
A South Star informa que está se preparando para iniciar a operação, nas próximas semanas, da planta que integra a Fase 1 do seu projeto de grafite Santa Cruz, no estado da Bahia. A previsão é que a planta esteja concluída até o final de junho, seguido por mais seis semanas de comissionamento e ramp up.
Quando a operação da Fase 1 estiver estabilizada, a planta deverá produzir a uma capacidade de 1 mil toneladas/mês de grafite, podendo chegar a até 13 mil t/ano. A empresa informa que as licenças ambientais para as Fases 2 e 3 da Mina de Grafite de Santa Cruz já foram aprovadas para até 50 mil toneladas/ano de concentrado. As licenças ambientais para as fases 2 e 3 foram aprovadas com condições geralmente alinhadas com a licença da Fase 1 e são consistentes com os programas atuais de envolvimento ambiental e comunitário já em andamento, segundo a empresa.
Os próximos passos em 2024 incluem o avanço do Estudo de Viabilidade de Santa Cruz NI 43-101, que será feito com base no Estudo de Pré-viabilidade divulgado anteriormente, em 2021. O Estudo de Viabilidade avançará as operações de Santa Cruz com uma instalação de planta de projeto modular em fases e incluirá os seguintes marcos: Aproximadamente 4.000 m de perfuração diamantada e de circulação reversa; Estimativa atualizada de recursos/reservas; Planos de mina atualizados; Otimizações de fluxograma; Expansão da produção de concentrado de grafite em flocos naturais; Fase 1: 5 mil tpa, escalando para 13 mil tpa; Fase 2: módulo +25 mil tpa; Fase 3: módulo +25.000 tpa; Infraestrutura e acesso; OPEX e CAPEX do Projeto.
Santa Cruz será a primeira nova produção de grafite nas Américas desde 1996. A produção da Fase 2 (25.000 tpa) é parcialmente financiada e planejada para 2026, enquanto a Fase 3 (50.000 tpa) está programada para 2028.
Com o anúncio do início de produção, as ações da empresa na bolsa canadense tiveram boa valorização.
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