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OURO

G Mining registra recorde de extração em Tocantinzinho no trimestre

Por Redação Brasil Mineral•
G Mining registra recorde de extração em Tocantinzinho no trimestre

Produção atingiu 36.845 onças no segundo trimestre, com receitas de US$ 157,1 milhões e lucro líquido de US$ 72,0 milhões, enquanto a mineradora prepara expansão com projetos em fase avançada.

A G Mining Ventures produziu 36.845 onças de ouro em Tocantinzinho no segundo trimestre de 2026, um aumento de 16% em relação ao primeiro trimestre, à medida que o sequenciamento da lavra continuou avançando em direção à mineralização de maior teor da Fase 2. Os custos totais em caixa foram de US$ 1.046 por onça vendida e 1% superiores aos do primeiro trimestre, e os Custos Totais de Sustentação (AISC) atingiram US$ 1.690 por onça vendida, um crescimento de 6% comparado ao trimestre anterior, em grande parte devido à valorização do real brasileiro em relação ao dólar americano. As vendas de ouro no segundo trimestre totalizaram 37.439 onças, 11% a mais em relação ao primeiro trimestre de 2026, a um preço médio realizado de US$ 4.197 por onça, gerando receitas trimestrais de US$ 157,1 milhões.

O sólido desempenho operacional, juntamente com a contínua valorização do preço do ouro, resultou em lucro líquido trimestral de US$ 72,0 milhões, ou US$ 0,30 por ação ordinária, e lucro líquido ajustado de US$ 79,1 milhões, ou US$ 0,33 por ação ordinária. O fluxo de caixa operacional totalizou US$ 103,8 milhões, ou US$ 0,44 por ação ordinária, enquanto o fluxo de caixa livre atingiu US$ 84,8 milhões, equivalente a US$ 2.301 por onça produzida, ou US$ 0,36 por ação ordinária. Os investimentos de capital somaram US$ 158,5 milhões no segundo trimestre de 2026, compreendendo US$ 10,6 milhões de capital de manutenção, US$ 8,3 milhões de capitalização para remoção de estéril, US$ 8,3 milhões de capitalização para exploração e US$ 131,3 milhões relacionados a atividades de desenvolvimento no Projeto Oko West. Em 30 de junho de 2026, o caixa e equivalentes de caixa totalizavam US$ 225,7 milhões e a dívida de longo prazo era de US$ 33,0 milhões, resultando em uma posição de caixa líquida de US$ 192,7 milhões.

"Entregamos mais um trimestre forte, com produção melhor do que o planejado e controle de custos disciplinado, impulsionando margens robustas e um sólido fluxo de caixa livre trimestral. Continuamos no caminho certo para atingir a meta de produção anual de 160.000 a 190.000 onças de ouro, com expectativa de aumento significativo da produção no segundo semestre, à medida que tivermos acesso à mineralização de maior teor da fase 2. Nosso portfólio de projetos continua avançando rapidamente. Em Oko, a construção segue dentro do cronograma e do orçamento previstos, mantendo-nos firmemente no caminho para a primeira produção de ouro no segundo semestre de 2027, e o plano de desenvolvimento de Gurupi continua a se concretizar. A aquisição da G2 Goldfields Inc. consolida o distrito de Oko em um complexo de mineração de ouro de primeira linha e importância global, em uma região geológica de classe mundial”, afirmou Louis-Pierre Gignac, Presidente e Diretor Executivo da GMIN.

Durante o segundo trimestre de 2026, a GMIN vendeu 37.439 onças de ouro, sendo 32.673 onças vendidas no mercado à vista e 4.766 onças entregues ao fluxo de ouro. A produção de ouro no segundo trimestre foi superior ao planejado, impulsionada por uma sequência de minério de maior teor e pelo desempenho estável da planta de beneficiamento. A recuperação de ouro na planta melhorou para 91,9% no trimestre, ante 90,3% no primeiro trimestre de 2026. Os teores médios de alimentação da planta foram de 1,23 gramas por tonelada (g/t) de ouro durante o trimestre, ante 1,03 g/t no primeiro trimestre de 2026.

