
Power Minerals confirma mineralização de alta qualidade e espessa em terras raras em seu projeto Morro do Ferro, em Minas Gerais.
A Power Minerals registrou mineralização ampla e de alta qualidade de terras raras no terceiro furo consecutivo de seu programa de perfuração inaugural no projeto Morro do Ferro (MDF), no Brasil. Os resultados da perfuração MFSR-053 continuam a demonstrar a presença de mineralização espessa e contínua no projeto localizado no sul do estado de Minas Gerais. A sonda retornou 108,55 m com 4,15% de óxidos de terras raras totais (TREO) da superfície até 119,3 m e incluiu um recorde do projeto de óxidos de terras raras magnéticos de 1,45 m com 44.042 partes por milhão, ou 4,40% de MREO. “O pico de 4,40% de óxido de terras raras magnético (MREO), juntamente com níveis elevados de disprósio, térbio e outras terras raras pesadas, destaca o caráter potencialmente estratégico da cesta de terras raras”, disse o CEO da Power Minerals, Alistair Stephens. “Igualmente importante, os poucos ensaios em profundidade recebidos até o momento indicam que a mineralização pode continuar além das profundidades testadas anteriormente”.
A seção superior do furo MFSR-053 apresentou a interseção de 108,55 m, que incluiu 8163 ppm de MREO (elementos orgânicos de referência) na rocha total a partir da superfície, bem como um intervalo raso de alta qualidade de 29,25 m com 9,01% de TREO (elementos orgânicos de referência) a partir da superfície. O intervalo de pico recorde de MREO estava dentro de uma zona mais ampla de 6,45 m com classificação de 9,34% de TREO. A Power Minerals observou que relatar o alto teor de MREO como uma porcentagem absoluta da rocha total destaca a qualidade excepcional do depósito, enquanto a maioria dos projetos de terras raras relata os óxidos magnéticos apenas como uma porcentagem do total de terras raras. O furo também revelou concentrações elevadas de óxidos de terras raras pesadas, incluindo 5046 ppm de óxido de ítrio, 1011 ppm de óxido de disprósio e 1989 ppm de óxido de gadolínio.
Além disso, o furo apresentou um resultado recorde para o projeto de gálio, com 2 metros de diâmetro e 124,5 ppm a partir de 62 metros de profundidade. A Power Minerals posicionou o furo de sondagem MFSR-053 verticalmente para testar a área abaixo de um furo angulado anterior e coletar amostras para estudos mineralógicos e metalúrgicos. Os resultados das análises recebidas da seção inferior do furo confirmam que a mineralização de terras raras continua bem abaixo das profundidades históricas de perfuração. As principais interseções mais profundas incluem 2 m a 5.955 ppm de TREO a partir de 183 m e 2 m a 4.563 ppm de TREO a partir de 201 m, aproximando-se da profundidade final do furo de 209,55 m. “Embora ainda haja muito trabalho a ser feito, incluindo os ensaios restantes, estudos mineralógicos, testes metalúrgicos e definição de recursos, acreditamos que Morro do Ferro está se consolidando como um projeto de terras raras cada vez mais promissor”, disse Stephens. “Pretendemos avançar com isso de forma metódica, responsável e com forte rigor técnico”.
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