FERTILIZANTES

Galvani investirá US$ 650 milhões para ajudar o País a reduzir dependência

Galvani investirá US$ 650 milhões para ajudar o País a reduzir dependência

Com US$ 580 milhões destinados ao projeto Santa Quitéria em consórcio com a INB, a empresa entrará também no mercado de nutrição animal ao extrair fosfato da jazida.

A Galvani Fertilizantes, empresa 100% brasileira que atua no setor de fertilizantes desde a década de 1960, planeja investir US$ 650 milhões em projetos para ampliar sua capacidade de produção e distribuição de fertilizantes, contribuindo para que o Brasil alcance as metas definidas no Plano Nacional de Fertilizantes (PNF), lançado recentemente pelo governo federal e que tem como principal objetivo reduzir a dependência brasileira de fertilizantes importados.

A empresa, que atualmente lidera a produção e distribuição de fertilizantes na região agrícola do Matopiba (que compreende o Sul do Maranhão, Norte do Tocantins, Sul do Piauí e Oeste da Bahia), possui unidades de mineração e beneficiamento em Angico dos Dias e Irecê, um complexo industrial em Luís Eduardo Magalhães, todos na Bahia, e escritórios corporativos em Campinas (SP) e na capital paulista.

De acordo com o presidente do Conselho da Galvani, Rodolfo Galvani Jr., os projetos de investimento visam a duplicação da capacidade de produção em Luís Eduardo Magalhães, a instalação de uma unidade de concentração em São João do Piauí (PI), a implantação do projeto Santa Quitéria, no Ceará, melhorias no porto do Mucuripe, também no Ceará, e mais três centros de distribuição, sendo um no Piauí e dois no Pará.

Desses projetos, o mais importante é o Santa Quitéria, para o qual estão previstos investimentos de US$ 580 milhões. No empreendimento, a Galvani está consorciada com a INB (Indústrias Nucleares do Brasil), que detém os direitos da jazida e que ficará com o urânio que será separado do fosfato. O principal objetivo da Galvani é extrair o fosfato e transformá-lo em fertilizantes de alto teor para a agricultura e em fosfato bicálcico, que é utilizado para ração animal, marcando a entrada do grupo no mercado de nutrição animal, principalmente gado, nas regiões Norte e Nordeste.

Leia o artigo completo na edição 419 de Brasil Mineral

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