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Contratação de 71% do investimento direto ficou abaixo das estimativas do estudo de viabilidade, com redução de 16% no orçamento original e principais parceiros de execução já definidos.

O Projeto Neves terá produção anual de 146 mil toneladas de concentrado com TIR de 145% e payback em aproximadamente 11 meses, com custo operacional de US$ 489 por tonelada.

Contrato com a Alfa Engenharia abrange a montagem completa da planta de processamento, desde os sistemas de britagem até a expedição do produto final.

Projeto Neves terá capacidade de 146 mil toneladas anuais de concentrado com custo de US$ 489 por tonelada, retorno estimado em 11 meses e taxa interna de retorno de 145%.

Projeto Neves é o único ativo de lítio brasileiro incluído em lista de cooperação entre EUA e Japão para minerais críticos, com avaliação de apoio financeiro dos dois governos.

A mineralização foi identificada a apenas 23 metros de profundidade no Projeto Salinas, com teores de Li₂O superiores a 2,0%, confirmando potencial para futuro desenvolvimento a céu aberto.

Com participação de 32,2% na Atlas Critical Minerals, a mineradora ganha exposição a grafite, titânio e urânio, ampliando sua atuação além do lítio em minerais críticos essenciais à transição energética global.

H.C. Wainwright recomenda compra com meta de US$ 19,00 por ação, citando a produção prevista para este ano e parcerias com Mitsui, Chengxin e Yahua que totalizam US$ 80 milhões de investimento.

Embarcação com 141 contêineres sai da África do Sul em 31 de janeiro de 2025, trazendo a primeira planta modular de Separação de Meio Denso (DMS) do tipo no País.

Empresa reforça time com executivo de mineração no Brasil e especialista em negócios na Ásia, preparando-se para a transição para produção no Projeto Neves.

Portfólio abrange três projetos principais no Vale do Lítio — Neves, Salinas e Clear —, com o primeiro já licenciado e em avanço para produção.

Licença trifásica (LI/LP/LO) permite início da montagem da planta de processamento e operações de mineração a céu aberto no Vale do Jequitinhonha.

Descoberta de pegmatitos com espodumênio no Projeto Salinas posiciona a empresa para crescimento futuro na região norte do Vale do Lítio, complementando operações planejadas no Projeto Neves.

Relatório técnico de 161 páginas recomenda aprovação do pedido de licença operacional, abrindo caminho para a montagem e operação da planta de processamento que foi solicitada em setembro de 2023.

Planta modular de processamento com tecnologia DMS otimizada será transportada em mais de 100 contêineres do porto de Durban para Santos, chegando com 48 unidades já embaladas.

Expansão dobra portfólio de exploração para 539 km² em nova fronteira no Rio Doce e Vale do Mucuri, com depósitos próximos a Governador Valadares e a 350 km do Porto de Vitória.

Contrato de offtake garante a compra de 15 mil toneladas de concentrado da Fase 1 e 60 mil toneladas anuais durante cinco anos da Fase 2, com início da produção previsto para o quarto trimestre de 2024.

A planta modular de processamento DMS será primeira dessa tecnologia no Brasil, pesando apenas 41 toneladas e com capacidade de 150 tph, bem menos que as instalações convencionais de 250-300 toneladas.

Depósito Anitta 3 apresenta corpos de minério com larguras reais de até 52m, permitindo mineração a céu aberto de baixo custo.

Campanha de perfuração rendeu interseções de alto teor, com destaque para o furo DHAB-339 que retornou 1,52% de Li2O em 20,90 metros, indicando potencial para mineração a céu aberto.

Financiamento de US$ 50 milhões das chinesas Chengxin e Yahua garante o início da produção de concentrado de espodumênio no quarto trimestre de 2024.

Nota conversível de três anos foi liderada por Martin Rowley, ex-presidente da Allkem, com cupom anual de 6,5% e conversibilidade a US$ 28,225 por ação.

A empresa identificou seis novas ocorrências promissoras no trimestre e anunciou contratações de profissionais experientes para acelerar o desenvolvimento do projeto.

Descoberta complementa os quatro corpos pegmatíticos confirmados anteriormente e revela 38 ocorrências de pegmatitos nas novas áreas, com planos sistemáticos de exploração que incluem mapeamento, amostragem e perfuração.

Abson, que tem 29 anos de experiência em mineração e trabalhou em projetos de lítio no Zimbabue e em diversos países, irá orientar o programa de exploração do Projeto Neves e das demais propriedades da empresa.

Protocolo com o governo mineiro prevê R$ 750 milhões na produção de 300 mil toneladas/ano no Vale do Jequitinhonha, com operações estimadas para começar em maio de 2024.

Descoberta de Anitta 4, nova zona de espodumênio no Projeto Neves, reforça potencial de mineração a céu aberto com profundidade de até 250 metros em Minas Gerais.

Executivo com passagem pela Sigma Lithium e Nexa Resources irá apoiar a estruturação financeira da planta de processamento, que deve começar a operar em 2026.

Nomeação traz à empresa executivo com larga experiência em projetos que evoluíram de exploração para produção de lítio de rocha dura.

Recursos serão destinados ao avanço do Projeto Neves, no Vale do Lítio, com apoio de veteranos do setor como Martin Rowley, ex-presidente da Allkem.

A capacidade foi duplicada após resultados metalúrgicos positivos, com planta agora em fase de projeto executivo apoiada pela Hatch Ltd.

Subsidiária JGC opera pedreira em Minas Gerais com apoio da Lithium Royalty Corporation, que investiu US$ 20 milhões em 2023.

A perfuração DHAB-162 intersectou 103,4 metros contínuos de espodumênio, o maior registro contínuo no fundo do poço já documentado na região.

A expansão do trend de pegmatito Anitta, localizado no Projeto Neves, estendeu a pegada de superfície de 1,1 para 1,8 km de comprimento, com mineralização de espodumênio em profundidades rasas favoráveis à mineração a céu aberto.

Recursos virão da Lithium Royalty Corp. (LRC) em troca de royalties de 3% da receita bruta, representando o maior acordo de royalties de lítio já fechado no país.

Relatório da SGS Canada mostra concentrado de 6,04% Li2O com recuperação de 70%, superando as metas iniciais de teor e pureza para o empreendimento 100% da empresa.

Descoberta no furo DHAB-68 revelou mineralização de 4,40% de Li2O em apenas 26,28 metros de profundidade, aumentando a viabilidade de uma operação a céu aberto no Vale do Lítio.

Financiamento de até US$ 65 milhões da empresa japonesa Mitsui, condicionado ao alcance de marcos específicos que dariam à Mitsui direito de comprar até 100% da planta planejada com capacidade de 150 mil toneladas anuais de concentrado.

Licença de Operação foi obtida após estudos ambientais, revelando potencial de 3,9 milhões de toneladas de quartzito de alta qualidade no depósito descoberto em 2020.

Os primeiros 23 furos perfurados no alvo de Abelhas revelaram teores de até 3,25% Li2O, enquanto a empresa planeja uma planta capaz de produzir 150.000 toneladas de concentrado anualmente.

Empresa contratou a MZ Group para implementar estratégia de relações com investidores e comunicações financeiras nos principais mercados, com foco em destacar seus 293 km² de áreas de lítio no Brasil.

Mudança reflete o foco estratégico da empresa em exploração de lítio de rocha dura, com projetos espalhados por 552 km² em Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Norte.