
Acordo temporário com a CELBA permite retomada à capacidade máxima, mas deixa prejuízo estimado entre US$ 75 milhões e US$ 100 milhões no terceiro trimestre.
Após a aprovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Alunorte firmou um acordo temporário com sua fornecedora de gás, a CELBA, referente ao acesso ao terminal. Consequentemente, a refinaria iniciou o aumento da produção de alumina. A refinaria Alunorte havia reduzido temporariamente a produção de alumina como medida de contingência, após a CELBA notificá-la sobre interrupções no fornecimento de gás natural. A Alunorte chegou a um acordo com a CELBA para o acesso temporário ao terminal, enquanto busca uma solução de longo prazo.
Com o acordo estabelecido, a produção de alumina na Alunorte está sendo ampliada para atingir sua capacidade máxima. A perda de produção durante o período de redução é estimada entre 100.000 e 120.000 toneladas. O impacto financeiro potencial para o segmento de Bauxita e Alumina no terceiro trimestre de 2026, decorrente da redução da produção e da compra de gás a preços superiores aos contratuais, pode variar entre US$ 75 milhões e US$ 100 milhões.







