PUBLICIDADE
OURO

GMIN atinge produção comercial em Tocantinzinho

Por evando•
GMIN atinge produção comercial em Tocantinzinho

Mina atingiu a marca em agosto de 2024 processando 304.312 toneladas de minério com taxa de recuperação de 88%, e a empresa prevê produção nominal até o primeiro trimestre de 2025.

A G Mining Ventures Corp, anunciou que atingiu a produção comercial no prazo e dentro do orçamento em sua Mina de Ouro Tocantinzinho, localizada no Estado do Pará. A produção comercial é definida como um período de 30 dias consecutivos de operações durante os quais o moinho operou a um mínimo de 60% da produção nominal de 12.890 toneladas por dia. Durante agosto de 2024, o moinho operou a 76% da produção nominal, processando um total de 304.312 toneladas de minério (9.817 toneladas diárias) a uma taxa de recuperação de 88%."Estou orgulhoso de anunciar esta conquista importante de iniciar a produção comercial na Mina de Ouro Tocantinzinho. Entregamos a mina no prazo e no orçamento, com um histórico de segurança líder do setor. Esta conquista é o ápice de 5,8 milhões de horas-homem focadas na construção, teste e aumento da produção na mais nova grande mina de ouro do Brasil. Gostaria de reconhecer os imensos esforços de nossa equipe dedicada, que investiu seu talento, experiência e paixão para atingir este marco transformacional. Com esta conquista, continuamos comprometidos em melhorar o desempenho da planta e atingir nossos KPIs de produção e custo”, disse Louis-Pierre Gignac, Presidente e CEO da GMIN. 

A aceleração da planta continua a progredir de acordo com os cronogramas internos de produção, com todos os principais equipamentos demonstrando a capacidade de operar em ou acima dos níveis de projeto. Após o vazamento inicial anunciado em julho de 2024, a GMIN se concentrou em aumentar a produção para testar a capacidade dos circuitos de processamento de lidar com cargas nominais, ao mesmo tempo em que melhorava a recuperação em direção a uma média de vida útil da mina de 90%. A GMIN planeja aumentar a produção até o segundo semestre de 2024, de olho na produção nominal até o primeiro trimestre do próximo ano. A Mina de Ouro Tocantinzinho foi projetada para ter uma vida útil de mina de 10,5 anos com uma produção média anual de ouro de 174.700 onças e 196.200 onças nos primeiros cinco anos completos, capitalizando o ambiente de preços recordes do ouro. A empresa planeja fornecer orientação anual para Tocantinzinho em janeiro de 2025.

VEJA TAMBÉM

AngloGold Ashanti reativa a Planta 2 do Queiroz com R$ 105 milhões
OURO

AngloGold Ashanti reativa a Planta 2 do Queiroz com R$ 105 milhões

25 ago. 2026
Quem tem razão sobre as projeções de preços do metal?
OURO

Quem tem razão sobre as projeções de preços do metal?

13 ago. 2026
Turmalina aumenta produção no segundo trimestre
JAGUAR MINING

Turmalina aumenta produção no segundo trimestre

14 ago. 2026

Artigos Relacionados

Votorantim vende controle da Nexa Resources para a sueca Boliden
NEGÓCIOS27/08/2026

Votorantim vende controle da Nexa Resources para a sueca Boliden

AngloGold Ashanti reativa a Planta 2 do Queiroz com R$ 105 milhões
OURO25/08/2026

AngloGold Ashanti reativa a Planta 2 do Queiroz com R$ 105 milhões

Vinte e um projetos, uma mina, nenhuma refinaria
TERRAS RARAS25/08/2026

Vinte e um projetos, uma mina, nenhuma refinaria

Geopolítica redefine estratégias da mineração e reforça Brasil na transição energética
EXPOSIBRAM 202625/08/2026

Geopolítica redefine estratégias da mineração e reforça Brasil na transição energética

Produção mundial recua 0.3%  e soma quase 150 milhões de t em julho
AÇO24/08/2026

Produção mundial recua 0.3% e soma quase 150 milhões de t em julho

Estudo prevê que valor da produção mineral brasileira pode chegar a R$ 535 bilhões em 2035
VALE18/08/2026

Estudo prevê que valor da produção mineral brasileira pode chegar a R$ 535 bilhões em 2035

Turmalina aumenta produção no segundo trimestre
JAGUAR MINING14/08/2026

Turmalina aumenta produção no segundo trimestre

Quem tem razão sobre as projeções de preços do metal?
OURO 13/08/2026

Quem tem razão sobre as projeções de preços do metal?