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Instalação de Laminador de Tiras a Frio e Linha de Revestimento Contínuo na Unidade Tubarão deve gerar 3 mil empregos na fase de construção e começar a operar no primeiro semestre de 2030.

China liderou a produção global com 83,7 milhões de toneladas, enquanto o Brasil registrou crescimento marginal de 0,1% em junho.

Material desenvolvido com apoio da Fapesp pode reduzir em até 45% o custo logístico do transporte de gases em cilindros especializados.

Produção doméstica de minério de ferro recua 13,5%, enquanto superávit global eleva estoques a 160 milhões de toneladas com exportações brasileiras em trajetória ascendente.

Fornecimento de 16 mil toneladas de chapas grossas será utilizado na construção de nove módulos de cais, oito pontes metálicas e seis flutuantes intermediários para modernizar a principal estrutura portuária da capital amazonense.

Queda impulsionada por bloqueio geopolítico no Estreito de Ormuz e choque de custos com carvão metalúrgico, com recuperação improvável até o terceiro trimestre de 2026.

China registrou queda de 2,8% enquanto Brasil avançou 2,8%, ambos em abril, consolidando a heterogeneidade das regiões produtoras globais.

Banco de dados contém informações de mais de 160 locais no mundo representando 356 milhões de toneladas de produção, com dados disponíveis em ecoperfis e conjuntos completos de ICV.

Reciclagem de uma tonelada evita o consumo de 1.400 kg de minério de ferro, 740 kg de carvão e 120 kg de calcário, reduzindo custos e dependência de matérias-primas na indústria siderúrgica.

China registrou queda de 6,3% na produção em março, enquanto Brasil caiu 2,5% no mesmo mês e no primeiro trimestre o recuo global chegou a 2,3%.

Previsão aponta crescimento de 0,3% em 2026 e 2,2% em 2027, mas conflito no Oriente Médio pode reduzir demanda da região, enquanto China desacelera contrações e economias desenvolvidas retomam expansão.

China lidera a produção com 76,1 milhões de toneladas, mas enfrenta queda de 3,6% comparada ao mesmo período do ano anterior.

China registrou queda de 13,9%, enquanto Índia (10,5%), Irã (15,1%) e Alemanha (15,0%) cresceram na produção de aço bruto.

Reorganização unifica CNPJs sob nova marca e prevê crescimento de até 8% em 2026, impulsionado por expansão na América Latina e estudos para entrada nos EUA.

Decisão do Gecex elevou para 25% a alíquota de importação para nove NCMs de produtos de aço, como resposta ao excesso de capacidade global e práticas de subsídios chineses.

Gargalos na classificação fiscal e escolha inadequada de portos comprometem prazos e custos, segundo especialista em comércio internacional.

Queda foi puxada principalmente pela China, que produziu 10,3% menos aço em dezembro comparado ao mesmo mês de 2024, enquanto Índia e Irã registraram crescimento.

China registra o maior recuo entre produtores globais, enquanto Índia e Irã expandem suas operações.

Importações recordes de laminados — crescimento de 20,5% — devem alcançar 5,7 milhões de toneladas, maior volume em 15 anos.

China liderou a queda global com redução de 12,1%, enquanto produção acumulada em 2025 recua 2,1% ante o mesmo período de 2024.
Recuperação de 1,3% é prevista para o próximo ano, segundo perspectiva de curto prazo da Associação Mundial do Aço, impulsionada por crescimento em economias em desenvolvimento como Índia e Vietnã.
Enquanto a Índia cresceu 13,2%, China e Brasil registraram quedas — a produção acumulada no ano caiu 1,7% ante 2024.

Revisão aponta ouro com suporte de redução de juros nos EUA e demanda de bancos centrais, enquanto cobre e prata recebem pressão de dinâmica mista entre demanda asiática e incertezas comerciais.

Investimento de R$ 67 bilhões até 2030 busca eliminar barragens, reduzir emissões e implementar mineração circular nos complexos operacionais do Estado.

Processo MIDREX representou 54,1% da produção global e alcançou 76,2 milhões de toneladas, ambos recordes anuais.

Iniciativa busca engajar toda a cadeia de fornecedores na redução das emissões indiretas (Escopo 3), que representam 78% do total de gases de efeito estufa da siderúrgica.

China registrou queda de 4% na produção, enquanto Brasil recuou 5,5% no mês, puxando a redução global para o acumulado do ano.

Produtos siderúrgicos já tributos em 50% nos EUA e aumento preocupa a indústria de transformação, que vê retração na demanda desde abril.

Comércio indireto de aço — via produtos manufaturados como máquinas, automóveis e eletrodomésticos — alcançou 392 milhões de toneladas em 2023, equivalendo a 95% das exportações diretas do metal.

Venda de ações para o Vera Cruz Fundo de Investimentos reduz a participação da siderúrgica para cerca de 5% do capital social da Usiminas.

