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TERRAS RARAS

BCM afirma que lixiviação em Ema mostraram resposta

BCM afirma que lixiviação em Ema mostraram resposta

Testes de lixiviação em 56 furos de sondagem confirmaram recuperação constante de terras raras magnéticas no saprolito inferior de Ema, replicando os fatores de recuperação estimados e fortalecendo o calendário rumo à viabilidade em 2026.

A Brazilian Critical Minerals (BCM) divulgou os resultados de lixiviação de terras raras de seu projeto de argila iônica Ema, no Brasil, que abrangeu 56 furos de sondagem na região de Apuí, com amostras coletadas ao longo do perfil do saprolito para testar a facilidade com que as terras raras podem ser extraídas usando soluções de sulfato de magnésio. Os resultados de lixiviação mostraram uma resposta constante e repetível, particularmente na zona de saprolito inferior, diretamente acima da rocha matriz fresca. Esse horizonte continua a se destacar como a parte mais consistentemente mineralizada e lixiviável do sistema.

“Esses resultados de lixiviação com sulfato de magnésio continuam a fortalecer nossa confiança em Ema como um projeto de argila iônica de terras raras de importância global, com forte potencial para desenvolvimento de ISR de baixo custo”, disse Andrew Reid, diretor administrativo da BCM. “É importante destacar que continuamos a observar o maior enriquecimento em terras raras solúveis ocorrendo consistentemente no horizonte saprolítico inferior, imediatamente acima da rocha fresca, o que reforça a confiança tanto nos controles geológicos quanto na escalabilidade do sistema mineralizado”.

Os testes também mostraram forte proporção de terras raras magnéticas sendo liberadas sob condições de lixiviação relativamente brandas, o que, segundo a empresa, é característico de depósitos do tipo argila iônica. “O que é particularmente encorajador não são apenas os teores solúveis em si, mas as proporções consistentemente altas de terras raras magnéticas que estão sendo recuperadas sob condições brandas de lixiviação com sulfato de magnésio”, disse Reid. “Estes resultados continuam a demonstrar que Ema possui muitas das características principais associadas aos depósitos de argila iônica do sul da China, que permanecem como a principal fonte mundial de produção de terras raras pesadas e magnéticas de baixo custo”. A empresa afirmou que os resultados da lixiviação reproduzem amplamente os fatores de recuperação assumidos em seu estudo preliminar, apoiando o trabalho de desenvolvimento em andamento à medida que avança rumo a um estudo de viabilidade bancável previsto para 2026.

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