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Empresa busca alternativas de financiamento ou alienação do projeto após avaliar que o custo de conclusão aumentou significativamente em comparação com estimativas anteriores.

Empresa dona da Araguaia Níquel Metais obteve liminar com suspensão de 60 dias da execução de dívida para negociar reestruturação com credores.

A subsidiária brasileira Araguaia Níquel Metais Ltda tem 60 dias para negociar com credores e evitar um processo de Recuperação Judicial.

Acordo estende o diferimento de juros até 29 de março e abre caminho para negociações de refinanciamento completo até o segundo trimestre de 2024.

Revisão de engenharia aponta capital de US$ 454 milhões adicionais necessários, com conclusão prevista para o primeiro trimestre de 2026.

Financiamento provisório possibilitará avançar a construção do Projeto Níquel Araguaia, com foco em fluxos críticos como o reservatório de água e linha elétrica de 230kV.

Projeto Araguaia terá construção desacelerada até que uma solução de financiamento completa seja fechada no segundo trimestre de 2024.

Karim Nasr, da La Mancha Resource Capital, assume como CEO interino para liderar processo de financiamento e retomada da construção do projeto Araguaia.

Revisão de orçamento e busca por novos financiadores levam à desmobilização de trabalhadores e reavaliação completa dos parâmetros do empreendimento.

Projeto Araguaia Níquel terá custos 35% maiores que o previsto e produção adiada para o terceiro trimestre de 2024.

Operação do Projeto Araguaia, prevista para começar no primeiro trimestre de 2024, demanda profissionais em nível médio ou técnico para a planta metalúrgica, manutenção e laboratório pelos próximos 28 anos.

Fernando Marino, que tem mais de 35 anos de experiência na indústria e passou pela operação de ferroníquel Onça Puma da Vale, assume o cargo quando a construção do projeto está em 65% de conclusão.

Produção do primeiro metal está prevista para o primeiro trimestre de 2024, com construção da Linha 1 em 65% de conclusão e autorização para extração de minério já emitida pelo governo do Pará.

John MacKenzie, ex-CEO de cobre na Anglo American, e Simon Retter, CFO do grupo desde 2016, reforçam o Conselho em momento estratégico de desenvolvimento dos dois projetos Tier 1 da mineradora.

Licença concedida pela SEMAS permite a formação de estoques de minério bruto nos próximos seis meses, como etapa preparatória para o comissionamento da planta em 2025.

Equipamentos foram transportados da China em 135 dias, percorrendo 18 mil km por mar, rios e rodovias até a fábrica no Pará.

Projeto visa produção de níquel de baixo custo com primeira tonelada esperada para o primeiro trimestre de 2024.

Seleção oferece oportunidades na área de laboratório, priorizando candidatos locais e reforçando o compromisso com o desenvolvimento da região.

Linha 1 do Araguaia mantém cronograma para primeira produção no primeiro trimestre de 2024, enquanto estudo de viabilidade da Linha 2 visa dobrar capacidade de níquel.

Companhia encerrou 2022 com arrecadação de US$ 80 milhões em capital e fechou pacote de financiamento de US$ 633 milhões para construção do Araguaia, com primeira produção prevista para o primeiro trimestre de 2024.

Segundo saque de US$ 50 milhões será destinado à continuação das obras no Projeto Araguaia, que já tem mais de US$ 465 milhões em CAPEX contratado e primeira produção prevista para o início de 2024.

Acordo de cinco anos com a Fagundes Construção e Mineração garante operação de mina com frota de mais de 70 equipamentos, com primeira produção prevista para o primeiro trimestre de 2024.

EIA/RIMA foi encaminhado à SEMAS com previsão de aprovação da Licença Prévia em meados de 2024, abrindo caminho para oportunidades significativas de emprego e valor socioeconômico na região.

Os acordos de cinco anos, firmados com operadores do Porto de Vila do Conde, garantem sinergias de transporte e redução de custos para a exportação de ferroníquel.

