PUBLICIDADE
METAIS PRECIOSOS

Com boom de preços, Hochschild tem o melhor resultado financeiro da história

Com boom de preços, Hochschild tem o melhor resultado financeiro da história

Receita cresceu 25% para US$ 1,208 bilhão e lucro líquido disparou 66%, impulsionado pelos preços recordes dos metais preciosos no mercado internacional.

"Este ano marca um momento crucial para a Hochschild, apresentando nosso melhor desempenho financeiro de todos os tempos, impulsionado pela execução disciplinada em Inmaculada e pela valorização dos preços dos metais preciosos. Adicionamos 1,7 milhão de onças à nossa base de recursos, avançamos com nossos dois empolgantes projetos de crescimento no Peru e no Brasil e aumentamos significativamente os dividendos, refletindo a solidez do nosso balanço patrimonial. Em Mara Rosa, estamos perto de concluir nosso plano de reestruturação, posicionando a operação para um futuro mais forte e sustentável”.

Esta é a análise que o CEO Eduardo Landin faz do desempenho da Hochschild em 2025, quando a empresa obteve um aumento de 25% em sua receita, que alcançou US$ 1,208 bilhão, contra US$ 947,7 milhões em 2024. O Ebitda ajustado, por sua vez, aumentou 39%, com um montante de US$ 583,7 milhões. O lucro líquido cresceu 66%, somando US$ 330,4 milhões, contra US$ 199,1 milhões no ano anterior.

Em termos de desempenho operacional, a produção atribuível de ouro foi de 311,5 mil onças, abaixo das 347,3 mil onças de 2024, e o custo total de manutenção (AISC) das operações aumentou de US$ 1.558 por onça equivalente de ouro, em 2024, para US$ 2.138/onça em 2025. Segundo Landin, tal desempenho deve-se principalmente ao forte desempenho de Inmaculada, que produziu 209,9 mil onças do metal. Ele também assinalou que o plano de recuperação de Mara Rosa, em Goiás, “está progredindo conforme o esperado, posicionando o ativo para uma produção mais forte e sustentável a longo prazo”. Em 2025, Mara Rosa registrou uma produção de 39,5 mil onças de metal, a um custo AISC de US$ 3.697 por onça equivalente de ouro e cash cost de US$ 2.103/onça.

O CEO da Hochschild está otimista sobre o desempenho da empresa em 2026. “2025 testemunhou a continuidade da extraordinária valorização do mercado de metais preciosos, com o ouro e a prata atingindo níveis recordes quase mensalmente. O ouro recentemente alcançou novas máximas, ultrapassando US$ 5.400 por onça, enquanto a prata subiu para mais de US$ 100 por onça, com ambos os metais se beneficiando das condições de mercado restritas e da crescente incerteza política e econômica global. Esse ambiente de preços excepcional fortaleceu significativamente a posição financeira do Grupo, e estamos otimistas em relação à continuidade dessa força em 2026, embora os mercados de metais preciosos permaneçam voláteis. Isso nos proporciona uma base sólida para avançarmos no financiamento de nossos projetos e na conclusão da reestruturação de nossas operações no Brasil”.

VEJA TAMBÉM

Hochschild Mining prevê investir até US$ 225 milhões em 2026

Hochschild Mining prevê investir até US$ 225 milhões em 2026

Companhia registrou receita de US$ 844,4 milhões no primeiro semestre de 2026, com Ebitda ajustado crescendo 119% e caixa líquido de US$ 51,1 milhões.

27/08/2026
AngloGold Ashanti reativa a Planta 2 do Queiroz com R$ 105 milhões

AngloGold Ashanti reativa a Planta 2 do Queiroz com R$ 105 milhões

Investimento de R$ 105 milhões reativa segunda unidade do complexo e permite que a companhia recupere a margem da operação ao processar seu próprio concentrado sulfetado.

25/08/2026
Turmalina aumenta produção no segundo trimestre

Turmalina aumenta produção no segundo trimestre

Produção consolidada de ouro cresceu 19% para 13.057 onças, com a Mina Turmalina contribuindo com 31% da produção ao processar 50.190 toneladas de minério.

14/08/2026

Artigos Relacionados

Hochschild Mining prevê investir até US$ 225 milhões em 2026
OURO
Hochschild Mining prevê investir até US$ 225 milhões em 2026

Companhia registrou receita de US$ 844,4 milhões no primeiro semestre de 2026, com Ebitda ajustado crescendo 119% e caixa líquido de US$ 51,1 milhões.

27 de agosto, 2026
AngloGold Ashanti reativa a Planta 2 do Queiroz com R$ 105 milhões
OURO
AngloGold Ashanti reativa a Planta 2 do Queiroz com R$ 105 milhões

Investimento de R$ 105 milhões reativa segunda unidade do complexo e permite que a companhia recupere a margem da operação ao processar seu próprio concentrado sulfetado.

25 de agosto, 2026
Turmalina aumenta produção no segundo trimestre
JAGUAR MINING
Turmalina aumenta produção no segundo trimestre

Produção consolidada de ouro cresceu 19% para 13.057 onças, com a Mina Turmalina contribuindo com 31% da produção ao processar 50.190 toneladas de minério.

14 de agosto, 2026
Quem tem razão sobre as projeções de preços do metal?
OURO
Quem tem razão sobre as projeções de preços do metal?

JPMorgan e Goldman Sachs divergem sobre a velocidade e as razões da alta, mas concordam que mudanças estruturais — desdolarização e recomposição de reservas — devem sustentar os preços no longo prazo.

13 de agosto, 2026
G Mining registra recorde de extração em Tocantinzinho no trimestre
OURO
G Mining registra recorde de extração em Tocantinzinho no trimestre

Produção atingiu 36.845 onças no segundo trimestre, com receitas de US$ 157,1 milhões e lucro líquido de US$ 72,0 milhões, enquanto a mineradora prepara expansão com projetos em fase avançada.

13 de agosto, 2026
Vale Base Metals deve iniciar novo projeto em Salobo antes do previsto
COBRE
Vale Base Metals deve iniciar novo projeto em Salobo antes do previsto

Projeto de Flotação de Partículas Grossas em Salobo deverá adicionar seis milhões de toneladas de capacidade anual de processamento e aumentar a produção de cobre em até 30 mil toneladas.

13 de agosto, 2026
Crescimento nas produções de cobre e ouro no trimestre
ERO COPPER
Crescimento nas produções de cobre e ouro no trimestre

Produção de ouro em Xavantina cresceu 170% no trimestre, enquanto Caraíba e Tucumã reforçam a oferta de cobre com expansão de capacidade.

6 de agosto, 2026
Minas-Rio produz 12,9 milhões de toneladas no semestre
ANGLO AMERICAN
Minas-Rio produz 12,9 milhões de toneladas no semestre

No primeiro semestre de 2026, o sistema também produziu 18,2 mil toneladas de níquel em Goiás, enquanto o Ebitda da mina recuou 13% devido a menores preços e custos unitários elevados.

30 de julho, 2026