Aura Minerals distribuirá US$ 10,1 milhões a acionistas

11/06/2023
Dividendo é baseado nos resultados financeiros esperados da Aura para os primeiros seis meses do ano

 

O Conselho de Administração da Aura Minerals aprovou o pagamento de dividendos de US$ 0,14 por ação (aproximadamente US$ 10,1 milhões no total). De acordo com a política de dividendos mínimos da Aura, o dividendo é em respeito e baseado nos resultados financeiros esperados da Aura para os seis meses do exercício social findo em 30 de junho de 2023.

O dividendo pago pela Aura Minerals corresponde a 20% do Ebitda ajustado estimado para o semestre vigente menos gastos de capital de manutenção e gastos de capital de exploração para o mesmo período. O valor do dividendo é baseado nos resultados auferidos do primeiro trimestre deste ano e nos resultados esperados para o segundo trimestre, incluindo produção esperada, custos de caixa e Capex de manutenção e exploração para o período.

O dividendo será pago em 28 de junho de 2023 para os acionistas presentes nos livros da TSX Trust Company, escriturador da Companhia e agente de transferência no Canadá, no fechamento dos negócios em 21 de junho de 2023. Todos os acionistas registrados receberão o dividendo em dólares americanos. Os detentores de Brazilian Depositary Receipts (BDRs) registrados na Data Base receberão até 12 de julho de 2023 o pagamento do dividendo equivalente em Reais, com base em uma taxa de câmbio de mercado a ser divulgada em um futuro Comunicado ao Mercado, antes de sua data de pagamento.

“Temos o prazer de anunciar o dividendo semestral, reafirmando nosso compromisso em entregar retornos sustentáveis aos nossos acionistas. O ano de 2023 é importante para mostrarmos nossa capacidade de crescer e pagar dividendos”, diz Rodrigo Barbosa, Presidente e CEO da Aura. O executivo comentou ainda que a empresa avança nos projetos de crescimento com a conclusão da construção da operação Almas, no Tocantins, dentro do prazo e sem desvio material em relação ao orçamento e com a expectativa de iniciarmos sua produção comercial no terceiro trimestre, além de dar prosseguimento aos projetos de Borborema e Matupá, no Mato Grosso, com o objetivo de entregar a meta de produzir 450.000 GEO anualizadas em 2025.

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