
A Alvo Minerals, empresa australiana que já possui o projeto de terras raras Bluebush, adjacente ao projeto da Mineração Serra Verde, adquiriu o projeto de terras raras Iporá, com 211 km2 no estado de Goiás.
O projeto Iporá está localizado na mesma área e tem geologia semelhante ao projeto de argila iônica PCH da canadense Appia Rare Earths, onde a perfuração retornou ETR de altíssimo teor de até 2 m a 92.758 ppm (9,3%) TREO dentro de 24 m a 38.655 ppm (3,9%) TREO até o final do furo.
A perfuração realizada pela Alvo Minerals até o momento cruzou zonas de argila saprolítica com larguras de até 28m e média de 18m. Um dos furos cruzou mineralização com média de 1.090 ppm de óxidos de terras raras totais (TREO), dos quais 24% eram os óxidos de terras raras magnéticos mais valiosos (MREO)
O trabalho de escritório e o reconhecimento geral estão em andamento em Iporá, com o trabalho de campo começando assim que a maior parte das áreas for concedida – esperado para as próximas semanas.
Iporá consiste em três áreas prospectivas – Tapir, Tatu e Snapper – todas selecionadas com base em suas assinaturas geológicas e geofísicas. Notavelmente, Tapir e Snapper são interpretados como hospedando intrusivos alcalinos semelhantes à recente descoberta de destaque da Appia.
“Estamos entusiasmados em adquirir o projeto Iporá depois que nossa equipe interna identificou a região como altamente prospectiva para terras raras hospedadas em argila iônica. Tendo visitado a área do projeto na semana passada, estamos confiantes de que o conhecimento que adquirimos com a exploração de Bluebush nos ajudará a explorar Iporá de forma rápida e eficaz”, disse o diretor-gerente da Alvo, Robert Smakman.
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