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Aclara Resources assina parceria com agência japonesa para exploração no Brasil
8 de setembro, 2026
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Projeto de Fase I da subsidiária Aclara Technologies visa otimizar a separação de terras raras a partir de múltiplas fontes usando IA, reforçando a cadeia de suprimentos de minerais críticos norte-americana.

Produto desenvolvido na planta-piloto em Santiago contém aproximadamente 99% de teor de terras raras, aumentando significativamente a pureza em relação aos carbonatos convencionais.
Módulo Penco recebeu recomendação favorável da autoridade ambiental chilena para aprovação do Estudo de Impacto Ambiental, com votação final agendada para junho de 2026.

Estudo de Viabilidade aponta um Valor Presente Líquido de US$ 1,7 bilhão, com comissionamento previsto para o primeiro semestre de 2028 e produção inicial no segundo semestre do mesmo ano.

Planta piloto nos EUA vai validar a tecnologia proprietária de separação e gerar dados para a futura instalação em escala industrial na Louisiana, utilizando carbonatos de terras raras do Brasil e Chile.

Acordo com o Argonne National Laboratory vai usar plataforma de modelagem SolventX e inteligência artificial para otimizar a separação de terras raras pesadas, com planta piloto prevista para março de 2026.

O estudo aponta VPL de US$ 1,1 bilhão e TIR de 22% para a mina de terras raras pesadas, com vida útil de 18 anos e primeira produção prevista para meados de 2026.

Parceria com Virginia Tech operará planta-piloto de separação que aproveitará matéria-prima de terras raras pesadas produzida pela empresa em Goiânia para gerar didímio, térbio e disprósio com pureza superior a 99,5%.

Avaliação técnica marcada para agosto busca viabilizar parcerias que tragam tecnologia de separação de metais, atualmente o maior gargalo da cadeia produtiva brasileira.

Colaboração estratégica busca desenvolver modelos preditivos de IA para otimizar a cadeia de suprimentos de terras raras pesadas desde a exploração até o processamento.
Analista recomenda preço-alvo de CAD$ 2,00 por ação para a empresa, que planeja construir uma cadeia de suprimentos totalmente integrada de terras raras pesadas nas Américas.

Seleção avança para fase de Plano de Trabalho Detalhado e abre acesso a linhas de crédito de longo prazo, investimentos de capital e fundos não reembolsáveis para a construção de unidades de processamento.

A empresa aguarda a Licença Prévia até o final de 2025 para iniciar a construção do empreendimento de US$ 600 milhões em Nova Roma, com operação prevista para 2028.

Oportunidades são voltadas principalmente ao Projeto Carina, em Goiás, com atuação em Aparecida de Goiânia e Nova Roma, buscando profissionais para a cadeia de extração e processamento de terras raras.

A planta-piloto processa argilas iônicas do Projeto Carina para produzir concentrado com mais de 95% de pureza, gerando cerca de 80 empregos e aplicando tecnologia sustentável que dispensa explosivos, barragens e resíduos líquidos.

Investidores como CAP S.A., Hochschild Mining e New Hartsdale Capital subscreveram 51,3 milhões de ações, ampliando a base acionária da mineradora e financiando o avanço do projeto no Brasil e tecnologia de separação nos EUA.

Murilo Nagato, que acumula quase 20 anos de experiência em mineração e finanças com projetos avaliados em mais de US$ 10 bilhões, irá coordenar o licenciamento e desenvolvimento da iniciativa mineradora, além de expandir o portfólio de ativos da empresa no país.

Recursos serão destinados ao desenvolvimento do Projeto Carina no Brasil, com marcos planejados para submissão do estudo ambiental e início de operação piloto em 2025.

Subsidiária chilena REE Uno receberá US$ 730 mil para desenvolver tecnologia de inteligência artificial que otimiza a exploração de elementos de terras raras em depósitos de argila iônica.

Projeto deve começar a ser construído até o final de 2026 em Nova Roma, com investimento de US$ 600 milhões e previsão de ampliação da vida útil para 22 anos.

Com apoio do programa SelectUSA, estudo busca identificar localização ideal para unidade de separação de terras raras que contribuirá para cadeia de suprimentos resiliente nos EUA.

Investimento de US$ 599 milhões no Módulo Carina gerará 3.200 empregos diretos e operará sem explosivos, barragens ou rejeitos, com recuperação ambiental simultânea.

O projeto Módulo Carina terá VPL de até US$ 2,2 bilhões e começa a produzir entre 2027 e 2028, após assinatura de memorando com o Estado e município de Nova Roma.

O Módulo Carina será desenvolvido com investimento de US$ 582,3 milhões e deverá gerar 3.200 empregos diretos, priorizando mão de obra e fornecedores locais.

Estimativa atualizada aponta 298 milhões de toneladas de argila de adsorção iônica, com terras raras pesadas crescendo 69% e leves atingindo 84.565 toneladas de NdPr.

Acordo com a VACUUMSCHMELZE GmbH & Co. visa criar uma solução integrada "mine-to-magnets" para abastecer a crescente demanda de ímãs permanentes em veículos elétricos e turbinas eólicas.

Empresa incorporou subsidiária nos EUA para desenvolver separação de terras raras e ímãs permanentes, após firmar joint venture com a CAP para produção de metais e ligas.

Investimento ocorre em três parcelas até 2026 e inclui opção de aporte adicional de US$ 50 milhões para elevar a participação da empresa chilena a 40% da subsidiária.

O projeto em Nova Roma utiliza um sistema inovador de recirculação de água que recupera 95% do recurso utilizado no processamento, eliminando a necessidade de barragens de rejeitos.

Delegação do estado conheceu a planta-piloto no Chile e validou o processo de extração limpo de argilas iônicas, que recicla 95% da água e não gera barragens de rejeitos.

Investimento de US$ 576 milhões será destinado ao projeto Carina, que vai produzir disprósio e térbio a partir de argilas iônicas com tecnologia sustentável desenvolvida pela empresa.

O projeto Carina, localizado em Nova Roma, prevê EBITDA anual de US$ 340 milhões e comissionamento até 2029, com processo de extração iônica que dispensa explosivos e moagem.

O investimento de R$ 2 bilhões será destinado à produção de minerais pesados de terras raras no município de Nova Roma, com expectativa de gerar novos postos de trabalho na região.