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Mineração &/x Comunidades
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Representantes de institutos e fundações do setor mineral, da Fundação Gorceix, com 66 anos, ao recém-criado Instituto AngloGold Ashanti, defenderam que essas estruturas garantem uma atuação social mais efetiva e duradoura do que as áreas internas das empresas.

Executivos de cinco mineradoras em diferentes estágios de maturidade defenderam que, independentemente de resistências ao termo, o ESG deixou de ser pauta de reputação para se tornar fator de risco e sobrevivência.

Com projetos voltados à saúde, cultura, inclusão, geração de renda e relacionamento comunitário, segunda edição do prêmio reconhece iniciativas que fortalecem vínculos entre mineração e sociedade; vencedores serão conhecidos no dia 17 de junho, durante o 11º Mineração & Comunidades, em Belo Horizonte.

Gestores responsáveis por projetos socioambientais em territórios mineradores têm até às 18h do dia 30 para garantir participação.

O prêmio é direcionado aos gestores tecnicamente responsáveis pela elaboração e implantação de projetos socioambientais, de desenvolvimento, culturais e educativos nas comunidades do entorno de operações de mineração.

Em 2016, após o acidente de Mariana, a mineração encontrava-se em um de seus piores momentos, sendo questionada por praticamente todo mundo. Naquele momento, Brasil Mineral julgou que o setor precisava discutir suas relações com as comunidades.




"O ESG tem um histórico sustentável e atualmente não dá mais para deixar essa sopa de letras à parte da atividade minerária junto das comunidades."

A parte da manhã do segundo dia do 8º Mineração &X Comunidades teve uma série de palestras, onde foram abordados diversos temas.

Além de Marcio Santilli, participaram Frederico Munia Machado, José Fernando Gomes, Luiz Vessani, Adriano Espeschit e Edson Del Moro.

Participaram Maria Green, do CETEM, Sérgio Leão, do Tribunal de Contas do Município do estado do Pará (TCM Pará) e Rogério Moreira, Consultor Jurídico da AMIG.

Participaram da mesa-redonda Gilson Camboim, Pedro Eugênio, Caio Mario Trivellato Seabra Jr, Antônio João Paes de Barros, e como moderador Fernando Gabriel Araújo.

Evento discute os caminhos para melhorar as relações da atividade de mineração com as comunidades do seu entorno e com a sociedade em geral.

Mais e mais, a mineração precisa estabelecer relações duradouras com as comunidades desde o início da implantação de seus projetos.

Último dia do evento abordou melhores práticas do ESG, como praticar a "boa mineração", e como anda a comunicação do setor mineral.

Gestão de riscos e empreendedorismo foram os dois temas de discussão no terceiro dia (17 de agosto).

Como estarão as comunidades das cidades mineradoras quando a mina se esgotar e a atividade de mineração acabar?

"CFEM não é tributo e não é compensação no caso brasileiro: é participação no resultado e a utilização da CFEM é limitada àquilo que a sociedade local escolher."

Evento tradicional acontecerá em quatro tardes do mês de agosto, (dias 10, 11, 17 e 18) de forma virtual, com transmissão pelo Youtube.




