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AURA MINERALS

Produção de ouro cresce 37% no primeiro trimestre

Produção de ouro cresce 37% no primeiro trimestre

As vendas atingiram 81.368 onças equivalentes de ouro, impulsionadas pelos preços elevados do metal e pela contribuição de 34% da receita total por Borborema/MSG.

A Aura Minerals produziu 82.137 onças equivalentes de ouro (GEO) no primeiro trimestre de 2026 e cresceu 37% em relação ao mesmo período do último ano a preços correntes dos metais. A produção em Almas alcançou 15.838 GEO (+21% sobre o 1T25), enquanto Borborema somou 17.101 GEO (progresso do ramp-up com maior taxa de processamento) e MSG, 8.580 GEO no trimestre, respectivamente. As vendas atingiram 81.368 GEO no primeiro trimestre de 2026, alta de 1% frente ao 4T25 e 35% em relação ao 1T25 a preços correntes, principalmente em função do maior volume de produção, apesar do impacto negativo da conversão de GEO em Aranzazu.

A receita líquida da Aura totalizou recorde de US$ 382.606, um acréscimo de 19% frente ao 4T25 e 136% em relação ao 1T25, impulsionada pelos preços mais elevados do ouro e pela produção; Borborema/MSG contribuíram com 34% da receita total no 1T26. Já o Ebitda Ajustado recorde foi de US$ 243.868 no trimestre (sétimo recorde trimestral consecutivo), um incremento de 17% frente ao 4T25 e 199% em relação ao 1T25. Impulsionado por maior produção/vendas e preços dos metais. “No primeiro trimestre de 2026, a Aura deu mais um passo firme em suas três principais frentes de criação de valor: avançamos o crescimento da produção por meio da Mina de Borborema, recém-construída, e do trabalho contínuo para melhorar as condições da mina em nosso projeto MSG, adquirido recentemente, além de entregar um expressivo crescimento nas Reservas Minerais, com as Reservas Provadas e Prováveis, crescendo de 3,4 milhões de GEO para 7,2 milhões de GEO desde o nosso IPO na Nasdaq”, disse Rodrigo Barbosa, Presidente e CEO da Aura.

O executivo complementa dizendo que a liquidez, com o volume médio diário negociado, aumentou, passando de US$ 31 milhões no 4T25 para US$ 94 milhões no 1T26. “Além disso, obtivemos a licença para início da construção de Era Dorada, seguida da aprovação plena pelo Conselho; em Borborema, também obtivemos aprovação para a relocação da rodovia pelo DNIT, permitindo o aumento das Reservas Minerais e o início do planejamento para uma possível expansão. Esse progresso, combinado com um EBITDA recorde de US$ 244 milhões, nos permitiu anunciar mais um dividendo recorde de ~US$ 65 milhões, ou US$ 0,78 por ação, no trimestre. Olhando para frente, esperamos um segundo semestre mais forte, impulsionado pelo sequenciamento favorável das minas, que reforça nosso Guidance para o ano. Continuamos avançando a construção de Era Dorada, as expansões em Almas e Borborema, e a atualização do estudo de viabilidade de Matupá”, concluiu Barbosa.

O preço médio realizado do ouro atingiu S$ 4.873/oz no trimestre (+19% frente ao 4T25, +70% em relação ao 1T25), enquanto o Preço médio realizado do cobre alcançou US$5,81/lb (+12% frente ao 4T25, +27% em relação ao 1T25). O AISC do 1T26 foi de US$ 1.829/GEO, alta de 20% frente ao 4T25 a preços correntes e de 25% em relação ao 1T25, principalmente em função da adição da MSG (US$ 3.735/GEO), bem como da conversão de GEO em Aranzazu, sequenciamento da mina em Apoena e impacto negativo do câmbio, devido à expressiva valorização do Real brasileiro e do Peso mexicano. A preços constantes do 1T25 e excluindo a MSG, o AISC foi de US$ 1.512/GEO, aumento de 4% em relação ao 1T25 e de 11% frente ao 4T25. A Companhia espera que o AISC consolidado de 2026 fique dentro do intervalo do Guidance da Companhia (US$1.720 – US$1.865/oz), com redução esperada principalmente no segundo semestre, à medida que a produção aumenta e as iniciativas de redução de custos na MSG começam a apresentar resultados. A Geração Recorrente de Fluxo de Caixa Livre no 1T26 totalizou US$ 94.852, em linha com o 4T25 e 253% acima do 1T25, impulsionado pelo EBITDA Ajustado recorde, parcialmente compensado por pagamentos anuais de impostos, perdas realizadas com hedge de ouro (US$33 milhões) e consumo temporário de capital de giro (principalmente contas a pagar e estoque em processo). O lucro líquido foi de US$ 95,2 milhões, apesar das perdas não caixa relacionadas ao MTM dos collars de ouro (US$24 milhões). Excluindo as perdas não caixa, o Lucro Líquido Ajustado foi positivo em US$ 109,5 milhões, impulsionado pela melhora nos resultados das operações e menores despesas financeiras frente ao 4T25 e ao 1T25, além de menores impostos correntes em Borborema e Almas, em função de benefícios fiscais no Brasil (Sudene e Sudam). Já a dívida líquida atingiu US$ 115.181 (0,16x Dívida Líquida/EBITDA LTM) no primeiro trimestre de 2026.

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