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No acumulado de 2026, as vendas alcançaram 39 milhões de toneladas, impulsionadas pelo desempenho das regiões Norte e Nordeste.

Com margem de US$ 3.131 por onça, a empresa reafirma projeção de 2 milhões de onças em 2026 e mantém plano de devolver 40% do fluxo de caixa livre aos acionistas.

Queda foi impulsionada principalmente pela manutenção programada da planta de Kumba e pelo menor teor de minério em Minas-Rio, parcialmente compensada pelos aumentos em cobre e diamantes brutos.

China liderou a produção global com 83,7 milhões de toneladas, enquanto o Brasil registrou crescimento marginal de 0,1% em junho.

Resultado foi impulsionado pela recuperação operacional em Inmaculada e San Jose, que geraram robusto fluxo de caixa, enquanto a mineradora avança com projetos de expansão no Peru e Brasil.

Empresa registrou crescimento de 1% em minério de ferro e aumentos de 6% em cobre e 4% em níquel no 2º trimestre de 2026, com destaques para recordes em Salobo e Long Harbour.

Mina retomou operações em março de 2026 e já responde por cerca de 4 mil onças no trimestre, processando 50.190 toneladas com teor médio de 2,94 g/t Au.

Resultado representa o maior volume de produção em um primeiro semestre da história da companhia, com previsão de superar 600 mil onças anuais nos próximos anos.

Entrega de 35 mil toneladas superou a previsão inicial, reforçada pela execução de modernizações operacionais que atingiram 70% de recuperação de lítio.

Volume de vendas por dia útil cresceu 3,5% ante maio de 2025, sustentado pelo aquecimento do mercado imobiliário e pela aceleração de projetos rodoviários em pavimento rígido.

Banco de dados contém informações de mais de 160 locais no mundo representando 356 milhões de toneladas de produção, com dados disponíveis em ecoperfis e conjuntos completos de ICV.

Resultado foi impactado principalmente pela sazonalidade entre o quarto e o primeiro trimestre, além de chuvas intensas que reduziram as compras de terceiros, enquanto a produção própria cresceu 6,7% na comparação anual.

Fluxo de caixa livre atingiu recorde de US$ 1,2 bilhão no primeiro trimestre, quase o triplo do valor do mesmo período do ano anterior.

A produção chegou a 3,8 milhões de toneladas, com crescimento de 18% e consolidação de novo patamar operacional, enquanto a empresa planeja investir R$ 13,8 bilhões para atingir 100% de sua capacidade até 2028.

As vendas atingiram 81.368 onças equivalentes de ouro, impulsionadas pelos preços elevados do metal e pela contribuição de 34% da receita total por Borborema/MSG.

Receita atingiu US$ 1.159 bilhão no primeiro trimestre, com fluxo de caixa livre operacional de US$ 380 milhões, enquanto a companhia avança em iniciativas de crescimento, incluindo o Projeto Vicuña, maior descoberta de cobre dos últimos trinta anos.

No trimestre, a margem por onça de ouro vendida atingiu recorde histórico de US$ 3.476, impulsionada principalmente pela mina de Paracatu.

No trimestre, o Minas-Rio entregou 6,4 milhões de toneladas do minério premium, enquanto a produção de níquel em Goiás sofreu com paradas programadas de manutenção.

China lidera a produção com 76,1 milhões de toneladas, mas enfrenta queda de 3,6% comparada ao mesmo período do ano anterior.

Produção consolidada de cobre atingiu 64.307 toneladas e ouro somou 52.290 onças, com EBITDA ajustado de US$ 409,7 milhões, aumento de 90% ante ano anterior.

China registrou queda de 13,9%, enquanto Índia (10,5%), Irã (15,1%) e Alemanha (15,0%) cresceram na produção de aço bruto.

Capex de US$ 603 milhões será aplicado principalmente na conclusão da planta de filtragem de rejeito e na substituição de equipamentos do Minas-Rio.

Empresa produziu 316 mil toneladas em 2025 com custos operacionais 48% abaixo da previsão, e projeta aumento de 6% na produção consolidada de zinco entre 2026 e 2028.

A produção anual chegou a 9.150 toneladas, impulsionada pela melhoria operacional que permitirá adiar a parada anual do forno para meados de 2026.

Cobre teve queda de 14% em relação ao ano anterior, enquanto minério de ferro premium subiu 6% e níquel cresceu 3% no trimestre.

A companhia projeta crescimento de até 20% na produção de cobre para 2026, com investimentos entre US$ 245 e US$ 280 milhões no portfólio operacional.

Produção de 15,11 milhões de toneladas em 2025 faz mineradora atingir seu pico desde dezembro de 2020, com planos de investimento de R$ 13,8 bilhões para alcançar 100% de capacidade até 2028-2029.

Queda foi puxada principalmente pela China, que produziu 10,3% menos aço em dezembro comparado ao mesmo mês de 2024, enquanto Índia e Irã registraram crescimento.

Retomada de capacidade das fundições de Alumar, San Ciprián e Lista impulsionou o crescimento, enquanto receita anual atingiu US$ 12,8 bilhões.

Quarto trimestre e ano inteiro superaram previsões iniciais, com Caserones atingindo melhor desempenho mensal desde a aquisição e projeto Vicuña avançando conforme cronograma.

