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Iniciativas incluem beneficiamento a seco em Angico dos Dias e nova unidade em Irecê com circuito fechado de água e aproveitamento de rejeitos como insumos agrícolas.

Cursos profissionalizantes e um Banco de Talentos estão sendo estruturados para preparar a mão-de-obra local antes da operação da unidade em 2027.

Iniciativas abrangem 138 hectares em Irecê, com produção de 60 mil mudas nativas desde 2021 e benefício a mais de 1.300 pessoas nas comunidades locais.

Certificação foi concedida pelo Governo da Bahia às unidades de Angico dos Dias e Irecê por práticas estruturadas de equidade de gênero e combate à violência contra a mulher.

Mineradora e fabricante de fertilizantes fosfatados renova o Selo Mais Integridade, reconhecimento que atesta governança transparente e ética validado por comitê com CGU, Embrapa, Instituto Ethos e Febraban.

Investimentos destinaram-se à nova planta em Irecê (BA) e à duplicação do Complexo Industrial de Luís Eduardo Magalhães, com metas que incluem reduzir em 50% a captação de água subterrânea e plantar 1.200 hectares de floresta de eucalipto até 2026.

Recursos serão direcionados ao cascalhamento da estrada Angico dos Dias–Peixe e outras obras de infraestrutura nas comunidades rurais, como parte das contrapartidas do projeto de mineração de fosfato na região.

Investimento faz parte das contrapartidas do Projeto Irecê, que visa tornar a Bahia independente da importação de fertilizantes fosfatados, gerando emprego e desenvolvimento social na região.

Acordo inclui R$ 7 milhões em investimentos em infraestrutura urbana, educação e políticas públicas, além da entrega de 40 computadores para instituição de educação profissional.

Gerdau recebe a certificação pela terceira vez consecutiva, enquanto Galvani Fertilizantes obtém o Selo Prata por sua estratégia de descarbonização e redução de emissões.

Investimento inclui projeto em Irecê com operação prevista para abril de 2026 e tornará o estado autossuficiente na produção de fosfato, atendendo 30% da demanda das regiões Norte e Nordeste.

Equipamento com tecnologia inédita no Brasil chegou ao porto do Ceará em junho e será instalado até abril de 2026, quando o projeto iniciará operações e tornará a Bahia independente de importações de fertilizantes fosfatados.

Certificação reconhece políticas de igualdade de gênero, combate à discriminação e licença-maternidade de 180 dias, com meta de 30% de participação feminina até 2030.

Consórcio apresentou relatório de impacto ambiental focando no potencial de crescimento econômico em quatro municípios cearenses onde será instalado complexo para mineração e industrialização de fosfato e urânio.

Compra será realizada ao longo de seis anos e depende de aprovações regulatórias, como a do CADE, para que a Fosfatados Centro retome as operações paralisadas.

Dois projetos de R$ 500 milhões cada na Bahia — duplicação da planta em Luís Eduardo Magalhães e nova mineração em Irecê — devem estar prontos em 2026, elevando a capacidade de produção de fosfato.

A empresa investe R$ 500 milhões em cada um dos dois projetos: duplicação da planta em Luis Eduardo Magalhães e instalação de nova unidade de mineração em Irecê, ambos com conclusão prevista para 2026.

Dobro da capacidade produtiva até o primeiro semestre de 2025, com uma nova unidade de mineração em Irecê desenvolvendo concentração a seco sem barragem de rejeitos.

Projeto beneficiará 60 professores e 1.840 alunos com oficinas de literatura afro-brasileira, teatro e acervos de livros, visando combater o racismo por meio da arte e do conhecimento.

Fornecimento de forno de calcinação de cal e equipamentos de resfriamento irá capacitar a unidade para produzir 350 mil toneladas anuais de concentrado fosfatado e 600 mil toneladas de calcário agrícola.

Unidade de Irecê irá produzir 350 mil toneladas anuais de concentrado de fosfato com investimento de R$ 340 milhões, colocando a Bahia como responsável por 25% do insumo consumido no Norte/Nordeste a partir de 2026.

Aprovação do local é primeira etapa do licenciamento e abre caminho para produção simultânea de fertilizantes e concentrado de urânio para reatores nucleares brasileiros.

Operações devem começar no final de 2025, com previsão de gerar 800 empregos diretos e indiretos, além de reduzir a dependência brasileira de importações de fertilizantes fosfatados.

A certificação reconhece os programas de compliance, código de ética e ações de responsabilidade social e ambiental da empresa, alinhadas aos objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU.

Licença permite mineração e beneficiamento de fosfato para duplicar a produção de fertilizantes em Luís Eduardo Magalhães, gerando cerca de 1 mil empregos e iniciando operações em 2026.

Projeto prevê plantio de 1,3 milhão de eucaliptos em Barreiras que gerarão 260 mil toneladas de biomassa a partir de 2029, reduzindo em 40% os custos de matéria-prima da fábrica.

Tecnologia de processamento a seco permitirá duplicar a produção anual de fertilizantes em Luís Eduardo Magalhães, de 600 mil para 1,2 milhão de toneladas, com previsão de início das obras em 2024 e operação em 2026.

Executivo com passagem por Vale, Anglo American e ICL assume cargo em junho com foco na expansão de unidades na Bahia e Ceará, reduzindo dependência de importações.

Expansões estão orçadas em R$ 2,84 bilhões, incluindo duplicação de produção na Bahia e novo complexo mineroindustrial no Ceará com Santa Quitéria.

Programa oferece oportunidades em diversas áreas, alinhado aos planos de expansão de R$ 2,5 bilhões da empresa para os próximos anos.

Aos 81 anos, o fundador e Presidente do Conselho continua liderando a expansão da empresa, com destaque para o Projeto Santa Quitéria no Ceará, considerado a mais relevante iniciativa de mineração e industrialização de fertilizantes do Brasil.

Investimento visa dobrar a capacidade do complexo de Luís Eduardo Magalhães de 600 mil para 1,2 milhão de toneladas anuais de fertilizantes fosfatados.

Investimento está na fase de licenciamento ambiental e desenvolvimento de rota tecnológica, com objetivo de ampliar a produção de fertilizantes em Irecê com geração praticamente zero de rejeito.

Recursos beneficiarão 13 projetos de longa duração focados em educação, saúde, combate à fome, diversidade e preservação ambiental nos municípios onde a empresa atua.

Audiências do Ibama em três municípios cearenses buscaram validar a viabilidade ambiental e socioeconômica do empreendimento, que promete aumentar o PIB local em até 9,8 vezes e eliminar barragem de rejeitos com processo a seco.

Licenciamento ambiental do complexo mineroindustrial em Itatira, Canindé e Santa Quitéria prevê produção de 1,05 milhão de toneladas de fertilizantes fosfatados anualmente, representando 25% da demanda do Norte e Nordeste.

Audiências públicas acontecem em três municípios cearenses para discussão do impacto ambiental do projeto de mineração em Santa Quitéria.

Com US$ 580 milhões destinados ao projeto Santa Quitéria em consórcio com a INB, a empresa entrará também no mercado de nutrição animal ao extrair fosfato da jazida.

Comunicado esclarece detalhes do projeto de exploração de urânio no Ceará, reafirmando o uso de processo inovador de concentração a seco e ausência de terras indígenas na região.

Aceitação do EIA/RIMA abre caminho para audiências públicas em maio sobre o projeto do Consórcio Santa Quitéria, que também prevê mineração de fosfato no Ceará.
