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Brasil Mineral

Está aberta a votação para escolha das Empresas e Personalidade do Ano do Setor Mineral
6 de outubro, 2026
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O evento reuniu quase 200 lideranças do setor e homenageou os Pioneiros da Mineração Elmer Prata Salomão e, in memoriam, Augusto Trajano de Azevedo Antunes, fundador da Caemi e MBR.

Escolha feita por votação pública com 1.588 votos reconhece o advogado e geólogo que atuou por mais de 25 anos na mineração e fundou a Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa Mineral e Mineração.

Eleição premiará um nome entre Luís Maurício Azevedo (CEO da Bravo Mining), Raul Jungmann (presidente do IBRAM) e Rodrigo Vilela (CEO da Samarco), com votação até 24 de outubro.

Anglo American venceu na categoria ESG (Grande Porte), enquanto Vale conquistou duas categorias (Inovação e Tecnologia e Crescimento), em premiação realizada há mais de 40 anos.

Seminário vai reunir executivos de Kinross, Equinox Gold, Aura Minerals, GMining e Auriverde para debater viabilidade e riscos dos projetos brasileiros em contexto de preço do metal acima de US$ 3.700 a onça.
Quatro novos especialistas em sustentabilidade, responsabilidade social e governança integram o órgão consultivo da revista, que há 40 anos orienta a linha editorial sobre o setor mineral.

Tecnologista sênior e conselheiro da revista, Francisco Fernandes deixa um legado de estudos sobre economia mineral, sustentabilidade territorial e conflitos socioambientais da mineração brasileira.

Fórum debateu o papel da mineração na transição energética e os desafios de alinhar demandas crescentes de minerais com a rejeição social à atividade.

Recebeu 41,2% dos votos e é a primeira mulher a presidir o Conselho Diretor do IBRAM, reforçando a inclusão e diversidade na mineração brasileira.

Entre os indicados, Ana Sanches (Anglo American), Eduardo Ledsham (BAMIN), Pedro Paulo Mesquita (BNDES), Raul Jungmann (IBRAM) e Ricardo Lima (CBMM), com votação do público até 6 de novembro.

Vale lidera em inovação tecnológica e crescimento, enquanto ArcelorMittal destaca-se em governança ambiental, com cerimônia de premiação em Belo Horizonte no dia 25 de novembro.

Três novos membros integram o conselho em renovação que prioriza equidade de gênero e expertise em diferentes segmentos do setor mineral.

Previsão é de US$ 64,5 bilhões em investimentos entre 2024 e 2028, com minério de ferro concentrando 26,8% do volume e projetos de transição energética ganhando relevância.

Vale responde por mais de 53% do recolhimento de CFEM, enquanto ouro e agregados ganham presença de novos produtores no setor.

Debate no 9º Mineração & Comunidades abordou metas de inclusão: Vale busca 26% de mulheres até 2025 e 40% de lideranças negras em cargos de diretoria.

Seminário reuniu 240 participantes para debater relações entre mineradoras e comunidades, com foco em superar resistências à exploração em novos territórios.

Workshop realizado por Brasil Mineral em São Paulo reuniu executivos da indústria automotiva e de energias limpas para debater a verticalização de cadeias produtivas e o potencial do País como fornecedor de minerais estratégicos.

Workshop reuniu mais de cem empresários para debater como Brasil pode suprir demanda crescente de minerais essenciais para energias limpas e mobilidade elétrica.

Renovação incorpora novos integrantes priorizando competência técnica, diversidade de gênero, inclusão geracional e pela primeira vez um representante de povos indígenas.

Artigo revela como a indústria nacional enfrentou a segunda crise do petróleo e buscou diversificar sua matriz energética com programas como Pró-Álcool, Pró-Carvão e exploração de xisto no Paraná.

Artigo reflete sobre como o modelo econômico criado para um mundo de recursos abundantes colide com a realidade atual de escassez de recursos naturais e serviços ecossistêmicos.

A publicação nasceu em contexto de crise energética global e dependência brasileira do petróleo, quando a mineração nacional se estruturava em torno do minério de ferro, ouro e carvão.

Dez empresas premiadas apresentarão suas estratégias para crescimento diante dos desafios climáticos, transição energética e inovação tecnológica do setor.

Seminário reunirá profissionais do setor em novembro para discutir inovação, eficiência energética, ESG, segurança de rejeitos e o papel do Brasil nos minerais estratégicos.

Prêmio promovido há quatro décadas pela Brasil Mineral reconheceu empresas em cinco categorias: Governança Ambiental, Social, Inovação e Tecnologia, Pesquisa & Prospecção Mineral e Crescimento.