Margem Ebitda ajustada chegou a 14,6%, com América do Norte contribuindo com 61% do Ebitda consolidado, enquanto empresa avança 72% em plataforma de mineração sustentável em Ouro Preto.

Decreto assinado em 30 de julho cria duas categorias de produtos: matérias-primas essenciais para a siderurgia americana ficam protegidas, enquanto rochas ornamentais e itens de maior valor agregado enfrentam sobretaxas de 50%.

Investimento será desembolsado em etapas, com R$ 80 milhões previstos para 2026 e conclusão da obra em 2029.

Solução de suspensão automotiva usa 100% de aço reciclado e energia renovável, com metas de reduzir emissões de CO₂ em 30% até 2030.

China lidera queda com retração de 9,2%, enquanto Brasil recua apenas 0,5% no mês.

Sergio Leite de Andrade, que presidiu a Usiminas entre 2016 e 2022, faleceu no último dia 14 de julho, deixando um legado de quase 50 anos dedicados ao desenvolvimento da indústria siderúrgica brasileira.

Tarifa entra em vigor em 1º de agosto e já provocou retração nas exportações desde abril, afirma Ricardo Martins, presidente da entidade.

Medida prorrogada por um ano mantém alíquota de importação em 25% para seis produtos processados, buscando frear a competição internacional desleal.

A tarifa foi aumentada de 25% para 50% pelos americanos, afetando 60% das exportações brasileiras de aço e 16,8% de alumínio que têm os Estados Unidos como destino.

Brasil registrou produção de 2,6 milhões de toneladas no mês, queda de 3,1% ante abril de 2024, enquanto a China manteve-se estável em 86 milhões de toneladas.

Dados do primeiro quadrimestre mostram queda de 0,3% na produção, mas aumento de 8,4% no consumo aparente, enquanto importações crescem 27,5%.

China respondeu por 78,9 milhões de toneladas e registrou queda de 3,3%, enquanto Brasil produziu 2,7 milhões de toneladas no mês.

Consumo aparente do mercado interno cresceu 11,4% ante janeiro de 2024, mas confiança dos CEOs do setor caiu para 34,7 pontos em fevereiro.

China liderou a queda com redução de 5,6%, enquanto Brasil recuou 4,5% e Índia foi destaque com avanço de 6,8% na produção.

Instituto argumenta que Brasil cumpriu integralmente as cotas de exportação acordadas em 2018 e defende retomada do acordo ante a nova tarifa de 25%.

Sobretaxa de 25% pode reduzir exportações brasileiras de US$ 5,7 bilhões em aço e prejudicar importações de equipamentos e peças americana que dependem da siderurgia local.

Decisão afeta principalmente Brasil, Canadá e México, maiores fornecedores de aço para os EUA, e pode desencadear retaliações comerciais da União Europeia.

Produção de aço bruto atingiu 33,7 milhões de toneladas, mas confiança do setor caiu para o terceiro mês seguido, a 42,4 pontos, enquanto importações bateram recorde histórico.

China liderou com 78,4 Mt, enquanto Brasil registrou crescimento de 1,9% no mês, apesar da retração acumulada no ano.

Produção deve atingir 33,8 milhões de toneladas em 2024, mas importações de laminados crescem 24% devido à forte pressão de produtos chineses.

China liderou a produção com 81,9 milhões de toneladas em alta de 2,9%, enquanto Brasil registrou crescimento de 16,2% para 3 milhões de toneladas no mês.

A produção brasileira cresceu 6% entre janeiro e outubro em relação ao mesmo período de 2023, enquanto o consumo aparente de produtos siderúrgicos atingiu 22 milhões de toneladas.

Produção da China despencou 6,1% no mês, enquanto o Brasil foi destaque com crescimento de 9,9%, acumulando 2,8 milhões de toneladas em setembro.

Laminados puxaram o crescimento com 7,0%, enquanto exportações encolheram 13,1% e importações avançaram 24% nos primeiros nove meses do ano.

Previsão aponta queda de 0,9% em 2024, mas recuperação de 1,2% em 2025, com Índia mantendo crescimento robusto enquanto China segue enfrentando crise imobiliária.

Memorando de entendimento inclui avaliação de combustíveis de baixo carbono, hidrogênio, captura de CO2 e produção de aço por redução direta a gás natural.

Companhia esclarece que o processo investiga apenas importações da China e não altera a tarifa de importação de folhas metálicas, mantida em 10,8%.

Manifesto assinado pela Abeaço e apoiadores afirma que elevação de alíquotas beneficiaria apenas a CSN, impactando preços de alimentos como sardinha, atum e leite em pó.

China lidera a queda com recuo de 9%, enquanto Brasil cresce 11,6% no mês e acumula leve queda de 0,7% no ano.
