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Energias Renováveis
Mais notícias e artigos sobre ENERGIAS RENOVÁVEIS

Executivo da CBL alerta que o setor mineral terá que fazer contas e repassar custos à sociedade, mas questiona se consumidores estão dispostos a pagar pela transição energética.

A nova planta de separação criogênica, que entrará em operação no primeiro trimestre de 2026 com investimento de cerca de R$ 100 milhões, mais que dobrará a capacidade de produção de gases industriais e reforçará a autonomia operacional da siderúrgica.

Combustível marítimo com 24% de biodiesel de segunda geração foi testado no graneleiro Luise Oldendorff em Singapura, como parte do compromisso de descarbonização do transporte marítimo global.

Contrato de 15 anos prevê fornecimento de 22 MW médios em 2025 e 33 MW médios a partir de 2026, com geração proveniente do parque fotovoltaico Sol de Jaíba.

Parceria com Global Infrastructure Partners irá consolidar 2.189 MW de capacidade instalada em energia solar, hidrelétrica e eólica, garantindo custos competitivos em dólar sem inflação até 2030.

Negociação em estudo com a Global Infrastructure Partners envolve os ativos de energia Sol do Cerrado e Consórcio Candonga, sem instrumento vinculante ainda assinado.

Aquisição de duas PCHs com 29 MW de capacidade cada irá fornecer energia renovável em regime de autoprodução, equivalendo a cerca de 8% do consumo energético da siderúrgica no Brasil.

Relatório aponta que excesso de oferta de petróleo e GNL na segunda metade dos anos 2020 criará espaço para investimentos maiores em transições energéticas limpas.

Energia eólica e solar lideraram o crescimento, com aumentos de 28,1% e 18,4% respectivamente, fazendo as renováveis atingirem 36,5% do mix de eletricidade.

Debate na Exposibram 2024 reúne líderes de eólica, hidrogênio verde e biogás para discutir a transição energética como caminho para reduzir custos e descarbonizar a cadeia produtiva.

Investimento de R$ 1,6 bilhão em duas usinas solares visa gerar 113 MW médios/ano, representando 14% do consumo energético das operações brasileiras da siderúrgica.

Energias renováveis e armazenamento de energia lideram o crescimento, com Brasil e Chile desenvolvendo projetos de hidrogênio verde.

Transação avalia a empresa em US$ 333 milhões, com a Macquarie contribuindo US$ 214 milhões para financiar projetos eólicos em países nórdicos e Brasil, incluindo parque de 456 MW no país.

Sete plantas industriais já geram energia solar própria, totalizando 10 MW de capacidade instalada e investimentos de R$ 40 milhões em tecnologia limpa.

Meta foi antecipada em dois anos com a entrada em operação do Sol do Cerrado, em Jaíba (MG), um dos maiores parques solares da América Latina com investimento de R$ 3 bilhões.

Workshop reuniu mais de cem empresários para debater como Brasil pode suprir demanda crescente de minerais essenciais para energias limpas e mobilidade elétrica.

Joint venture com participação 50/50 da Stryten Energy busca integrar verticalmente a cadeia de suprimento de vanádio e produção de eletrólitos nos EUA para atender o mercado de armazenamento de energia de longa duração.

Brasil investe US$ 200 bilhões para impulsionar a indústria, com Ceará liderando projetos como o do Porto de Pecém, que deve gerar receitas entre US$ 15 bilhões e US$ 20 bilhões até 2040.

Frota de graneleiros movidos a gás natural liquefeito reduz em 35% as emissões em comparação com navios convencionais e já transportou 6,4 milhões de toneladas desde 2023.

Financiamento é o maior já concedido pelo banco para energia renovável e abastecerá 40% do consumo elétrico da siderúrgica no Brasil a partir de outubro de 2025.

Contrato prevê 100 MW médios de energia solar por 15 anos para abastecer unidades produtivas em três regiões, representando um terço do consumo energético da empresa no País.

Investimento de R$ 6 milhões em laboratório de P&D busca qualificar fornecedores brasileiros de silício e viabilizar a produção local de todos os componentes dos módulos fotovoltaicos.

Tecnologia de velas rotativas será instalada no navio Sohar Max, com expectativa de reduzir emissões em até 3 mil toneladas de CO2 por ano.

Memorando de entendimento prevê avaliar viabilidade de planta-piloto de hidrogênio verde no processo de fabricação de aço, com conclusão do estudo estimada para um ano.

Agência prevê que energias limpas atingirão 50% da matriz elétrica global e que emissões de CO2 alcançarão pico em 2025, sob políticas governamentais atuais.

Projeto de Lei reúne seis iniciativas para mobilidade sustentável e integra políticas de biocombustíveis, logística e eficiência energética dos veículos.

A certificação reconheceu redução de 6,114 mil toneladas de CO2 equivalente entre 2020 e 2021, alinhando-se com a estratégia de eliminação de emissões até 2040.

Joint venture com a Detronic vai desenvolver 20 parques solares com capacidade total de 62,4 MWp para abastecer consumidores residenciais mineiros com economia de até 20% na conta de luz.

Joint venture com a Casa dos Ventos desenvolverá usina de 554 MW no projeto Babilônia, que fornecerá 38% das necessidades de eletricidade da siderúrgica no Brasil em 2030.

Parceria com a Canadian Solar resultará em autoprodução de 30 megawatts médios por 15 anos, cobrindo 12% do consumo energético da siderúrgica a partir de 2025.

A joint venture Envusa Energy lançará pipeline de mais de 600 MW de projetos eólicos e solares, gerando entre 3 e 5 GW de energia renovável a partir de 2030 para atender aos requisitos operacionais do grupo minerador no país.

Vale e Anglo American lideram migração para fontes renováveis via contratos de longo prazo e autoprodução, buscando atingir metas de descarbonização e reduzir custos operacionais.

Aquisição inclui as PCHs Santa Ana e Sacre II, reforçando a diversificação do portfólio energético do grupo.

Ferbasa adquiriu em 2018 o Complexo Eólico BW Guirapá, com 170 MW de capacidade, para suprir parte de seu consumo a partir de 2036.
