JUSTIÇA

Buritirama cobra indenização de bancos

Buritirama cobra indenização de bancos

A mineradora cobra indenização de R$ 2,5 bilhões aos bancos, alegando que operações bancárias foram estruturadas para favorecer contabilmente as instituições financeiras.

A Buritirama Mineração moveu ação contra instituições financeiras lideradas pelo banco Santander, argumentando que o grupo de bancos negava que a atividade industrial da mineradora era desenvolvida no Estado do Pará.

Segundo a empresa, “estudos revelaram que as relações promíscuas, encabeçadas pelo banco Santander, possuem interesses escusos não revelados nas ações movidas, porque as operações bancárias foram celebradas com o objetivo de favorecer contabilmente os próprios bancos. Dias depois, as execuções eram ajuizadas como se fossem operações comuns num contexto em que o câmbio se encontrava descolado de um padrão anterior praticado no mercado”.

Ainda de acordo com a Buritirama, as filigranas jurídicas utilizadas pelo Santander deixaram o meio empresarial desconfiado, porque os bancos surpreenderam a mineradora com vários processos, sem qualquer negociação anterior, alegando falta de competência da Justiça do Pará para julgar os casos. Em razão disso, a Buritirama resolveu mover processo contra as instituições financeiras, cobrando R$ 2,5 bilhões, por prejuízos causados pelos bancos. A discussão compreende a demonstração de atos nocivos aos empregos e atividade da mineradora, além de pedidos de investigação pelos órgãos de controle do Pará.

Durante o período de negociação com os bancos, a Buritirama afirma que manteve os mais de 3.500 empregos diretos e indiretos, na Região do Rio Preto, na zona rural de Marabá. A alegação da mineradora é que as ações “maldosas” dos bancos causaram graves prejuízos financeiro e social. Além dos funcionários – diretos e indiretos -- a Buritirama informa que ajuda a Prefeitura de Marabá a realizar a manutenção dos cerca de 140 km da Estrada do Rio Preto, por onde ocorre o escoamento da produção da agricultura, comércio e pecuária, investe na construção e reforma de escolas, fomenta a cultura e ajuda a levar atendimento médico a várias comunidades, entre outras ações sociais.

VEJA TAMBÉM

Fábricas da Alubar reduzem consumo de água e óleo no Brasil e Canadá
ALUMÍNIO

Fábricas da Alubar reduzem consumo de água e óleo no Brasil e Canadá

8 out. 2026
Cabral Gold faz primeira venda de ouro de Cuiú Cuiú, no Tapajós
OURO

Cabral Gold faz primeira venda de ouro de Cuiú Cuiú, no Tapajós

2 out. 2026
Simineral aponta avanços da indústria mineral no Pará
PARÁ

Simineral aponta avanços da indústria mineral no Pará

24 set. 2026

Artigos Relacionados

Fábricas da Alubar reduzem consumo de água e óleo no Brasil e Canadá
ALUMÍNIO08/10/2026

Fábricas da Alubar reduzem consumo de água e óleo no Brasil e Canadá

Cabral Gold faz primeira venda de ouro de Cuiú Cuiú, no Tapajós
OURO 02/10/2026

Cabral Gold faz primeira venda de ouro de Cuiú Cuiú, no Tapajós

Simineral aponta avanços da indústria mineral no Pará
PARÁ24/09/2026

Simineral aponta avanços da indústria mineral no Pará

Vendas da Serabi crescem 6% no primeiro semestre
OURO23/09/2026

Vendas da Serabi crescem 6% no primeiro semestre

Vale e Ligga firmam acordo de participação e fornecimento de longo prazo

Vale e Ligga firmam acordo de participação e fornecimento de longo prazo

G Mining faz novas descobertas em Gurupi e Tocantinzinho
OURO16/09/2026

G Mining faz novas descobertas em Gurupi e Tocantinzinho

Encontro firma acordo para implantação de unidade industrial em Barcarena

Encontro firma acordo para implantação de unidade industrial em Barcarena

CZPE autoriza empresa a implementar empreendimento na ZPE de Barcarena
BRAVO METALS03/09/2026

CZPE autoriza empresa a implementar empreendimento na ZPE de Barcarena