Votação segue até 22 de setembro e reconhecerá empresas destaque em ações ESG, Inovação, Tecnologia e Crescimento no setor de mineração.
As 200 maiores responderam com R$ 215,7 bilhões em produção e recolheram R$ 6,512 bilhões em CFEM aos cofres públicos.

Ranking completo está disponível na edição 431 da revista.
Em 2022, a empresa se desfez de operações de ferroligas e manganês, investiu em planta de ferro-gusa verde no Pará e vendeu ativos do Centro-Oeste para a J&F Mineração.

Painel debate perspectivas do Brasil em minerais industriais, com destaque para o potencial da bauxita goiana no tratamento de água e aplicações refratárias.

Evento discutiu o novo cenário regulatório, com foco em descentralização da ANM, zoneamento mineral e autorregulação do setor para atrair investimentos em pesquisa.

Evento será realizado em Goiânia de 27 a 29 de junho, reunindo milhares de empresas de médio e pequeno porte que atuam nos 2.700 municípios produtores de bens minerais do país.

Evento acontece no dia 15 de dezembro em Belo Horizonte com premiação das Empresas do Ano do Setor Mineral em cinco categorias, eleitas por votação pública com mais de 15 mil votos.

Vale, Anglo American e AngloGold Ashanti levam os prêmios entre grandes empresas em governança, inovação e gestão ambiental, com cerimônia marcada para dezembro.

Votação vai até 4 de novembro e contempla categorias de governança ambiental e social, inovação, pesquisa mineral e crescimento, com escolhas separadas por porte.

Votação pública escolhe os destaques do setor em seis categorias, com empresas de grande porte e médio/pequeno porte sendo avaliadas até 31 de outubro.

Encontro Nacional da Média e Pequena Mineração ocorre de 24 a 26 de maio com painéis sobre política mineral, financiamento, sustentabilidade e oportunidades em minerais industriais.

Análise aponta desaceleração inevitável dos preços de commodities e indicadores de rearranjo geopolítico que pressionarão custos globais.

Evento se concentra no protagonismo das pequenas e médias mineradoras, que representam a maioria das mais de 9 mil empresas mineradoras do País.

Investimento de R$ 1,2 bilhão nos municípios de Araçuaí e Itinga buscará produzir 220 mil toneladas/ano de concentrado de lítio na Fase 1, gerando impactos sociais e ambientais positivos na região.

Ricardo Carvalho (CBA), Ivan Simões (Anglo American Brasil), Rodrigo Gomes (Nexa) e Ana Cunha (Kinross) são alguns dos seis eleitos, em votação que reuniu mais de 11 mil participantes.

Votação segue aberta até 25 de março para escolher os profissionais eleitos em seis categorias, sendo indicados nomes como Eduardo Ledsham, Paulo Misk, Ana Cabral-Gardner e Ana Cunha.

Webinar reúne especialistas para debater estratégias de aumento da produção interna de matérias primas fertilizantes, reduzindo vulnerabilidades às crises externas.

Aura Minerals já conquistou espaço no mercado de capitais brasileiro com IPO em 2020 e busca atingir 400 mil onças de produção até 2024 com projetos Almas e Matupá.

Evento ocorrerá simultâneo ao 7° Encontro Nacional da Média e Pequena Mineração, reunindo empresas da cadeia de suprimento e debatendo perspectivas do setor no Brasil.

O Fórum teve como mediadores Francisco Alves, editor-chefe da Brasil Mineral e Giorgio de Tomi, diretor do NAP Mineração/USP.

O resultado é atribuído principalmente aos melhores preços no mercado internacional e à contribuição da receita de coprodutos.


A votação se encerra à meia noite do dia 22 de outubro.

Nos últimos anos, o tema ESG tem mobilizado vários setores produtivos da economia mundial.

Último dia do evento abordou melhores práticas do ESG, como praticar a "boa mineração", e como anda a comunicação do setor mineral.

Gestão de riscos e empreendedorismo foram os dois temas de discussão no terceiro dia (17 de agosto).

Como estarão as comunidades das cidades mineradoras quando a mina se esgotar e a atividade de mineração acabar?

"CFEM não é tributo e não é compensação no caso brasileiro: é participação no resultado e a utilização da CFEM é limitada àquilo que a sociedade local escolher."

Tema será discutido por Fábio Giusti e Maria Green (do Cetem), Ivan Simões (da Anglo American), Gilberto Azevedo (da Kinross), Marcelo Dultra (da Bamin) e Rogério Moreira (da AMIG).

Evento tradicional acontecerá em quatro tardes do mês de agosto, (dias 10, 11, 17 e 18) de forma virtual, com transmissão pelo Youtube.


