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Decisão dos dois países abre mercado para produtos siderúrgicos brasileiros, que representaram mais de US$ 3,4 bilhões das exportações do Brasil em 2019.

Instituto argumenta que Brasil cumpriu integralmente as cotas de exportação acordadas em 2018 e defende retomada do acordo ante a nova tarifa de 25%.

Debate entre CEOs de ArcelorMittal, Gerdau e Usiminas aponta perspectivas positivas para 2022, apesar da possível redução do consumo em relação ao ano anterior.

Sobretaxa de 25% pode reduzir exportações brasileiras de US$ 5,7 bilhões em aço e prejudicar importações de equipamentos e peças americana que dependem da siderurgia local.

No terceiro trimestre, a companhia aplicou R$ 723 milhões em manutenção e R$ 762 milhões em expansão e inovação tecnológica.

Reforma recebeu investimento de R$ 2,7 bilhões e tornou o equipamento o mais moderno em operação no ocidente, com capacidade para produzir 3 milhões de toneladas anuais de ferro gusa.

Centro de Desenvolvimento receberá R$ 9 milhões em investimento inicial e será implantado em três anos no SENAI de Belo Horizonte, capacitando profissionais e desenvolvendo novos arames de aço para a impressão 3D metálica.

A tarifa foi aumentada de 25% para 50% pelos americanos, afetando 60% das exportações brasileiras de aço e 16,8% de alumínio que têm os Estados Unidos como destino.

Empresa cita redução da demanda brasileira por aço e aumento das importações como motivos para paralisar temporariamente as obras de expansão da unidade mineira.

Pesquisa aponta que 76% dos participantes do mercado esperam novos aumentos, com produtores sinalizando altos custos de matérias-primas como principal motivador.
Medidas de defesa da Seção 232 americana mantêm cotas anuais de 130 mil toneladas, limitando a real abertura do mercado norte-americano às exportações brasileiras.
