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Certificação, logística blindada e origem comprovada: o que sustenta o ouro responsável
25 de setembro, 2026
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Mina de Tocantinzinho produziu 31.846 onças no Q1 2026, com plano de aumentar significativamente os teores e a produção no segundo semestre conforme ativa a Fase 2.

Crescimento impulsionado pela adição de 4,64 milhões de onças do projeto Oko West, que atingiu conversão de 88% de recursos em reservas minerais.

Evento em Santarém reunirá lideranças empresariais e representantes do governo para debater descarbonização, minerais críticos e governança socioambiental na região amazônica.

Mina já alcançou 80% do ramp up em apenas dois meses, mas enfrenta instabilidade na transmissão de energia da concessionária Equatorial.

A aquisição inclui 47 arrendamentos no Cinturão de Ouro de Gurupi com 2,3 milhões de onças de recursos e estudo de pré-viabilidade apontando produção de 100 a 120 mil onças anuais.

Projeto Tocantinzinho deve iniciar operação comercial no segundo semestre de 2024 e se posicionar entre as três maiores produtoras de ouro do país.

Primeira injeção de ouro ocorreu no início de junho, com produção comercial prevista para o segundo semestre de 2024 e potencial de 175 mil onças anuais.

Projeto deve gerar 1,5 milhão de toneladas de minério pré-estocado e investimento total de US$ 447 milhões já aplicados.

A linha de transmissão de 193 km e 138 kV fornecerá energia renovável certificada, reduzindo custos operacionais em cerca de 25% e posicionando o projeto para produção comercial no segundo semestre de 2024.

Vice-presidente assume função por ocasião do lançamento do primeiro relatório ESG da companhia, que apresenta as metas e iniciativas importantes para os próximos anos.