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Reorganização integra dois depósitos adjacentes em um complexo de mineração de grande escala, baixo custo e totalmente financiado nas Américas.

Desde outubro de 2025, projeto na Guiana já consumiu US$ 292 milhões (30% do orçamento) e deve iniciar produção no segundo semestre de 2027.

Mina de Tocantinzinho produziu 31.846 onças no Q1 2026, com plano de aumentar significativamente os teores e a produção no segundo semestre conforme ativa a Fase 2.

Aquisição consolida os projetos Oko West e Oko-Ghanie em um polo de baixo custo, com produção prevista acima de 500 mil onças anuais a partir do segundo semestre de 2027.

A Mina de Tocantinzinho processou 4,086 milhões de toneladas de minério com teor médio de 1,44 g/t Au e taxa de recuperação de 90,6% durante o ano.

Exploração em Oko West descobre segunda descida de alto teor de mineralização fora dos limites da cava existente, enquanto Gurupi prepara primeiro programa de perfuração em 2025.

A licença, válida por cinco anos até julho de 2030, autoriza a construção e operação do projeto que deverá criar uma média de 1.270 empregos diretos permanentes.

Produção recorde de 42.587 onças no trimestre gera fluxo de caixa livre de US$ 60,2 milhões, com planta de beneficiamento atingindo capacidade nominal.

Tribunal anulou licenças de 2011 e permite que empresa inicie novo processo com EIA/RIMA, abrindo caminho para exploração focada de 1,83 milhão de onças em recursos indicados.

Mina Tocantinzinho alcançou 42,5 mil onças no segundo trimestre após substituição do revestimento do moinho SAG, que eliminou paradas não programadas e elevou a recuperação de ouro para 90,3%.

Produção de 35.578 onças de ouro no trimestre com AISC de US$ 960/oz, enquanto a empresa avança nas obras preliminares do projeto Oko West com reservas minerais que cresceram para 6,7 milhões de onças.

Investimento de US$ 200 a 240 milhões será direcionado para as obras de infraestrutura inicial em 2025, com decisão final de construção prevista para meados do ano.

Mina de Tocantinzinho substituiu reservas com sucesso no primeiro ano de produção, enquanto projetos como Gurupi e Oko West avançam em estudos de viabilidade.

A empresa atingiu recuperação de 89,2% em seus circuitos de processo e planeja expandir a produção da mina no Pará, além de avançar com projetos na Guiana e Brasil.

Licença válida por um ano permite que a companhia inicie obras iniciais de infraestrutura no primeiro semestre de 2025, com cronograma que inclui decisão formal de construção até o segundo semestre.

Operação injeta US$ 21,85 milhões à G Mining Ventures e elimina todos os warrants da estrutura de capital, marcando o fim do financiamento associado ao projeto de ouro no Brasil.

Relatório técnico foi protocolado sob padrões internacionais NI 43-101, com data efetiva de 4 de setembro de 2024, e envolveu equipes multidisciplinares para avaliação completa de viabilidade econômica do projeto.

A aquisição inclui 47 arrendamentos no Cinturão de Ouro de Gurupi com 2,3 milhões de onças de recursos e estudo de pré-viabilidade apontando produção de 100 a 120 mil onças anuais.

Mina atingiu a marca em agosto de 2024 processando 304.312 toneladas de minério com taxa de recuperação de 88%, e a empresa prevê produção nominal até o primeiro trimestre de 2025.

Projeto Tocantinzinho deve iniciar operação comercial no segundo semestre de 2024 e se posicionar entre as três maiores produtoras de ouro do país.

Operação no Pará exportou suas primeiras barras doré para refinaria suíça, com preços do ouro ultrapassando US$ 2.400 por onça e produção crescente rumo à capacidade total no segundo semestre de 2024.

Primeira injeção de ouro ocorreu no início de junho, com produção comercial prevista para o segundo semestre de 2024 e potencial de 175 mil onças anuais.

Projeto deve gerar 1,5 milhão de toneladas de minério pré-estocado e investimento total de US$ 447 milhões já aplicados.

Projeto deve iniciar produção comercial no segundo semestre de 2024, com US$ 430 milhões comprometidos e força de trabalho composta por 95% de brasileiros.

Migração da bolsa canadense de segunda para primeira linha reforça a visibilidade da companhia e deve atrair novos investidores para o projeto Tocantinzinho.

La Mancha Investments aporta os recursos na segunda etapa do financiamento para desenvolvimento do projeto Tocantinzinho, no Pará, elevando sua participação a 25% da companhia.

Pelo acordo, a empresa receberá contraprestação inicial mínima de US$ 50 milhões.
