OURO

Aura Minerals adquire pacote de ações da Altamira Gold

Por evando•
Aura Minerals adquire pacote de ações da Altamira Gold

Investimento estratégico de C$ 3 milhões dá à empresa 11,35% das ações ordinárias da Altamira e acesso a projetos auríferos no Pará e Mato Grosso.

A Aura Minerals informa que celebrou um acordo de subscrição com a Altamira Gold Corp. para adquirir, com base em uma colocação privada subscrita, 24 milhões de units de emissão da Altamira pelo preço de C$0,125 por unit, totalizando nesta operação C$ 3 milhões. Cada unit é composta por uma ação ordinária (“Ação”) e um direito de compra de ação ordinária da Emissora, que dará à Aura o direito de adquirir uma Ação da Emissora ao preço de exercício de C$ 0,20, pelo período de dois anos a partir do fechamento desta operação.

Até a celebração do Acordo de Subscrição, a Aura não possuía, direta ou indiretamente, nenhum valor mobiliário da Emissora. Assim, após a operação, a Aura passará a deter 24 milhões de Ações e 24 milhões de Direito de Compra, o que representa 11,35% das ações ordinárias em circulação da Emissora (base não diluída) e 17,00% das ações ordinárias em circulação da Emissora (base diluída).

O investimento é considerado pela Aura Minerals como estratégico, diante do potencial de exploração da Altamira. Assim, dependendo das condições de mercado e outros fatores, ela poderá alienar ou adquirir novas ações ordinárias da Altamira (inclusive exercendo total ou parcialmente os seus direitos de compra), assim como adquirir interesses ou celebrar instrumentos financeiros relacionados envolvendo as Ações já adquiridas.

A Altamira Gold possui os projetos Cajueiro, Apiacás e Santa Helena, nas regiões de Altamira e Alta Floresta, no estado do Pará, áreas tradicionalmente produtoras de ouro e também três outros projetos de pesquisa de ouro (Colisor, Nova Canaã e Porta Aberta) no estado de Mato Grosso.

VEJA TAMBÉM

Cabral Gold faz primeira venda de ouro de Cuiú Cuiú, no Tapajós
OURO

Cabral Gold faz primeira venda de ouro de Cuiú Cuiú, no Tapajós

2 out. 2026
Reservas para 20 anos, 17 anos para abrir uma mina: a conta que pressiona o ouro
OURO

Reservas para 20 anos, 17 anos para abrir uma mina: a conta que pressiona o ouro

25 set. 2026
Preço alto não é licença para investir mal: o que separa um recurso de uma mina
OURO

Preço alto não é licença para investir mal: o que separa um recurso de uma mina

25 set. 2026

Artigos Relacionados

Fábricas da Alubar reduzem consumo de água e óleo no Brasil e Canadá
ALUMÍNIO08/10/2026

Fábricas da Alubar reduzem consumo de água e óleo no Brasil e Canadá

Paul Brink assume presidência do Conselho da WGC
ENTIDADES02/10/2026

Paul Brink assume presidência do Conselho da WGC

Aura internaliza frota em três operações no Brasil
NEGÓCIOS02/10/2026

Aura internaliza frota em três operações no Brasil

Cabral Gold faz primeira venda de ouro de Cuiú Cuiú, no Tapajós
OURO 02/10/2026

Cabral Gold faz primeira venda de ouro de Cuiú Cuiú, no Tapajós

FTSE Russell anuncia Meridian Mining no índice FTSE 250
COBRE29/09/2026

FTSE Russell anuncia Meridian Mining no índice FTSE 250

Amapá Minerals abre TSX para obter capitalização e avançar em projetos

Amapá Minerals abre TSX para obter capitalização e avançar em projetos

Reservas para 20 anos, 17 anos para abrir uma mina: a conta que pressiona o ouro
OURO25/09/2026

Reservas para 20 anos, 17 anos para abrir uma mina: a conta que pressiona o ouro

Preço alto não é licença para investir mal: o que separa um recurso de uma mina
OURO25/09/2026

Preço alto não é licença para investir mal: o que separa um recurso de uma mina