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Graças a Salobo, produção de cobre aumenta quase 30% em 2023

Por evando•
Graças a Salobo, produção de cobre aumenta quase 30% em 2023

Salobo 3 foi o principal motor, com aumento de 87% na produção do complexo no quarto trimestre, enquanto pelotas avançaram 14% no ano.

A Vale anuncia que sua produção de minério de ferro em 2023 totalizou 321,2 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 4,3% em relação a 2022. O aumento, segundo a empresa, é resultado de “iniciativas contínuas para melhorar a confiabilidade dos ativos no S11D, do sólido desempenho nos complexos de Itabira e Vargem Grande e de maiores compras de terceiros. No último trimestre do ano, a produção aumentou 11%, somando 89,4 milhões t.

A produção de pelotas também cresceu 14% no ano, somando 36,5 milhões t, motivada principalmente pela maior produção de pellet feed em Brucutu. Também houve aumento na produção de pelotas no último trimestre de 2023, quando foram produzias 9,9 milhões t, um aumento de 19%. A produção de briquetes, que foi iniciada no quarto trimestre de 2023, é considerada um passo importante na estratégia da Vale “para apoiar a descarbonização da siderurgia, através do aumento da oferta de aglomerados de minério de ferro”.

Em cobre, a produção no último trimestre do ano aumentou 50%, totalizando 99,1 mil t. No ano, a produção registrou crescimento de 29%, atingindo 326,6 mil t, um pouco acima do que havia sido projetado pela empresa. “O melhor desempenho foi resultado, principalmente, do ramp-up bem-sucedido de Salobo 3, com a produção no complexo de Salobo aumentando 87% a/a no quarto trimestre, bem como o melhor desempenho da planta de Sossego”, informa a Vale.

Já o níquel teve redução de 5% na produção, no quarto trimestre, e também fechou o ano com produção cerca de 8% menor do que a registrada em 2022. A produção de níquel no ano foi de 164,9 mil t. Segundo a Vale, a redução da produção era esperada, considerando a transição para mineração subterrânea em Voisey’s Bay, bem como a reforma planejada do forno de Onça Puma. Em compensação, os preços praticados pela empresa foram 7% maiores do que os registrados na LME (London Metal Exchange).

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