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A operação de classe mundial está localizada em Pecém, com capacidade de 3 milhões de toneladas e potencial para expansão em produção primária e laminação, além de se posicionar como polo siderúrgico de baixo carbono.

Operação no valor de US$ 2,2 bilhões, aprovada pelo CADE sem restrições, adiciona 3 milhões de toneladas de capacidade produtiva de aço ao Brasil.

Parceria com universidades e empresa especializada busca desenvolver novas aplicações nobres para agregados siderúrgicos, diversificando destinações além das cimenteiras.
Transação avaliada em aproximadamente US$ 2,2 bilhões deve ser concluída até o final de 2022, após aprovações regulatórias, adicionando 3 milhões de toneladas de capacidade de produção de placas de alta qualidade.

Fornecedor local comercializa até 80 toneladas mensais de sucata ferrosa e gera renda para mais de 100 famílias de trabalhadores do segmento.

Desde 2012, o projeto já reflorestou 412 hectares com 320 mil mudas de espécies nativas, incluindo o Gonçalo-alves, em parceria com a Estação Ecológica do Pecém.

Mineradora reafirma que CSP é ativo non-core, mas afirma que nenhuma decisão foi tomada até o momento sobre a venda de sua participação.

Programa parceiro com Senai-CE já formou mais de 380 jovens, com 56,2% dos aprendizes absorvidos pela siderúrgica.

Paula é Mestre pela Universidade Federal do Ceará (UFC), analista de produção na Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP).

Com investimento, mentalidade sustentável e trabalho permanente, a CSP recicla atualmente 99,3% (média de 2020) de seus resíduos sólidos.

Na CSP, os aprendizes fazem o curso de Operador de Processo Siderúrgico, ministrado em parceria com o SENAI.

As conquistas credenciam a siderúrgica a fornecer ao mercado de construção naval italiano e de vasos de pressão do mercado europeu.
