PUBLICIDADE
AÇO

Produção mundial cai 4,7% em setembro, puxada pela China

Por evando
Produção mundial cai 4,7% em setembro, puxada pela China

Produção da China despencou 6,1% no mês, enquanto o Brasil foi destaque com crescimento de 9,9%, acumulando 2,8 milhões de toneladas em setembro.

A worldsteel divulgou que a produção mundial de aço bruto alcançou 143,6 milhões de toneladas em setembro de 2024, uma queda de 4,7% em relação ao mesmo mês do último ano. A Ásia e a Oceania produziram 105,3 milhões de toneladas em setembro, um recuo de 5% sobre setembro de 2023. Apenas a China produziu 77,1 milhões de toneladas, 6,1% a menos que em setembro do ano passado, enquanto a Índia produziu 11,7 milhões de toneladas no mês, um leve recuo de 0,2% sobre o mesmo mês do último ano. Japão e Coreia do Sul produziram 6,6 milhões de toneladas e 5,5 milhões de toneladas de aço bruto em setembro, respectivamente, com queda de 5,8% e crescimento de 1,3% na comparação com o mesmo mês de 2023.

Os países do Bloco Europeu produziram 10,5 milhões de toneladas de aço em setembro de 2024, ou 0,3% a mais que no mesmo mês de 2023. O destaque fica para a Alemanha, com produção de 3 milhões de toneladas e aumento de 4,3% sobre setembro de 2023. Países europeus, como Bósnia-Herzegovina, Macedônia, Noruega, Sérvia, Turquia e Reino Unido, produziram 3,6 milhões de toneladas, um crescimento de 4,1% sobre setembro de 2023. A Turquia produziu 3,1 milhões de toneladas, 6,5% a mais que em setembro do ano passado.

A África – Egito, Líbia e África do Sul – produziu 1,9 milhão de toneladas de aço bruto em agosto, 2,6% superior na comparação com setembro do último ano. Já os países da CIS produziram 6,8 milhões de toneladas, um decréscimo de 7,6%, com destaque para a Rússia, que teve um volume de produção estimada de 5,6 milhões de toneladas, o que representa um recuo de 10,6% na comparação com um ano antes.

Os países do Oriente Médio - Irã, Catar, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos – registraram produção de 3,5 milhões de toneladas de aço bruto, 23% a menos que em setembro de 2023. O Irã teve produção estimada de 1,5 milhão e despencou 41,2% no mês.

A produção na América do Norte registrou ligeira queda de 3,4% em setembro de 2024, somando 8,6 milhões de toneladas. Apenas os Estados Unidos produziram 6,7 milhões de toneladas, 1,2% a mais que em setembro de 2023, enquanto a produção na América do Sul alcançou 3,5 milhões de toneladas, 3,3% a mais do que em setembro de 2023. O Brasil produziu 2,8 milhões de toneladas e cresceu 9,9% na comparação com o mesmo mês do ano passado. No acumulado do ano até setembro, a produção mundial de aço bruto somou 1.394 bilhão de toneladas, o que representa um retrocesso de 1,9% em relação ao mesmo período do último ano.

VEJA TAMBÉM

Produção mundial recua 0.3%  e soma quase 150 milhões de t em julho

Produção mundial recua 0.3% e soma quase 150 milhões de t em julho

China liderou a produção global com 76,9 milhões de toneladas, mas registrou queda de 3,6% em relação a julho de 2025.

24/08/2026
Votorantim vende controle da Nexa Resources para a sueca Boliden

Votorantim vende controle da Nexa Resources para a sueca Boliden

Transação estruturada como troca de ações fará a Boliden deter 64,68% da Nexa, enquanto Votorantim receberá aproximadamente 7% do capital da sueca e direito de indicar conselheiro.

27/08/2026
Tungstênio quadruplica de preço e recoloca o Seridó no mapa mineral global

Tungstênio quadruplica de preço e recoloca o Seridó no mapa mineral global

Exportações do estado quadruplicaram em valor no primeiro semestre de 2026, atingindo US$ 6,8 milhões, elevando o tungstênio para a segunda commodity que mais arrecada royalties minerais no RN.

26/08/2026

Artigos Relacionados

Votorantim vende controle da Nexa Resources para a sueca Boliden
NEGÓCIOS
Votorantim vende controle da Nexa Resources para a sueca Boliden

Transação estruturada como troca de ações fará a Boliden deter 64,68% da Nexa, enquanto Votorantim receberá aproximadamente 7% do capital da sueca e direito de indicar conselheiro.

27 de agosto, 2026
Tungstênio quadruplica de preço e recoloca o Seridó no mapa mineral global
MINERAIS CRÍTICOS
Tungstênio quadruplica de preço e recoloca o Seridó no mapa mineral global

Exportações do estado quadruplicaram em valor no primeiro semestre de 2026, atingindo US$ 6,8 milhões, elevando o tungstênio para a segunda commodity que mais arrecada royalties minerais no RN.

26 de agosto, 2026
Vinte e um projetos, uma mina, nenhuma refinaria
TERRAS RARAS
Vinte e um projetos, uma mina, nenhuma refinaria

Portfólio de projetos do metal alcalino não inclui ainda uma unidade de beneficiamento, etapa crítica para agregação de valor na cadeia produtiva.

25 de agosto, 2026
Geopolítica redefine estratégias da mineração e reforça Brasil na transição energética
EXPOSIBRAM 2026
Geopolítica redefine estratégias da mineração e reforça Brasil na transição energética

Talk-show na Exposibram 2026 debateu como transformações globais redefinem planejamento estratégico e avaliação de riscos nas mineradoras, destacando posição central do Brasil em minerais críticos para transição energética.

25 de agosto, 2026
Produção mundial recua 0.3%  e soma quase 150 milhões de t em julho
AÇO
Produção mundial recua 0.3% e soma quase 150 milhões de t em julho

China liderou a produção global com 76,9 milhões de toneladas, mas registrou queda de 3,6% em relação a julho de 2025.

24 de agosto, 2026
Projeto Colossus, da Viridis, deve custar  US$ 449 milhões
TERRAS RARAS
Projeto Colossus, da Viridis, deve custar US$ 449 milhões

O DFS revela perspectivas impressionantes: TIR pré-impostos de 47%, VPL de US$ 1,866 bilhão e payback em apenas 2,7 anos, com produção anual de 2.843 toneladas de neodímio-praseodímio.

20 de agosto, 2026
Metso investe em centro de serviços em Minas Gerais
FORNECEDORES
Metso investe em centro de serviços em Minas Gerais

Investimento de 45 milhões de euros na modernização de centros de serviços na América do Sul inclui nova unidade que começará a operar no primeiro trimestre de 2028.

19 de agosto, 2026
Estudo prevê que valor da produção mineral brasileira pode chegar a R$ 535 bilhões em 2035
VALE
Estudo prevê que valor da produção mineral brasileira pode chegar a R$ 535 bilhões em 2035

Relatório produzido com a Accenture projeta que a arrecadação fiscal da mineração pode saltar de R$ 750 bilhões para R$ 1,3 trilhão entre 2026 e 2035.

18 de agosto, 2026