Nos primeiros seis meses de 2026, as vendas totais de ouro foram de 71.215 onças, compostas por 61.214 onças vendidas no mercado à vista e 10.001 onças entregues ao fluxo de ouro. A produção de ouro em 2026 esteve em linha com o processamento planejado de minério de menor teor no primeiro semestre do ano, visto que a mineração se concentrou na remoção acelerada de estéril e no avanço da cava para acessar a mineralização de maior teor da Fase 2. A TZ alcançou um recorde trimestral de extração de 6,3 milhões de toneladas (Mt) no segundo trimestre de 2026, um aumento de 15% em relação ao primeiro trimestre de 2026. A entrada em operação planejada de caminhões de transporte adicionais e uma pá carregadeira no terceiro trimestre de 2026 deverá impulsionar ainda mais o aumento das taxas de extração. As atividades de mineração permanecem alinhadas ao plano de lavra, permitindo o acesso à mineralização de maior teor da Fase 2 e posicionando a operação para um aumento significativo no teor e na produção durante o segundo semestre de 2026, possibilitando custos substancialmente menores, em linha com as projeções. O remanejamento e a mistura do minério continuaram a garantir uma alimentação estável e consistente da planta ao longo do trimestre.

Os custos de caixa por onça vendida no segundo trimestre de 2026 foram 37% maiores em comparação com o período do ano anterior, devido principalmente à volumes de produção menores, royalties mais altos e um real brasileiro mais forte em relação ao dólar americano. O AISC por onça no segundo trimestre de 2026 foi 25% maior em comparação com o período do ano anterior devido aos motivos descritos acima para o aumento dos custos totais em caixa e maiores despesas gerais e administrativas. A companhia reportou uma margem AISC de US$ 2.330 por onça de ouro vendida no período, em comparação com US$ 1.637 por onça de ouro vendida no segundo trimestre de 2025. As margens permaneceram fortes no trimestre, sustentadas pelo robusto cenário de preços do ouro e pelo perfil operacional de baixo custo da empresa. O baixo AISC reflete, entre outros fatores, o benefício da baixa relação de remoção de estéril da TZ, o consumo comparativamente baixo de diesel associado às atividades de transporte da TZ, bem como o fato de a planta de processamento ser totalmente energizada pela energia hidrelétrica renovável de baixo custo do Brasil. Como resultado, a GMIN tem uma exposição relativamente baixa à volatilidade do preço do diesel, com uma variação de US$ 10 por barril no preço do petróleo estimada em um impacto de US$ 8 a US$ 10 por onça no AISC, dependendo da movimentação dos materiais.

A receita da GMIN alcançou US$ 157,1 milhões no segundo trimestre e foi gerada com a venda de 37.439 onças de ouro a um preço médio realizado recorde de US$ 4.197 por onça, superior aos US$ 4.143 por onça do primeiro trimestre de 2026. Nos seis meses encerrados em 30 de junho de 2026, a receita foi de US$ 297,1 milhões com a venda de 71.215 onças a um preço médio realizado de US$ 4.171 por onça. O lucro líquido de US$ 72,0 milhões (US$ 0,30 por ação) e o lucro líquido ajustado de US$ 79,1 milhões (US$ 0,33 por ação) foram reportados para o segundo trimestre de 2026, em comparação com o lucro líquido de US$ 48,6 milhões (US$ 0,21 por ação) e o lucro líquido ajustado de US$ 36,5 milhões (US$ 0,16 por ação) no segundo trimestre de 2025. O lucro líquido ajustado do trimestre exclui uma perda cambial não realizada de US$ 1,4 milhão; uma perda de US$ 4,9 milhões na variação do valor justo de instrumentos financeiros; uma despesa de imposto de renda diferido de US$ 0,4 milhão e um ajuste de valor presente de US$ 0,5 milhão em recebíveis de Imposto sobre Valor Agregado. Nos seis meses encerrados em 30 de junho de 2026, o lucro líquido reportado foi de US$ 152,3 milhões, ou lucro líquido de US$ 0,65 e US$ 0,64 por ação, em base básica e diluída, respectivamente. O lucro líquido ajustado foi de US$ 141,2 milhões, ou US$ 0,60 por ação, em base básica e diluída. A GMIN obteve EBITDA de US$ 106,9 milhões e EBITDA ajustado de US$ 113,7 milhões para o trimestre encerrado em 30 de junho de 2026. Para o semestre encerrado em 30 de junho de 2026, o EBITDA foi de US$ 221,0 milhões e o EBITDA ajustado foi de US$ 211,4 milhões.

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