
Aura Minerals somou 95.557 onças equivalentes de ouro nas seis minas em operação; Serra Grande avançou 85% sobre o trimestre anterior e Borborema registrou recorde trimestral.
A Aura Minerals anuncia que produziu um total de 95.557 onças equivalentes de ouro no 3o. trimestre de 2026 nas seis minas em operação da companhia: Aranzazu, Apoena, Minosa, Almas, Borborema e MSG (Mineração Serra Grande), um novo recorde e que marca aumento de 29% na comparação com o mesmo trimestre do último ano. As vendas totalizaram 93.742 GEO. Em base comparável (excluindo a MSG), as vendas aumentaram 7% em relação ao mesmo período do ano anterior, principalmente devido a maiores vendas em Borborema e Aranzazu. Incluindo MSG, as vendas totais aumentaram 25% na comparação anual.
No acumulado dos nove meses de 2026, a Aura produziu 253.131 GEO a preços correntes e 255.268 GEO a preços constantes, representando um aumento de 26% a preços constantes em comparação ao mesmo período de 2025 e marcando o maior volume de produção para o período de nove meses na história da companhia. No período, a Aura vendeu 253.414 GEO, um crescimento de 13% excluindo MSG e de 28% em relação ao ano anterior, incluindo MSG.
Nos últimos doze meses, a preços correntes, a Aura produziu 335.198 GEO, outro recorde, um aumento de 27% em comparação ao período dos últimos doze meses do 3T25. “Como esperado, o 3T foi um claro avanço em relação ao 2T e, com o aumento adicional que esperamos para o 4T, seguimos no caminho para cumprir o Guidance do ano. O destaque foi MSG, onde a produção subiu 85% com o avanço do turnaround: o desenvolvimento subterrâneo avançou rapidamente e já iniciamos o mix de estoque de menor teor com minério de maior teor proveniente da mina subterrânea, no método de lavra bottom-up. Também conforme o planejado, Borborema entregou um trimestre forte, com teores mais altos e maior volume processado, e Aranzazu com teores mais altos”, disse Rodrigo Barbosa, CEO e Presidente da Aura.
Para o último trimestre de 2026, a expectativa é que o desenvolvimento da Cava Nosde, em Apoena, alcance áreas de maior teor conforme o plano, apesar do resultado mais baixo no 3T; em Minosa, os volumes de empilhamento já haviam retornado a níveis normais durante o 3T, preparando a mina para uma produção melhor no 4T, após o resultado mais baixo associado ao aumento anterior na altura de empilhamento da pilha de lixiviação; Borborema deve continuar elevando o volume processado à medida que eliminamos o gargalo do filtro; em Almas, a expansão da capacidade da planta segue em andamento, com a maior alimentação de minério já se refletindo nos resultados, enquanto o sequenciamento da lavra avança para áreas de maior teor; e continuaremos avançando no turnaround de MSG, juntamente com melhorias nas demais operações.
Em Era Dorada, a construção segue dentro do prazo e do orçamento, com 13,1% de avanço físico geral: a terraplenagem do plateau operacional está concluída, as obras civis do moinho e dos tanques de CIP avançam conforme o planejado e os principais equipamentos já foram contratados. O desenvolvimento subterrâneo está em andamento, com a empreiteira 60% mobilizada, a sondagem de delineamento em curso e o sistema de refrigeração da mina e os equipamentos subterrâneos já no local.
Em Aranzazu, a produção atingiu 24.920 GEO no trimestre, um aumento de 39% em comparação ao trimestre anterior, refletindo principalmente teores mais altos, em linha com o sequenciamento da lavra, e da dinâmica favorável dos preços dos metais na conversão para GEO. Em comparação ao 3T25, a produção aumentou 16%, também sustentada por teores mais altos e preços dos metais favoráveis. A preços constantes, a produção em Aranzazu foi 35% maior em comparação ao 2T26, explicada por teores mais altos decorrentes do sequenciamento de lavra, enquanto, na comparação anual, a produção foi 6% maior. No acumulado até setembro, a produção totalizou 58.497 GEO a preços correntes, uma redução de 9% em relação aos 64.271 GEO nos 9M25, refletindo principalmente teores mais baixos no primeiro semestre do ano, parcialmente compensados pelo forte desempenho do 3T. A preços constantes, a produção totalizou 60.634 GEO, 12% abaixo dos 69.040 GEO registrados nos 9M25, devido principalmente a menores teores, conforme antecipado. Aos preços do Guidance de 2026, Aranzazu encerrou o 3T26 com uma produção de 20.552 GEO, 28% acima do 2T26. Aranzazu vendeu 23.250 GEO no 3T26, volume inferior à produção, pois o último embarque do trimestre ainda estava em trânsito para a refinaria, e 57.232 GEO nos 9M26.
