Os resultados irão oferecer além do avanço da área de cobertura do mapeamento geológico básico, a atualização e integração de bases de dados e ampliação do conhecimento sobre recursos minerais, principalmente lítio e grafita.
Resultados indicam que podem existir cerca de 90 mil toneladas de urânio em recursos não descobertos, o que representa aproximadamente 51% do total estimado da província.
Os dados apresentados no dashboard foram levantados no projeto Avaliação do Potencial de Níquel do Brasil – Fase 1, e referem-se a empreendimentos na Bahia, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Piauí, Rondônia e São Paulo.
A identificação de novas ocorrências abre também a possibilidade de produção local de fosfato para suprir a demanda da região e, dessa forma, potencializar a produtividade agrícola.
O executivo já atuou como procurador do município de Caldas Novas (GO) e assessor jurídico-legislativo da Secretaria da Casa Civil, Relações Institucionais e Sociais do Distrito Federal.
O estudo revelou intervalo fosfatado com altos valores de fosfato, urânio e terras-raras, comparáveis, e até superiores, aos observados em depósitos sedimentares clássicos encontrados em outros países do mundo.
O estudo foi realizado a partir da integração de dados geológicos, geoquímicos e geofísicos, que, juntos, permitiram identificar ambientes favoráveis à formação de depósitos desse metal estratégico.
A pesquisa faz parte de um esforço para ampliar o conhecimento sobre a geologia da região e identificar áreas com potencial para a exploração de recursos minerais.
Acordo de cooperação científica é parte do processo de implementação do Projeto Avaliação do Potencial Mineral para Cobre e Metais Base no Brasil – Ação Palmeirópolis.