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No primeiro semestre de 2026, o sistema também produziu 18,2 mil toneladas de níquel em Goiás, enquanto o Ebitda da mina recuou 13% devido a menores preços e custos unitários elevados.

Queda foi impulsionada principalmente pela manutenção programada da planta de Kumba e pelo menor teor de minério em Minas-Rio, parcialmente compensada pelos aumentos em cobre e diamantes brutos.

Tecnologia desenvolvida por equipes brasileiras utiliza termografia para monitorar desgaste de moinhos sem paradas operacionais, reduzindo trocas de revestimentos em 22%.

Complexo no interior mineiro alcançou a marca reaproveitando água em projeto com a Prumo Logística que pode gerar até 1.000 m³ por hora no Porto do Açu.

Em 2025, a cadeia de fornecedores da mineradora movimentou mais de R$ 100 milhões em compras locais, enquanto 146 iniciativas sociais alcançaram aproximadamente 78 mil pessoas na região.

Operação de ferro no Brasil pode atingir até 25 milhões de toneladas após inspeção bem-sucedida do mineroduto, ampliando a projeção inicial.

A fusão com a Teck Resources criará um novo líder global em mineração, com o Brasil reforçando sua posição estratégica através de operações premium como o Sistema Minas-Rio e a integração dos recursos da Serra da Serpentina.

Operação que envolveu 1.234 navios desde outubro de 2014 reafirma a excelência operacional do Sistema Minas-Rio e consolida a posição das empresas no mercado global de pellet feed premium.

Produção atingiu 13,1 milhões de toneladas no primeiro semestre, impulsionada pela maior recuperação de massa e estabilidade operacional, enquanto EBITDA cresceu 7% em relação ao período anterior.

No segundo trimestre de 2025, a companhia produziu 15,9 milhões de toneladas de minério de ferro e 173,3 mil toneladas de cobre, consolidando o desempenho de seus principais ativos.

Evento reuniu autoridades e representantes locais para avaliar os impactos socioeconômicos do Sistema Minas-Rio, que movimentou R$ 3,5 bilhões em compras desde 2018 e gerou R$ 2,2 bilhões em CFEM nos últimos cinco anos.

Alteamento da estrutura será elevado de 700 para 725 metros e garantirá a continuidade da operação até a conclusão da capacidade original projetada desde 2008.

Produção chegou a 25 milhões de toneladas em 2024, mas EBITDA recuou 33% devido à queda no preço do minério.

Desempenho recorde da operação brasileira reflete maior estabilidade operacional, compensando reduções em outras unidades do portfólio de commodities.

Acordo com a Vale aguarda autorização do CADE para viabilizar expansão através da incorporação de recursos da Serra da Serpentina, que pode até duplicar a capacidade de produção atual de 26,5 milhões t/ano.

Empresa completou cinco décadas no País como a segunda maior mineradora em atuação, liderando a produção nacional de ferro-níquel após expandir negócios em ouro, nióbio e fosfato através de aquisições estratégicas.

Queda foi puxada principalmente por teores e água mais baixos em cobre, ramp-up do longwall em carvão siderúrgico e manutenção no projeto Minas-Rio, enquanto Quellaveco no Peru iniciou produção de cobre em julho.

Sistema Minas-Rio registrou produção 5% menor em 2021, enquanto a produção de níquel em Goiás caiu 4% no período, com recuperação esperada entre 24 e 26 milhões de toneladas para 2022.

A companhia esclarece, no entanto, que as conversações sobre o desenvolvimento conjunto do depósito ainda encontram-se em estágio preliminar.

O objetivo do plano de investimentos apresentado é dar suporte à continuidade operacional ao sistema Minas-Rio.

Resultado representa crescimento de 135% em relação ao mesmo período do ano passado.
