Horizonte Minerals avança no projeto Vermelho

EIA/RIMA foi encaminhado à SEMAS com previsão de aprovação da Licença Prévia em meados de 2024, abrindo caminho para oportunidades significativas de emprego e valor socioeconômico na região.
A Horizonte Minerals avançou no processo para obtenção de licenciamento para o Projeto Vermelho Níquel-Cobalto Araguaia. Atualmente, a fase de construção acompanha em paralelo o trabalho em andamento do Estudo de Viabilidade que deve ser publicado no primeiro semestre de 2024.
O Estudo de Impacto Ambiental e Social (EIA) e o respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) foram encaminhados à Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado do Pará (SEMAS) e visa a aprovação do EIA /RIMA e posterior concessão de Licença Prévia (LP) em meados de 2024. A concessão da LP é a primeira de um processo de licenciamento ambiental em três etapas para o desenvolvimento de uma mina no Brasil. Por meio da concessão da LP, a SEMAS confirma que o Projeto é aceitável do ponto de vista ambiental e social. “A apresentação e arquivamento do EIA/RIMA é outro marco importante ao longo do caminho de desenvolvimento da Vermelho, enquanto continuamos a reduzir o risco de nosso pipeline de projetos. Nos próximos meses, continuaremos a trabalhar em estreita colaboração com as partes interessadas locais, pois espera-se que Vermelho contribua com oportunidades de emprego significativas para a região e gere um valor socioeconômico significativo. “No nível da empresa, estamos satisfeitos por estar fazendo um bom progresso na construção do Araguaia, que permanece dentro do orçamento e do cronograma para produzir o primeiro níquel no 1T 2024, ao mesmo tempo em que nos preparamos para nossa próxima fase de crescimento com o Estudo de Viabilidade de Vermelho e Licença Prévia, ambas com previsão de finalização em 2024”, disse Jeremy Martin, CEO da Horizonte Minerals.
Ao longo de um período de 18 meses, a Horizonte, em conjunto com o Ramboll Group e com a Integratio, realizou a coleta e análise dos dados socioambientais de linha de base especificados pela SEMAS, para documentar as configurações físicas, biológicas e sociais atuais em Vermelho. Esse processo foi aprimorado por meio do aproveitamento do extenso banco de dados de dados ambientais e sociais históricos coletados anteriormente em Vermelho pela Vale, a proprietária anterior do projeto. A Horizonte adquiriu o projeto Vermelho da Vale em 2017, depois que a Vale obteve, com sucesso, uma LP para o projeto e posteriormente tomou uma decisão positiva de construção em 2025.
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