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RFQs foram emitidas para sete empreiteiras e objetivam construir os acessos à superfície da mina subterrânea que processará minério de lítio no Vale do Lítio.

Executivo com mais de 30 anos de experiência em mineração, energia e governança corporativa reforça estrutura de governança da empresa canadense enquanto ela avança rumo à fase de construção do Projeto Bandeira.
Transformador será fornecido pela Blutrafos e marca o início da fase de aquisição de equipamentos de longo prazo, com engenharia geral do projeto já 65% concluída.

Engenharia do projeto já está 57% concluída, com licitações sendo lançadas para contratos de infraestrutura, equipamentos e operação de mineração.

A mineradora busca uma ordem de cessação de negociação para seus diretores até apresentar demonstrações financeiras, com previsão de regularização até 14 de maio de 2026.

Empresa reafirma domínio dos direitos minerários do Projeto Bandeira com respaldo de pareceres jurídicos independentes e registros da ANM.

Os contratos somam 170 mil toneladas anuais de concentrado de espodumênio por cinco anos, com preço mínimo de US$ 1 mil/t e linha de crédito pré-paga de US$ 20 milhões para viabilizar a construção.

Engenharia geral do projeto atingiu 48% de conclusão, com ritmo comercial acelerando para assinatura de contratos de fornecimento e financiamento.

Executivo vem da MRN com mais de 20 anos de experiência em finanças corporativas e terá a missão de estruturar administrativamente a companhia e consolidar seus projetos de lítio no Vale do Jequitinhonha.

Oferta ampliada será usada para exploração e desenvolvimento de propriedades brasileiras de lítio.

Oferta recebe apoio de Martin Rowley, ex-presidente da Galaxy Resources e Orocobre, além da RTEK International, consultora com mais de 80 anos de experiência combinada em lítio.

Relatório técnico confirma MRE de 27,27 Mt M&I com 1,34% de Li₂O (901.059 t LCE) e estudo de viabilidade previsto para o segundo semestre de 2025.

Protocolo do Projeto Bandeira no SLA foi apresentado em 20 de novembro de 2023, antes da delimitação do território quilombola Baú, cuja área é de aproximadamente 15 mil hectares.

Procuradoria alega que a empresa apresentou informações distorcidas sobre impactos à Comunidade Quilombola do Baú, violando a obrigatoriedade da Consulta Livre, Prévia e Informada prevista em legislação nacional e internacional.

Consultoria da RTEK International irá otimizar a engenharia, reduzir custos de capital e operacional, e acelerar a transição do Projeto Bandeira para a fase de construção e operações.

Relatório técnico independente aponta 485,5 mil toneladas de carbonato de lítio equivalente (LCE) entre recursos medidos, indicados e inferidos no projeto de Baixa Grande.

Decisão final sobre a licença ambiental será tomada em 28 de fevereiro de 2025, com possibilidade de construção iniciar após a aprovação concedida pela Câmara de Atividades Minerárias.

Atualização de recursos incorpora 35.734 metros de perfuração e coloca o depósito com quase 20 milhões de toneladas totais, reforçando o potencial de crescimento contínuo na região Salinas.

Financiamento será garantido pela Export-Import Bank of the United States para cobrir todas as despesas de capital, com prazo de reembolso de até 15 anos.

Hatch Ltd. e Reta Engenharia foram selecionadas para as fases de engenharia e gerenciamento de construção, marcando a transição para o desenvolvimento do projeto e antecipando a aprovação das licenças ambientais.

Perfuração interceptou zona mineralizada de 64,7 metros com teor de 1,39% Li₂O, ressaltando o potencial contínuo de expansão de recursos no projeto.

Requerimento de Concessão de Mineração e Estudo de Viabilidade Econômica foram apresentados para Bandeira, com aprovação da Licença Ambiental Concomitante prevista para os próximos meses.

O financiamento será destinado ao desenvolvimento do Projeto Bandeira, localizado no Vale do Lítio, com opção de recompra dos royalties por US$ 67,5 milhões nos primeiros cinco anos.

Aquisição por via de sua subsidiária Neolit Minerals custou US$ 2 milhões em caixa e 2,5 milhões de ações, com pagamento adicional de US$ 1 milhão previsto para abril de 2025.

Estudo de viabilidade projeta produção de 178 mil toneladas de concentrado de espodumênio ao ano, com retorno esperado de 40% após impostos e geração de US$ 915 milhões em tributos ao longo da operação.

Projeto Bandeira passou de 48Mt para 60,1Mt de recursos minerais em aproximadamente 24 meses de exploração, posicionando a empresa entre os maiores projetos de lítio da região.

Descoberta de novo dique de pegmatito de alto teor a 1,5 km de distância amplia o potencial da propriedade no norte de Minas Gerais, com a empresa prevendo publicação de recurso mineral inicial em fevereiro.

Subsidiária brasileira MGLIT assegurou conexão com infraestrutura de energia hidrelétrica sustentável da Cemig, reduzindo riscos e viabilizando operação do complexo com custo total de R$ 17 milhões.

A empresa canadense MG LIT espera começar a operar em 2025 e investirá R$ 160 milhões até o final deste ano, gerando mais de mil empregos diretos na região.
