
Contato do ferro-gusa com o solo úmido na Usina Presidente Vargas gerou a nuvem; não houve feridos e a produção segue normal, segundo a empresa e os bombeiros
A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) observou, em 28 de outubro, por volta das 13h30, uma reação química durante uma operação de descarregamento de ferro-gusa de um carro-torpedo no Poço de Tombamento de Escória na Usina Presidente Vargas, em Volta Redonda, no Rio de Janeiro. O contato do material em alta temperatura com excesso de umidade no solo ocasionou uma reação com emissão de fumaça visível no entorno da usina.
A companhia informa que não houve vítimas, feridos, danos ambientais ou quaisquer impactos em relação à produção na usina, que segue operando normalmente. A CSN manterá seus acionistas e o mercado em geral devidamente informados caso haja alguma atualização sobre esse caso.
O Corpo de Bombeiros também se manifestou por nota sobre o acidente: “O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro foi acionado, na tarde desta quarta-feira (28/10), para uma ocorrência na Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em Volta Redonda. Segundo informações repassadas pelo chefe do setor de segurança da Brigada de Incêndio, houve uma reação química no poço de gusa, que provocou um deslocamento de ar. A brigada da CSN atuou no combate aos focos iniciais de incêndio. As equipes do CBMERJ realizaram uma varredura na área e confirmaram que não há vítimas, nem chamas no local”.