Paralisação estende-se por 30 dias adicionais devido à escalada nos preços do enxofre, afetando unidades de Fospar e Araxá com capacidade conjunta de 1,5 milhão de toneladas/ano.

Recorde anual foi impulsionado pelas operações em Greenstone (que superou o trimestre anterior em 29%) e pela produção estável em seus demais ativos no Canadá, Nicarágua e Estados Unidos.

Recorde atingido no quarto trimestre, com crescimento de 5% sobre o trimestre anterior e perspectiva de alcançar 600 mil onças nos próximos anos com aquisições e desenvolvimento de Borborema.

China registra o maior recuo entre produtores globais, enquanto Índia e Irã expandem suas operações.

Importações recordes de laminados — crescimento de 20,5% — devem alcançar 5,7 milhões de toneladas, maior volume em 15 anos.

São Paulo, responsável por 25% da produção nacional, deve comercializar 70 milhões de toneladas no ano, com expectativa de recuperação em 2026 impulsionada por obras de infraestrutura.

Projeção de 335 a 345 milhões de toneladas para 2026 e de 360 milhões em 2030, com investimentos planejados entre US$ 5,4 bilhões e US$ 5,7 bilhões no próximo ano.

China liderou a queda global com redução de 12,1%, enquanto produção acumulada em 2025 recua 2,1% ante o mesmo período de 2024.

Crescimento foi impulsionado pela valorização do ouro em 40% e pela eficiência operacional, levando o Ebitda a crescer 109% e o lucro líquido a saltar 185% no trimestre.

A mineradora alcançou a maior receita da história com US$ 247,8 milhões no trimestre, impulsionada pelo início bem-sucedido da mina de Borborema e pela alta do preço do ouro a US$ 3.385 por onça.

Produção alcançou 11.911 mil toneladas no terceiro trimestre, com vendas que ultrapassaram pela primeira vez 12 milhões de toneladas em um único período.

Empresa atingiu 16.664 toneladas de concentrado de cobre com custo de US$ 2,00 por libra, enquanto produção de ouro cresceu 17% no trimestre com volume de 9.073 onças.

Produção chegou a 94,4 milhões de toneladas no terceiro trimestre, impulsionada por recorde do S11D e avanço de projetos de níquel e cobre.

Empresa atingiu a maior produção trimestral de ouro de sua história, com 46.360 onças no período, e vendas que avançaram 23% ante o trimestre anterior.

A mina de ouro Pilar produziu 10.002 onças no terceiro trimestre, enquanto os trabalhos de retomada da Turmalina avançam com autorização da ANM e recuperação de infraestrutura subterrânea.

A produção nos nove primeiros meses de 2025 atingiu 203.592 GEO, posicionando a mineradora no caminho para o guidance de 266.000 a 300.000 GEO para o ano.

Produção do terceiro trimestre atingiu recorde de 236.470 onças consolidadas, e a companhia reafirma projeção anual de 785.000 a 915.000 onças para 2025.

A primeira extração ocorreu em 14 de setembro de 2025, com a planta de processamento atingindo 47% da capacidade nos primeiros 15 dias e a meta de alcançar 2,5 milhões de toneladas por ano no segundo trimestre de 2026.
Produção em Ouvidor (GO), especialmente na planta Boa Vista Fresh Rock, cresceu após ciclo de melhorias que elevou a taxa de recuperação do concentrado de óxido de nióbio.

Processo MIDREX representou 54,1% da produção global e alcançou 76,2 milhões de toneladas, ambos recordes anuais.

Apesar dos desafios em Mara Rosa, a produção de ouro atingiu 28.416 onças no primeiro semestre, com planos de recuperação já em andamento incluindo revisão completa da operação.

Novo CEO aposta em plano de cinco anos para explorar 45 mil hectares ainda inexplorados, com recentes perfurações revelando interceptação de 2,8 gramas de ouro por tonelada na mina Pilar.

Retomada total ocorre após cessar dos protestos ilegais em comunidade local, com volume de 1,2 mil toneladas perdidas a serem recuperadas em setembro.
Empresa começou a produzir em julho com planta em Poconé (MT) que está sendo expandida de 1.500 para 2.200 toneladas/dia, com potencial para crescer rapidamente no portfólio.

A empresa produziu 68.368 toneladas no trimestre, com custos operacionais em China permanecendo 12% abaixo da meta anual de US$ 500/t.

Produção recorde de 42.587 onças no trimestre gera fluxo de caixa livre de US$ 60,2 milhões, com planta de beneficiamento atingindo capacidade nominal.

A produção chegou a 10.973 onças no segundo trimestre, com a mina Pilar operando sozinha enquanto Turmalina segue suspensa após deslizamento de material e deve retomar no primeiro trimestre de 2026.

Recondução de Ana Cabral prevê expansão de capacidade de 270 para 520 mil toneladas anuais de concentrado de óxido de lítio com a construção de segunda planta greentech em Minas Gerais.

EBITDA ajustado somou R$ 189 milhões, enquanto empresa investe em autoprodução de energia eólica e realiza segunda emissão de debêntures sustentáveis no valor de R$ 530 milhões.