

Há cinco décadas inovando no setor, Rodolfo Galvani Jr. completa 81 anos
Atual presidente do Conselho da Galvani lidera um dos principais projetos de mineração e industrialização de fertilizantes do país
Engenheiro civil, empresário, filantropo e um homem à frente do seu tempo: Rodolfo Galvani Jr., fundador e atual Presidente do Conselho da Galvani, completa 81 anos neste mês de março e ainda contribui ativamente para a evolução do agronegócio brasileiro.
Natural de São João da Boa Vista (SP) e formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Rodolfo emergiu no ramo de negócios aos seus 20 anos, quando iniciou a comercialização de diversos produtos e ficou conhecido pelo modelo eficiente de logística com o qual armazenava, vendia e distribuía sal. Com o conhecimento em logística, construiu um terminal em Paulínia, no interior de São Paulo, onde passou a armazenar e distribuir fertilizantes a granel. Posteriormente, este local se tornou um dos maiores complexos industriais de fertilizantes do país.
O olhar aguçado de Rodolfo para os negócios foi trazendo novos frutos ao longo de sua trajetória. Foi assim que, aos 55 anos, criou a primeira fábrica de fertilizantes do Oeste da Bahia, em Luís Eduardo Magalhães, e iniciou o processo de verticalização da produção com as minas de fosfato de Lagamar (MG), Angico dos Dias e Irecê, ambas na Bahia.
Hoje, Rodolfo segue contribuindo com a expansão da Galvani no setor e lidera o Projeto Santa Quitéria, localizado no Ceará. O empreendimento, que é considerado como a mais relevante iniciativa de mineração e industrialização de fertilizantes do Brasil, também representa a entrada da companhia no mercado de nutrição animal, por meio da produção de fosfato bicálcico, e a ampliação de sua liderança na produção e distribuição de fertilizantes fosfatados nas regiões Norte e Nordeste.
Além de ter criado uma das maiores empresas de fertilizantes do país, Rodolfo sempre se preocupou em desenvolver a sociedade e conservar o meio ambiente. É por isso que Rodolfo zela pela implantação de projetos socioambientais e educativos que contribuem com o desenvolvimento das populações que vivem nas regiões em que a Galvani atua. Prova disso é a idealização e criação do Parque Vida Cerrado, primeiro e único centro de conservação da biodiversidade, pesquisa e educação socioambiental do Oeste da Bahia que já alcançou mais de 100 mil pessoas em seus mais diversos projetos. Rodolfo também criou o Instituto Lina Galvani, uma organização da sociedade civil de interesse público que leva o nome da matriarca da família. A entidade, que está completando 20 anos, já beneficiou mais de 30 mil pessoas por meio de ações sociais realizadas nas localidades vizinhas à empresa, com atuação em São Paulo e na Bahia.
Com mais de 50 anos dedicados ao setor de fertilizantes, Rodolfo continua apaixonado pelo que faz, muito atuante no dia a dia e ávido por colocar de pé os projetos de expansão da empresa, que contribuirão para reduzir a incômoda dependência do agronegócio brasileiro sobre os produtos importados.
Sobre a Galvani
Empresa 100% brasileira que atua no setor de fertilizantes desde a década de 1960. É líder em produção e distribuição no Matopiba, região agrícola que compreende os estados de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Possui unidades de mineração e beneficiamento em Angico dos Dias e Irecê, um complexo industrial em Luís Eduardo Magalhães, todos na Bahia, e escritórios corporativos em Campinas (SP) e na capital paulista.
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A Galvani investe em tecnologias sustentáveis para otimizar o uso de recursos naturais e aumentar a eficiência em suas operações, como o beneficiamento a seco de rocha fosfática em Angico dos Dias.

TRF-1 mantém válidas decisões sobre licenciamento de relevante projeto de fertilizantes, negando recursos do MPF e de comunidades indígenas.

São realizados cursos profissionalizantes, parcerias institucionais e a formação de um Banco de Talentos voltado as futuras vagas da nova unidade.

A iniciativa contribui diretamente para o fortalecimento da produção agrícola na região, ao ampliar o acesso a insumos, reduzir custos para o produtor rural e aumentar a competitividade do agronegócio do Matopiba.

“Fortalecer a cadeia produtiva brasileira de fertilizantes é uma questão estratégica para o desenvolvimento nacional. Produzir fertilizantes no Brasil é uma questão de soberania”

Esse montante total será limitado a R$ 2 bilhões anuais, que poderão passar para o ano seguinte, até 2031, se não tiverem sido utilizados no ano anterior.

A nova estrutura tem 2 km de extensão e foi adaptada para possibilitar o aumento do volume de carregamento ferroviário de fertilizantes, que irão abastecer as cadeias produtivas no interior brasileiro.