Testada em 2020, a iniciativa recebeu aportes de R$ 2,3 milhões e abril deste ano marcou o início das operações de venda do material fosfatado reaproveitado.
O projeto tem como objetivo identificar os riscos potenciais da presença de rejeito de minério nas águas do rio Paraopeba e no solo da região atingida.
Ao todo, as ações preveem a descaracterização de 30 estruturas a montante, incluindo barragens, diques e empilhamentos drenados. Desde 2019, sete estruturas já foram eliminadas – quatro em Minas Gerais e três no Pará.