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Conciliação que contou com indígenas, FUNAI e órgãos públicos busca resolver questões pendentes e estabelecer caminho claro para retomada do Projeto de Ouro Volta Grande.

CEO Clóvis Rossi fica no cargo até a empresa encontrar um nome permanente para liderar o projeto na fase de construção.

Executivo com mais de 40 anos de experiência na mineração e ex-CEO da Bahia Mineração, Ledsham vem para reforçar a liderança da companhia na exploração de ouro no Brasil.

Decisão do tribunal deverá definir se a responsabilidade pelo licenciamento ambiental cabe à União ou ao Estado do Pará, em região já fragilizada por Belo Monte.

Consultoria internacional GMS foi contratada para análise técnica abrangente, com conclusão esperada para o terceiro trimestre de 2026, e construção prevista para iniciar logo após atualização do estudo de viabilidade em 2027.

Benjamin Buckingham, indicado pela La Mancha Investments, traz mais de 10 anos de experiência em metais e mineração para integrar o Conselho de Administração da empresa.

Adriano Espichit foi nomeado Presidente para o Brasil, enquanto Clovis Torres assume como Presidente do Conselho e CEO interino, estruturando a governança para a execução do Projeto Volta Grande.

O recurso do MPF questiona a revogação da exigência de licenciamento federal, argumentando que faltou análise dos impactos cumulativos com a usina Belo Monte e insuficiência nos estudos ambientais.

Indicado da La Mancha Investments, geólogo experiente em recursos minerais com mais de 15 anos no setor, integrará o conselho da mineradora.

Tribunal Federal transfere licenciamento do Projeto Volta Grande de volta à SEMAS-PA, após mudança anterior para o IBAMA, e ações da mineradora sobem 58,8% em 52 semanas.

Investimento de aproximadamente C$ 1,17 bilhão inclui aquisição de 15% das ações da Sun Valley Gold e direito de nomear conselheiros na mineradora.

A anulação envolve área do Projeto de Assentamento Ressaca e viola a desafetação formal exigida pela Constituição Federal para mudança de destinação de terras públicas.

Despacho da desembargadora Célia Regina de Lima Pinheiro suspende decisão de primeiro grau que havia freado o processo de licenciamento ambiental na Secretaria de Estado de Meio Ambiente.

Tribunal adiou decisão sobre autoridade competente do licenciamento, mas manteve construção liberada — permitindo que processo ambiental avance sem novos embargos na Justiça Federal.

Julgamento ocorrerá em 25 de abril e definirá se o licenciamento ambiental de Volta Grande cabe ao IBAMA ou SEMAS, além de deliberar sobre suspensão do alvará de construção.
