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TERRAS RARAS

Aclara Resorces nomeia Murilo Nagato como Country Manager

Por evando
Aclara Resorces nomeia Murilo Nagato como Country Manager

Murilo Nagato, que acumula quase 20 anos de experiência em mineração e finanças com projetos avaliados em mais de US$ 10 bilhões, irá coordenar o licenciamento e desenvolvimento da iniciativa mineradora, além de expandir o portfólio de ativos da empresa no país.

A Aclara Resources Inc. nomeou Murilo Nagato como Country Manager de sua subsidiária integral brasileira, a Aclara Resources Mineração Ltda, com vigência a partir de 1º de janeiro de 2025. “Estamos entusiasmados em receber Murilo como nosso novo Country Manager para o Brasil. Sua nomeação ressalta nosso compromisso em construir uma equipe de classe mundial dedicada a acelerar o Projeto Carina. A vasta experiência de Murilo em mineração e finanças, juntamente com seu histórico de entrega bem-sucedida de projetos de grande escala, o posiciona para desempenhar um papel fundamental no avanço das iniciativas da Aclara no Brasil. Sua liderança será fundamental para orientar o Projeto Carina desde seu desenvolvimento até sua inicialização bem-sucedida, ao mesmo tempo em que mantém o compromisso da Aclara com práticas sustentáveis e os mais altos padrões ESG”, disse o CEO da Aclara, Ramón Barua. 

Murilo irá comandar todos os aspectos do Projeto Carina e supervisionará as atividades da Aclara no Brasil, trabalhando em estreito alinhamento com a estrutura corporativa da empresa e se reportando diretamente ao CEO. Será responsável em orientar a equipe durante o processo de licenciamento e desenvolvimento técnico do Projeto Carina, com foco na minimização de despesas de capital e operacionais enquanto executa o projeto dentro do cronograma. Além disso, Murilo desempenhará um papel fundamental na expansão do portfólio de ativos da Aclara no Brasil por meio do avanço das atividades de exploração mineral. Com quase 20 anos de experiência nos setores de mineração e finanças, Murilo já atuou em quatro continentes e contribuiu para projetos com um valor combinado de mais de US$ 10 bilhões. Antes de ingressar na Aclara, ele atuou como Diretor Executivo de Planejamento de Negócios e Excelência na Appian Capital Brazil, onde também ocupou responsabilidades interinas como Diretor de Operações. Durante sua gestão na Appian, Murilo trabalhou em projetos de minerais críticos, estabelecendo uma rede robusta de contatos locais e internacionais. Anteriormente, ele ocupou cargos seniores na Anglo American, onde gerenciou um portfólio multibilionário de projetos de melhoria de desempenho e liderou a implementação de grandes projetos de mineração na Guiné e no Brasil.

Com sede em Goiânia, Murilo estará estrategicamente posicionado perto do Projeto Carina e das autoridades locais responsáveis pela avaliação das licenças do Projeto, permitindo uma comunicação perfeita e supervisão eficaz. “Estou honrado em ingressar na Aclara e contribuir para estabelecer sua presença no Brasil. Ao longo da minha carreira, tive o privilégio de implementar projetos transformadores e construir organizações focadas na excelência. Estou ansioso para aplicar essas experiências para impulsionar o sucesso do Projeto Carina e apoiar o compromisso da Aclara com o crescimento sustentável e a inovação”. 

Formado em Engenharia de Minas pela Universidade de São Paulo (USP) e mestre em Engenharia Ambiental e Geotécnica pelo Politecnico di Torino e Politecnico di Milano, Murilo também concluiu programas de treinamento executivo em instituições de prestígio, incluindo a Kellogg School of Management, a London School of Economics, o Center for Creative Leadership e a Alta Scuola Politecnica.

O Projeto Carina está localizado em Goiás e tem como objetivo produzir terras raras magnéticas vitais para tecnologias de transição energética. Com uma vida útil de 22 anos, espera-se que o projeto forneça uma produção média anual de 191 toneladas de disprósio (Dy) e térbio (Tb) e 1.350 toneladas de neodímio (Nd) e praseodímio (Pr), que são componentes essenciais para produzir ímãs de alto desempenho usados em veículos elétricos e tecnologias de energia renovável. O Projeto Carina requer um investimento inicial de capital de US$ 599 milhões e tem um custo operacional médio competitivo de US$ 13,5/t. Atualmente em fase de pré-viabilidade, com a Hatch atuando como consultoria de engenharia, o Projeto Carina está progredindo conforme o cronograma e deve iniciar as operações em 2028.

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