguarari e Juazeiro.

Estado baiano faturou R$ 8,15 bilhões em 2021, com minério de ferro crescendo 3.243% e criando 1.305 novos empregos no setor mineral.

As cidades com maior participação na PMBC foram Jacobina (18%), Caetité (16%), Itagibá (12%), Piatã (10%), Jaguarari (6%) e Barrocas (5%).