Recursos destinam-se à construção e comissionamento do Araguaia, que tem offtake garantido com a Glencore para 100% da produção.

Acordo de R$ 1 milhão com a EMATER/PA visa desenvolver programa de produção agroecológica em assentamentos do Araguaia paraense, beneficiando cerca de 50 famílias por dois anos.

Recursos foram destinados ao desenvolvimento do Projeto Araguaia, que deve iniciar a produção no primeiro trimestre de 2024 e gerar 2,5 mil empregos na construção.

Arrecadação será destinada aos gastos de capital para construção do projeto de ferro-níquel Araguaia e capital de giro, com La Mancha Investments ampliando sua participação para 23,21% da companhia.

O programa vai qualificar 90 empresas locais por meio de cursos em ciclos de quatro meses, com foco na cadeia produtiva e no turismo regional.

Projeto Araguaia, maior investimento greenfield em níquel no Brasil, produzirá até 14.500 toneladas do metal por ano em sua primeira etapa.

Estudo de viabilidade do Projeto Vermelho, executado pela Wood Plc, projeta 25 mil toneladas anuais de níquel e 1.250 toneladas de cobalto durante 38 anos de operação.

Com 16% das obras concluídas, o maior greenfield de níquel do Brasil deve produzir seu primeiro metal nos três primeiros meses de 2024.

A empresa obteve aprovação para tratamento prioritário entre órgãos governamentais e prevê início de operação no primeiro trimestre de 2024, com produção de até 14.500 t/ano de níquel.

Parceria com SENAI visa preparar mão-de-obra local para as 2,5 mil vagas de construção e 500 permanentes que o projeto deve gerar.

Inscrições já estão abertas no site da empresa, com postos de trabalho em construção, operação de máquinas e segurança para profissionais de Conceição do Araguaia.

Encontros com representantes públicos e da sociedade civil definiram eixos de trabalho em agricultura, turismo e educação, com formação de grupos técnicos para priorizar ações de desenvolvimento.

Copa será responsável pela terraplanagem e fundações da planta de processo, com previsão de conclusão das fundações do forno no quarto trimestre de 2022.

Programa com investimento de R$ 2 milhões selecionou 100 candidatos para formação técnica com objetivo de preencher vagas durante construção e operação da mina, prevista para gerar 2,5 mil empregos na fase de edificação.

Equipamentos de fornecedores especializados como Hatch, FLSmidth e Metso Outotec começam a chegar em outubro, com previsão de conclusão das obras em dois anos.

A mineradora captou US$ 633 milhões para o empreendimento em larga escala, que produzirá 14.500 toneladas de níquel por ano na primeira etapa, gerando 3.000 empregos na construção.

Contrato foi firmado com a Copa Construção SA e marca o início da construção no começo da estação seca, dentro do cronograma planejado de 24 meses.

Recursos captados incluem US$ 25 milhões iniciais da venda do royalty do projeto Vermelho, consolidando o pacote de financiamento de US$ 633 milhões para impulsionar a construção do Araguaia.

Documentação de crédito envolve sindicato internacional de bancos (BNP Paribas, ING, Société Générale) e agências de crédito à exportação da Dinamarca e Finlândia, com primeiro saque previsto para o quarto trimestre de 2022.

O equipamento é projetado e fabricado pelos principais fornecedores internacionais com capacidade e especificações técnicas semelhantes às do Araguaia.

O pacote de investimentos inclui cerca de US$ 197 milhões de captação de recursos de capital.

"Estamos assistindo uma demanda no setor de aço, simultânea ao crescimento acelerado no mercado de baterias de veículos elétricos”

As aprovações das ECAs são um passo importante no processo de financiamento do projeto.

Entre os destaques da companhia em 2019 estão US$ 1,5 milhão de contribuição econômica direta.

A companhia teve progresso significativo nas principais atividades de preparação de execução de projetos.