Em Minosa, a produção totalizou 13.344 GEO no 3T26, 7% abaixo do 2T26 e 26% abaixo do 3T25, associada principalmente à menor alimentação de minério na planta. Essa redução ainda é reflexo do aumento do nível de empilhamento na pilha de lixiviação observado no trimestre anterior. Nos 9M26, a produção totalizou 45.027 GEO, uma redução de 16% em comparação aos 9M25 (53.831 GEO), principalmente devido a esses impactos ao longo do ano. Em termos de vendas, Minosa vendeu 13.577 GEO, 11% abaixo do 2T26 e 24% abaixo do 3T25. Nos 9M26, Minosa vendeu 46.224 GEO, uma redução de 13% em comparação aos 53.189 GEO vendidos nos 9M25, enquanto Almas registrou produção de14.264 GEO no 3T26, uma queda de 12% em relação ao 2T26 e de 5% em relação ao 3T25. A redução em ambos os períodos foi impulsionada principalmente por menores teores, refletindo o processamento de minério adicional após a expansão da planta e em linha com o plano de sequenciamento de lavra. O teor caiu para 0,74 g/t no 3T26, em comparação com 0,87 g/t no 2T26 e 1,01 g/t no 3T25, enquanto a alimentação de minério na planta aumentou 3% na comparação trimestral e 31% na comparação anual. A alimentação na planta aumentou 31% em comparação ao 3T25 e 3% em comparação ao 2T26, refletindo o benefício da expansão da planta, enquanto a recuperação permaneceu estável em aproximadamente 88%. O teor processado de 0,74 g/t esteve em linha com o plano de sequenciamento de lavra, resultando em produção 12% menor que a do 2T26 e 5% menor que a do 3T25. O sequenciamento da lavra avança para áreas de maior teor no 4T. Nos 9M26, a produção totalizou 46.232 GEO, um aumento de 12% em relação aos 41.107 GEO nos 9M25, uma vez que a maior alimentação na planta, viabilizada pela expansão, mais do que compensou o impacto dos menores teores no período. Almas vendeu 14.264 GEO no 3T26, em linha com a produção, elevando as vendas dos 9M26 para 46.232 GEO.
Em Apoena, a produção totalizou 6.865 GEO no 3T26, 20% acima do 2T26, impulsionada principalmente por um aumento de 27% no teor e por maior alimentação na planta, refletindo o avanço contínuo do desenvolvimento da Fase 3 na Cava Nosde. Durante o trimestre, a operação concluiu o acesso às principais áreas de maior teor da Fase 3, que já alimentavam a planta no final do trimestre e serão a principal fonte de minério no 4T. Em comparação ao 3T25, a produção caiu 26%, principalmente devido à menor alimentação na planta e a menores taxas de recuperação. Nos 9M26, a produção total foi de 20.094 GEO, uma redução de 24% em comparação ao mesmo período do ano anterior (26.343 GEO), principalmente devido à menor alimentação de minério na planta e a menores teores. No trimestre e nos 9M26, Apoena vendeu o mesmo volume produzido. Em Borborema, a produção totalizou 22.842 GEO, um recorde trimestral para a operação e 60% acima do trimestre anterior, representando aproximadamente 24% da produção total da Aura no 3T26. O aumento foi impulsionado por teores mais altos, com alta de 42% (de 1,16 g/t para 1,65 g/t), refletindo o acesso a áreas de maior teor, em linha com o plano de lavra. Com a melhora do desempenho da filtragem, a alimentação de minério na planta aumentou 14% na comparação trimestral. Nos 9M26, a produção total foi de 54.194 GEO. No trimestre, Borborema vendeu 22.454 GEO, também um recorde trimestral, totalizando 53.602 GEO nos 9M26.
Em MSG, a produção totalizou 13.321 GEO, um aumento de 85% comparado ao 2T26. Esse aumento da produção foi impulsionado por teores mais altos, de 0,90 g/t no 2T26 para 1,19 g/t no 3T26, e por maior alimentação de minério na planta, que aumentou 28% na comparação trimestral, além de uma melhora de 1,9 p.p. na recuperação, que atingiu 89,6%. Tanto o teor mais alto quanto a maior alimentação de minério na planta foram resultados do turnaround da mina, com a infraestrutura subterrânea e a transição para o método de lavra bottom-up avançando conforme o planejado. Após o primeiro semestre de 2026 focado no desenvolvimento da mina, espera-se que a contribuição dessas áreas para a alimentação da planta aumente gradualmente, em linha com o plano de levar MSG à plena capacidade. Nos 9M26, a produção atingiu 29.087 GEO. Em relação às vendas, MSG vendeu 13.332 GEO no 3T26, totalizando 30.030 GEO nos 9M26.







