
Recebimento marca o segundo teste de capacidade bem-sucedido do projeto de Salobo 3, que elevará a produção da maior instalação brasileira de cobre para 220 mil t/ano.
A Vale informa que concluiu com sucesso o segundo teste de capacidade do projeto de Salobo 3, com o complexo de Salobo excedendo uma média processamento de 35 milhões t/ano de minério de cobre. Segundo a Vale, “esta conquista é mais um marco importante do acordo de Salobo com a Wheaton Precious Metals International Ltd.
Conforme os termos do acordo com a Wheaton, Salobo receberá US$ 144 milhões pelo atingimento deste marco. Adicionalmente, a Wheaton deverá fazer pagamentos anuais de US$ 8,0 milhões por um período de 10 anos caso o complexo de Salobo atinja taxas de mineração e teores de cobre específicos.
Salobo 3 compreende a terceira fase de expansão do complexo de Salobo, maior instalação para produção de cobre no Brasil e eleva a capacidade de produção para 220 mil t/ano. A Vale considera a mina de cobre de Salobo como um ativo singular, que já produziu 1,8 milhão de toneladas de cobre desde 2012 e ainda tem reservas de 1,1 bilhão de toneladas com 0,62% de cobre e 0,35 gramas de ouro por tonelada, o que aponta para uma perspectiva de mais 40 anos de vida útil. Mas, de acordo com a Vale, Salobo ainda tem potencial para aumento significativo de recursos, o que poderá ser comprovado por sondagem profunda. Além das reservas, Salobo tem atualmente recursos de 551 milhões de toneladas com 0,47% de cobre e 0,23 gramas de ouro por tonelada. A empresa tem planos de aumentar a capacidade de produção em Salobo através de melhorias operacionais, como a introdução da flotação das partículas grossas, que poderia melhorar a produtividade em 25 a 30%, com potencial de produção adicional de 20 a 30 mil t/ano e a maximização de sinergias com os equipamentos e infraestrutura atuais, para aumentar a capacidade da planta Salobo 3, o que poderia agregar mais 20 mil t/ano à capacidade.
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