ABPM elege novos integrantes do Conselho e Diretoria até 2030
A Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa Mineral e Mineração (ABPM) elegeu durante a Assembleia Geral do dia 29 de julho os novos integrantes do novo Conselho e da Diretoria Executiva que conduzirão a entidade no próximo biênio 2026/2028. O Conselho Deliberativo será presidido por Luís Mauricio Ferraiuoli Azevedo, reeleito para mais um mandato. Os conselheiros reeleitos foram Luiz Antônio Vessani (Eden), Guilherme Simões Ferreira (Nexa), Marcos André Gonçalves (Bemisa), Eduardo Leão (G Mining). Leandro Gobbo (PLS Brasil) eLuís Albano Tondo (Jaguar Mining) também foram eleitos para compor o Conselho da ABPM. João Luiz Nogueira de Carvalho (Grupo Geopar) foi reeleito para o cargo de diretor executivo. A Diretoria Executiva, é composta ainda por Giselle Christina Neves de Oliveira (Aurizona) diretora Jurídica; Bernardo Viana (GE21) diretor Administrativo e Financeiro; Thiago Amaral (Saint George) diretor Técnico; e Carolina Batista ( Energy Fuels) diretora de Governança e Sustentabilidade.
A nova gestão assume a ABPM em um momento estratégico para a mineração brasileira que passa por um ciclo de expansão dos investimentos, impulsionado pela crescente demanda por minerais críticos. Segundo dados do Instituto Brasileiro da Mineração (IBRAM), o setor mineral deve receber US$ 76,9 bilhões em investimentos entre 2026 e 2030, dos quais US$ 21,3 bilhões serão destinados a projetos de minerais críticos. Nesse cenário, a pesquisa mineral ganha papel decisivo para a descoberta de novas jazidas e para a ampliação da oferta de minerais considerados estratégicos para a economia e para a indústria.
A ABPM representa empresas que atuam na pesquisa mineral, no desenvolvimento de projetos e na mineração, defendendo o fortalecimento da atividade de prospecção, a modernização do ambiente regulatório e a adoção de políticas públicas que ampliem a competitividade do setor. Entre os desafios da nova gestão estão o acompanhamento das discussões sobre políticas públicas para o setor, o fortalecimento institucional da Agência Nacional de Mineração (ANM) e a promoção de um ambiente favorável aos investimentos em pesquisa mineral no Brasil.