A True Mine, empresa especializada em conformidade regulatória e gestão de títulos minerários, anuncia o lançamento de sua nova ferramenta de Inteligência Artificial.
Índice monitora empresas de capital aberto cujas operações, produtos ou tecnologias contribuem para a segurança nacional, a resiliência da cadeia de suprimentos e a infraestrutura estratégica.
O principal objetivo da parceria é desenvolver o mercado para o produto KMgS, uma mistura de sulfatos que pode ser usado na fertilização do solo, como fonte de potássio e magnésio.
A exploração mineral na região amazônica tem destaque para o ouro, que aparece com 67% dos títulos minerários para minerais estratégicos, seguido por estanho (10%), cobre (7,3%) e ferro (3,5%).
O Brasil se destacou com 33 propostas, posicionando-se entre os países com maior participação. A América Latina representou cerca de 20% de todas as solicitações de 2025.
O encontro ocorreu na Fatec Capão Bonito e reuniu autoridades, empresários, especialistas e representantes do setor mineral paulista e de 32 prefeituras das regiões do Vale do Ribeira e do Alto Paranapanema para discutir o papel estratégico da mineração no desenvolvimento regional.
Os resultados se devem aos menores preços realizados de alumina e à valorização da NOK (coroa norueguesa). Isso foi parcialmente compensado por maiores volumes de aluminio primário e alumina.
Os destaques da PEA do Planalto incluem produção estimada de 560 mil t (1,2 bilhões de lb) de cobre e 111 mil onças de ouro ao longo de uma vida útil de 18 anos da mina.
Os compromissos totais para a construção do projeto agora são de US$ 334 milhões (incluindo valores gastos), representando 33% da estimativa total do custo de capital inicial de US$ 973 milhões.
Apenas a China produziu 76,5 milhões de toneladas, 4,6% a menos que em setembro do ano passado, enquanto a Índia produziu 13,6 milhões de toneladas no mês, um incremento de 13,2% sobre o mesmo mês do último ano.