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ENERGIA RENOVÁVEL

Mosaic e Casa dos Ventos ampliam parceria para autoprodução

Mosaic e Casa dos Ventos ampliam parceria para autoprodução

Expansão prevê fornecimento de 25 MW médios do Complexo Eólico Serra do Tigre a partir de 2026, com economia estimada de R$ 330 milhões ao longo dos contratos.

A Mosaic e a Casa dos Ventos ampliaram parceria para autoprodução de energia renovável após o início da operação comercial, em abril de 2026, de mais um parque que integra o Complexo Eólico Serra do Tigre, localizado entre o Rio Grande do Norte e a Paraíba. O contrato firmado em 2025 prevê o fornecimento de 25 MW médios provenientes do empreendimento da Casa dos Ventos, no qual a Mosaic passa a ter participação societária.

O acordo sucede o que havia sido firmado entre as empresas em 2022, quando a Mosaic passou a deter participação no Complexo Eólico Umari, por meio de um acordo de autoprodução que contemplava 30 MW médios. “A relação com a Mosaic reforça nossa capacidade de desenvolver soluções estruturadas e competitivas para grandes consumidores de energia em diversos setores da economia, inclusive no agronegócio. O fato de o cliente avançar para um segundo acordo conosco, enquanto o primeiro segue em execução, demonstra a confiança construída ao longo da relação, a consistência e a qualidade da nossa entrega e parceria”, afirma Rene Abrantes, Diretor Comercial da Casa dos Ventos.

A operação consolida o avanço do modelo de autoprodução no Brasil como alternativa estratégica para indústrias eletrointensivas, ao combinar previsibilidade de custos, segurança energética e maior competitividade. “O fortalecimento da parceria com a Casa dos Ventos está alinhado com os pilares de sustentabilidade da Mosaic para 2030: Pessoas, Terra e Inovação. Assim, reafirmamos nosso compromisso com a produção de fosfato no Brasil ao mesmo tempo em que avançamos em direção a um futuro regenerativo”, afirma Letícia Salles, gerente de Transição Energética da Mosaic. O acordo deve proporcionar à Mosaic uma economia estimada em cerca de R$ 330 milhões ao longo do período dos contratos em suas unidades produtoras de fosfato.

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