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Receita total do Grupo atingiu €14.772 milhões, com crescimento impulsionado por guindastes marítimos, aeroespaciais e sistemas de automação, enquanto o setor de máquinas de construção e mineração registrou queda de 5,5%.

Receita cresceu 25% para US$ 1,208 bilhão e lucro líquido disparou 66%, impulsionado pelos preços recordes dos metais preciosos no mercado internacional.

Resultado impulsionado pelos maiores preços de zinco, cobre e metais preciosos, com receita de US$ 3,0 bilhões em 2025.

A operação brasileira atingiu essa marca pelo oitavo ano consecutivo com produção acima de 500 mil onças, reforçando o portfólio operacional da empresa.

EBITDA Proforma cresceu 3% em 2025, chegando a US$ 15,9 bilhões, com destaque para a produção de cobre e níquel em níveis recordes desde 2018.

Lucro foi impactado por reestruturações na refinaria de Kwinana e ganho de US$ 786 milhões na venda de participação da joint venture com a Ma'aden.

A produção chegou a 10.973 onças no segundo trimestre, com a mina Pilar operando sozinha enquanto Turmalina segue suspensa após deslizamento de material e deve retomar no primeiro trimestre de 2026.

No primeiro trimestre, a companhia investiu R$ 1,4 bilhão em expansão e tecnologia, com destaque para a nova unidade de bobinas a quente em Ouro Branco que pode gerar R$ 400 milhões em Ebitda anual.

Alta dos preços do alumínio impulsionou o crescimento de 106% sequencial no lucro ajustado, com a empresa reposicionando dívida e avançando na reinicialização da fundição da Alumar no Brasil.

Ebitda caiu de US$ 20,7 bilhões para US$ 14,5 bilhões, reflexo de inflação, custos energéticos elevados e volumes de produção menores em portfólio diversificado.
