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MME

Coelho Filho cita lealdade e permanece na pasta

O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, em nota, comunicou que permanece no Governo, apesar da orientação contrária de seu partido. “Ouvi o Presidente da República, ouvi companheiros do Congresso Nacional, ouvi a minha equipe, ouvi o setor e ouvi a minha consciência. Mais do que gestos políticos, o momento exige coragem e atitude. Exige lealdade”, diz ele na nota. 
 
Segundo o ministro, sua maior contribuição ao Brasil neste momento é o compromisso com a missão que lhe foi atribuída pelo presidente Michel Temer. O momento exige responsabilidade ante os graves problemas da pauta nacional. Responsabilidade e equilíbrio. “Tenho convicção de que, hoje, estamos contribuindo para a retomada do desenvolvimento com um projeto racional e transformador para os setores de energia elétrica, óleo e gás, biocombustíveis e mineração”.
 
Apoio de entidades
 
Entidades do setor mineral, ABPM e Abirochas, divulgaram nota manifestando sua “confiança nas instituições públicas brasileiras para a superação da grave crise política em curso no país. Registra também sua preocupação quanto à possível interrupção da agenda de reformas que vêm sendo conduzidas pelo Governo e pelo Congresso, essenciais para a superação de uma crise maior, esta de natureza econômica. Neste sentido, encontra-se em curso um conjunto de reformas concebidas no Ministério de Minas de Energia, que se destinam a restabelecer a confiança no setor, desestabilizado há mais de 5 anos por medidas inadequadas encaminhadas por governos anteriores, potencializadas pela queda nos preços dos bens minerais. O setor mineral, e em particular nossa entidade, participou ativamente da formulação destas novas medidas junto à Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação- SGM do Ministro de Minas e Energia - MME, junto inclusive ao próprio MME e apóia sua imediata implementação como uma solução indispensável para trazer segurança jurídica e restabelecer os investimentos na mineração, atualmente responsável por 25% dos resultados da balança comercial brasileira”. 

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